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BRASIL

Ministério do Turismo realiza reunião técnica do Fungetur para MEIs inscritos no CadÚnico do Piauí

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Os ministros do Turismo, Gustavo Feliciano, e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, participam, nesta quinta-feira (10/09), às 9h30, em Teresina (PI), de uma reunião técnica sobre o Fundo Geral de Turismo (Fungetur). A agenda contará também com representantes do Sebrae Nacional e de bancos e agências estaduais de fomento credenciados ao Fundo.

Um dos temas do evento será a linha de financiamento para MEIs inscritos no CadÚnico e no Cadastur. A iniciativa disponibiliza crédito de até R$ 21 mil, destinado à melhoria da infraestrutura e ao capital de giro. O recurso é voltado a guias de turismo, motoristas, artesãos, vendedores de alimentos e bebidas, além de outros profissionais da cadeia turística.

A oficina será realizada no AVEXA HUB – Espaço Rosa dos Ventos, na Universidade Federal do Piauí (UFPI), na Rua Visconde da Parnaíba, 875. Os ministros atenderão a imprensa a partir das 11h.

Serviço:
Oficina técnica – Fungetur para MEIs do CadÚnico e do Cadastur
Data: 10/09/2026 (quinta-feira)
Horário: 9h30
Atendimento à imprensa: A partir das 11h
Local: AVEXA HUB – Espaço Rosa dos Ventos, UFPI – Rua Visconde da Parnaíba, 875, Teresina (PI)
Contato da Assessoria de Comunicação do MTur: Natalia Moraes – (61) 99202-7509
Contato da Assessoria de Comunicação do MDS: Mara Oliveira – [email protected] / [email protected]

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Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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BRASIL

Transespinhaço percorre a única cordilheira do Brasil e integra turismo e conservação em Minas Gerais

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A Trilha Transespinhaço atravessa a Serra do Espinhaço de sul a norte, ligando os municípios mineiros de Ouro Branco e Espinosa em um percurso de mais de mil quilômetros. Considerada uma das maiores trilhas de longo curso do país, a rota conecta 53 unidades de conservação e passa por mais de 40 municípios, reunindo atrativos naturais, patrimônios culturais e comunidades tradicionais ao longo do caminho.

Reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera, a Serra do Espinhaço é considerada a única cordilheira do Brasil e abriga uma rica diversidade de paisagens e ecossistemas. A região funciona como área de transição entre os biomas Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga, concentrando espécies da fauna e da flora de grande relevância para a conservação ambiental.

Ao longo do trajeto, a trilha passa por importantes áreas protegidas, como os parques estaduais do Itacolomi, Pico do Itambé, Rio Preto, Biribiri, Serra do Intendente e Serra Nova. 

Entre os cenários que compõem a experiência da Transespinhaço, estão campos rupestres, cânions, cachoeiras, cavernas e picos de montanha, além de vilarejos históricos e comunidades quilombolas. Também integra atrativos ligados à gastronomia regional e ao patrimônio cultural associado à Estrada Real.

Entre os pontos de destaque estão os picos do Sol, com 2.100 metros de altitude; do Itambé, com 2.052 metros; Dois Irmãos, com 1.825 metros; e do Itacolomi, com 1.772 metros.

Além de ampliar as oportunidades para o turismo em ambientes naturais, a trilha contribui para a proteção de espécies ameaçadas de extinção da flora e da fauna, fortalecendo a conservação ambiental em uma das regiões mais biodiversas do país.

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Como chegar

Pela extensão da trilha, a logística da viagem pode ser adaptada ao trecho específico que o visitante deseja percorrer. Para quem planeja iniciar a travessia pelo marco de Ouro Branco, a principal porta de entrada terrestre e aérea da região é a capital, Belo Horizonte, que oferece acesso viário rápido e direto. 

Para quem quer conhecer os trechos intermediários ou porções mais ao norte do roteiro, o aventureiro pode contar com a infraestrutura e os terminais rodoviários de cidades-polo conectadas pela trilha, como Conceição do Mato Dentro, Diamantina, Serro e Bocaiúva, o que facilita o planejamento logístico tanto de expedições curtas quanto de roteiros mais longos.

Para facilitar o planejamento da expedição, o traçado é organizado em diferentes setores, interligando unidades de conservação e municípios estratégicos:

  • Setor 1: Apresenta ramais que convergem para a Serra da Piedade. Um dos caminhos parte de Ouro Branco e passa por Itatiaia, Chapada, Lavras Novas, Parque Estadual do Itacolomi, Serra do Chafariz, Floresta Estadual do Uaimii, Capanema e Parque Nacional da Serra do Gandarela. O outro ramal segue pela Serra dos Mascates/Serra da Moeda, Topo do Mundo, Serra da Calçada, Parque Estadual do Rola Moça (Serra do Cachimbo), Rodovia BR-356, Mina de Águas Claras, Serra do Curral e Sabará/Pompéu.

  • Setor 2: Conecta a Serra dos Alves e o Alto Palácio (no Parque Nacional da Serra do Cipó) ao norte do Parque Estadual da Serra do Intendente, seguindo até o município de Gouveia.

  • Setor 3: Inicia em Datas e passa por Gouveia, Presidente Kubitschek, Serro, Santo Antônio do Itambé, São Gonçalo do Rio Preto, Couto de Magalhães de Minas e finaliza em Diamantina.

  • Setor 4: Interliga o Parque Nacional das Sempre Vivas, o Parque Estadual de Botumirim, o município de Cristália e o Parque Estadual de Grão Mogol.

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Trilhas de Longo Curso

Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 Unidades de Conservação (UC). Juntas, têm mais de 25.000 km planejados, com cada trilha identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que pode ser personalizada com sua logomarca, inserindo um desenho próprio que a represente, dentro do formato de pegada.

As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, mas não se limitando a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outras.

 Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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BRASIL

Parque Nacional da Serra dos Órgãos: santuário de montanhas, cachoeiras e biodiversidade no estado do Rio de Janeiro

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Encravado entre as imponentes montanhas da Região Serrana do estado do Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos destinos mais atrativos do país para quem busca ecoturismo e aventura. Dividida entre os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Guapimirim e Magé, a unidade protege um total de 19.855 hectares, preservando a paisagem e a biodiversidade da Serra do Mar, no território fluminense.

Criado em 1939, trata-se do terceiro parque nacional mais antigo do Brasil, representando um marco fundamental na história das unidades de conservação ambiental nacionais. Além da relevância histórica, o destino é um dos melhores locais do território brasileiro para a prática de esportes de montanha, reunindo opções de caminhada, escalada, rapel e banhos em cachoeiras e piscinas naturais.

Para os amantes do trekking, as caminhadas de longa duração, o parque ostenta a maior rede de trilhas do Brasil, somando mais de 200 quilômetros de percursos com todos os níveis de dificuldade. As opções vão desde a trilha suspensa, acessível a cadeirantes, até a Travessia Petrópolis-Teresópolis, um clássico do ramo, com 30 km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.

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A unidade também é considerada a capital do montanhismo brasileiro. Entre as centenas de vias de escalada disponíveis – que atendem de iniciantes a praticantes de subida em paredões – destacam-se a Agulha do Diabo e o lendário Dedo de Deus, pico que é tido como o marco inicial da escalada no país.

Toda essa imponência rochosa é cercada por uma riqueza natural sem igual. O parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas, além de 462 espécies de aves, 100 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis. Esse refúgio de vida silvestre protege 130 animais ameaçados de extinção e diversas espécies que só existem nessa região do planeta.

Como chegar

A principal porta de entrada para o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é a Região Serrana do Rio de Janeiro. Partindo da capital fluminense, o acesso às sedes da unidade de Teresópolis e Guapimirim é feito principalmente pela rodovia BR-116. Já o acesso à sede de Petrópolis pode ser feito pela BR-040, seguindo em direção ao distrito de Corrêas.

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Por se tratar de uma unidade de conservação de proteção integral, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o acesso de veículos se restringe às áreas administrativas e às portarias. A exploração dos atrativos é feita a pé ou por meio de caminhadas e escaladas orientadas, garantindo a segurança dos visitantes e a preservação do patrimônio.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Parque Berneck – Várzea Grande

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