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Várzea Grande

Várzea Grande estrutura planejamento estratégico para os próximos 10 anos

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Plano será integrado ao PPA, à LDO e à LOA, definindo prioridades, metas e investimentos da administração municipal até a próxima década.

Pela primeira vez, Várzea Grande está estruturando um planejamento estratégico de longo prazo que vai orientar as ações da Prefeitura pelos próximos dez anos. A primeira etapa do trabalho foi concluída nesta sexta-feira (31), após dois dias de imersão que reuniram a prefeita Flávia Moretti, secretários municipais, assessores e servidores efetivos para definir prioridades, estabelecer metas e alinhar as ações que passarão a nortear o planejamento e o orçamento do município.

O trabalho, no entanto, começou antes da imersão. A prefeita Flávia Moretti vem trabalhando ao lado da consultora e advogada especialista em Direito, Planejamento e Orçamento Público, Vívian Arruda, para alinhar o plano de governo aos instrumentos oficiais de planejamento da administração pública.

O objetivo é fazer com que o planejamento estratégico deixe de ser apenas um documento técnico e passe a orientar diretamente o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA), garantindo que as prioridades da gestão estejam refletidas na aplicação dos recursos públicos.

Para a prefeita Flávia Moretti, o município inicia uma nova etapa na forma de planejar e executar as políticas públicas. “O município nunca teve um planejamento estratégico estruturado. Percebemos que essa era uma necessidade para enfrentar problemas históricos e organizar o futuro da cidade. Mais do que discutir desafios, reunimos nossa equipe para construir soluções e definir um caminho para Várzea Grande pelos próximos dez anos”, afirmou.

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Segundo a prefeita, o planejamento está sendo elaborado agora porque, após pouco mais de um ano de gestão, as equipes passaram a conhecer com profundidade a realidade do município, permitindo estabelecer metas mais consistentes e compatíveis com as necessidades da população.

Ela também destacou que fez questão de participar integralmente dos dois dias de imersão e incluir servidores efetivos no processo para garantir a continuidade das ações ao longo dos próximos anos. “Queremos que esse planejamento seja uma política pública, e não apenas de governo. Cada secretaria terá servidores efetivos acompanhando o cumprimento das metas, garantindo continuidade às políticas públicas independentemente das futuras gestões”, pontuou.

Responsável pela condução técnica do planejamento, a consultora Vívian Arruda explica que o processo parte de um diagnóstico construído pelas próprias secretarias.

“O planejamento permite compreender a realidade atual para definir objetivos estratégicos e organizar ações compatíveis com os instrumentos de planejamento público. O diagnóstico elaborado pelas equipes técnicas é o que orienta a definição de prioridades, responsáveis, metas e prazos”.

Segundo ela, embora a estrutura do planejamento estratégico já tenha sido construída durante a imersão, uma nova etapa será realizada para aprofundar o planejamento setorial e concluir a integração com os instrumentos orçamentários.

Nesta fase também foram definidos missão, visão, valores e compromissos institucionais da Prefeitura. A equipe iniciou ainda a aplicação da metodologia da “Árvore de Problemas”, que identifica as causas dos principais desafios do município e servirá de base para a construção da “Árvore de Objetivos”, transformando os problemas diagnosticados em ações estratégicas.

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Para a secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, o planejamento fortalece a capacidade de gestão da Prefeitura. “É um momento essencial para refletirmos sobre os desafios da administração, organizar estratégias e projetar resultados que tragam melhorias para a população”.

A secretária de Assistência Social, Cristina Saito, afirmou que a pausa na rotina administrativa permitiu olhar para o município de forma mais estratégica. “Foi uma oportunidade de identificar problemas, avaliar o que precisa avançar e pensar novas possibilidades para aprimorar as políticas públicas”.

O secretário de Defesa Social, inspetor da Guarda Municipal Louriney Silva, destacou que a metodologia amplia a integração entre as secretarias. “Identificamos problemas em conjunto, discutimos soluções e fortalecemos a atuação integrada da Prefeitura para atender melhor a população”.

Já a secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa, ressaltou que um dos principais ganhos foi aproximar as diferentes áreas da administração. “As secretarias possuem ações que se complementam. Essa integração torna o planejamento mais eficiente, acelera a execução dos projetos e fortalece os resultados para o município”.

A conclusão do planejamento estratégico está prevista para agosto. A partir daí, o documento servirá como referência para a revisão do PPA, da LDO e da LOA e para o acompanhamento das metas definidas para a próxima década.

Fonte – várzea grande mt gov.

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Várzea Grande

CCZ VG está com filhotes de cães, gatas e cães adultos para doação

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O Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande está com pets para adoção. Mesmo não sendo um órgão que receba animais para abrigo e doações, algumas pessoas insistem na prática do crime de abandono, obrigando a unidade municipal a recolher, cuidar, vacinar e colocar para adoção. Neste momento, oito pets estão disponíveis para um lar cheio de amor, cuidado e proteção. São seis gatas adultas e dóceis, dois cães adultos – um macho e uma fêmea – e três filhotes de cerca de dois meses de idade, de porte médio.

 

Como explica a gerente do CCZ VG, a médica veterinária Patrícia Viviani, todos os pets estão saudáveis, com teste negativo para leishmaniose, vermifugados e vacinados contra a raiva, imunizante disponibilizado pelo órgão e que pode ser procurado pela população por meio da livre demanda, sempre em horário comercial de segunda a sexta-feira.

 

As gatas disponíveis deixaram a situação de abandono e estão muito adaptadas ao convívio com humanos. Já os filhotes, dois machos e uma fêmea, estão com menos de três meses, vermifugados, também estão ativos e super saudáveis. Assim que completarem três meses poderão receber o cronograma de vacinação, principalmente, a primeira dose da antirrábica.

 

Há ainda um cão adulto, que pelo perfil sugere ser criado em um espaço grande, como sítios, chácaras e fazenda. Já a fêmea tem perfil mais dócil.

 

“Mas é importante que os futuros tutores já levem os filhotes para receber toda a primeira proteção vacinal que incluiu, além da antirrábica – que temos aqui – a polivalente (V8 ou V10) que protege contra cinomose, parvovirose, hepatite, leptospirose e outras doenças graves. O filhote precisa de 3 a 4 doses, com intervalo de 21 a 30 dias entre elas. Essas doses não são ofertadas pelo CCZ”, pontua a veterinária.

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Outra etapa importante nesse processo é o acompanhamento. A médica veterinária explica que depois da adoção há um período de contato para avaliar a adaptação do pet a nova rotina e as condições de tratamento ofertadas.

 

Para se candidatar à adoção, o CCZ VG faz uma entrevista, a pessoa preenche uma ficha. “Daí avaliamos se a pessoa tem condições de levar o cãozinho para adoção, de cuidar adequadamente deles. E alguns dias depois nós também vamos até a casa da pessoa verificar se está tudo bem, se ocorreu algum imprevisto, se está mesmo em condições de continuar com o animalzinho e fazemos esse monitoramento após a adoção”, explica Patrícia.

 

COMO ADOTAR? – É um atendimento 100% presencial. Os candidatos à adoção devem apresentar documentação pessoal com foto e um comprovante de residência.

 

Esse atendimento ocorre em horário comercial, de segunda à sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17 h.

 

Fora isso, qualquer outro tipo de dúvida pode ser esclarecida por meio do WhatsApp do CCZ VG: 65 9 8476-5719.

 

VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA – A gerente do CCZ VG reforça que independentemente de campanhas de vacinação, o CCZ está aberto o ano todo para vacinar cães e gatos contra a raiva. A oferta desse imunizante faz parte da rotina da unidade municipal.

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Essa imunização pode ser feita também em domicílio para tutores com muitos pets e que não tenham condições de se descolar até o CCZ. Esse atendimento é feito por meio de uma lista de espera e agendado com antecedência pela equipe responsável. Contato que também pode ser feito pelo WhatsApp.

 

ALERTA – Como reforça a gerente da Unidade e o médio veterinário que é o Responsável Técnico do CCZ, Luciano Miranda, o CCZ não é abrigo. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) é um órgão de saúde pública cuja função principal é prevenir e controlar doenças que podem ser transmitidas entre animais e seres humanos (zoonoses), como raiva, leishmaniose e leptospirose. “CCZ não é um abrigo nem um canil municipal para receber animais abandonados. Abandono é crime e os responsáveis devem responder por abandono e maus-tratos”, reforça Patrícia.

 

O RT destaca que entre as principais funções do CCZ está: Monitorar e investigar riscos de doenças coletivas transmitidas por animais ou vetores. Organizar campanhas de vacinação de cães e gatos contra a raiva. Atuar no controle de animais sinantrópicos (como ratos, morcegos e pombos) em áreas públicas. Recolher temporariamente animais que representam perigo iminente à saúde pública (por exemplo, suspeita de raiva ou agressividade extrema em vias públicas).

Fonte – várzea grande mt gov.

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Várzea Grande

“Nunca deixei de acreditar”, diz jovem de VG que enfrenta doença genética rara

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Aos 17 anos, Marco Antônio divide tratamento com irmão e transforma dificuldades em motivação para seguir lutando.

A rotina de Marco Antônio Cezario Vieira, de 17 anos, está longe de ser comum para um adolescente. Morador do bairro Centro Sul, em Várzea Grande, ele convive desde a infância com o raquitismo, uma condição genética rara que compromete o desenvolvimento dos ossos e, no caso dele e do irmão mais novo, também provoca alterações hormonais que retardam o crescimento.

Embora a doença imponha limitações físicas e o tratamento ainda dependa de consultas e exames pelo Sistema Único de Saúde (SUS), Marco prefere não resumir sua história às dificuldades. O jovem sonha em conquistar uma vida melhor para a família, ajudar a mãe e mostrar que é possível superar o preconceito.

“Os nossos ossos são mais fracos e finos do que o normal. Isso faz com que a gente tenha aparência de criança, mesmo eu estando perto de completar 18 anos e meu irmão já com 15”, relatou.

Todos podemos acreditar em nós mesmos e lutar todos os dias

Ao longo dos anos, a diferença física em relação a outras crianças fez com que ele enfrentasse situações que marcaram sua infância e adolescência. Comentários, apelidos e dúvidas sobre sua capacidade tornaram-se frequentes dentro e fora da escola.

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“Era difícil ouvir perguntas como ‘por que você é assim?’ ou ‘você não vai conseguir fazer as coisas’. Também tinham os apelidos e os olhares. Eu me sentia desacreditado, incapaz de fazer certas coisas”, contou.

As dificuldades aumentaram após a morte do pai. Marco lembra que passou por um período de tristeza e isolamento, mas encontrou na mãe o principal incentivo para seguir em frente.

“Minha mãe é a mulher mais forte e bonita do mundo. Eu a amo. Toda a dor que eu sentia e a saudade que nunca deixou de existir eu depositei nela, tentando ajudá-la e sendo forte, mesmo quando era muito difícil”, declarou.

Hoje, ele e o irmão seguem em tratamento pelo SUS. Apesar de reconhecer a importância do sistema público de saúde, afirma que a demora para conseguir consultas e exames ainda representa um desafio constante para a família.

“Pelo SUS tudo é mais lento, mas graças a Deus ele existe para quem não tem condições de pagar um plano de saúde. Ainda faltam exames e consultas com especialistas, principalmente para o meu irmão”, explicou.

Para complementar a renda familiar e ajudar nas despesas com medicamentos, deslocamentos e demais custos da casa, a família passou a vender produtos.

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“O objetivo é ajudar nas contas de casa, comprar medicamentos e melhorar nossa qualidade de vida. Tudo é muito caro e as coisas não são fáceis”, afirmou.

Apesar da rotina de desafios, Marco Antônio prefere falar sobre o futuro. Ele conta que gosta de conhecer pessoas, trabalhar com vendas e compartilhar sua trajetória para incentivar quem também enfrenta momentos difíceis.

“Eu gosto de conhecer pessoas, gosto de vender e gosto de contar minha história para motivar outras pessoas. Meu maior sonho é ajudar minha mãe e meus irmãos para que a gente tenha qualidade de vida e felicidade”, ressaltou.

Às vésperas de completar 18 anos, o jovem afirma que aprendeu a não permitir que as limitações definam quem ele é. Para ele, a maior vitória está em continuar acreditando em si mesmo.

“Ouvi muitas vezes que eu era baixo demais, que não iria conseguir e que não poderia fazer certas coisas. Mas todos podemos acreditar em nós mesmos e lutar todos os dias, mesmo com as nossas dificuldades”, concluiu.

Fonte – várzea grande mt gov.

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Parque Berneck – Várzea Grande

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