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Foi realizada nesta sexta-feira (08.03), uma visita técnica no Campo Experimental da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), no município de Acorizal (62 km ao Norte de Cuiabá), para apresentar o projeto de pesquisa com flores tropicais. Considerado pioneiro no Estado, o projeto estuda a viabilidade produtiva das espécies estrelícia, helicônia, bastão do imperador, alpínia e antúrio, plantas destinadas principalmente para arranjos florais e paisagismo. O evento contou com a participação de 180 pessoas, entre mulheres rurais, produtores, técnicos agropecuários, estudantes e outros.

A visita técnica foi dividida em grupos e apresentou o trabalho de pesquisa que é executado desde 2009 com as flores tropicais.  Os visitantes recebem orientações sobre cultivo e plantio com as pesquisadoras da Empaer, Eliane Forte Daltro e Lozenil Carvalho Frutuoso, e com o técnico agropecuário, Guilherme Araújo Neves. Eliane destacou que o Estado de Mato Grosso possui condições climáticas ideais para o cultivo de flores tropicais e folhagens. “O cultivo de flores pode ser uma alternativa de renda para as mulheres rurais”, enfatiza.

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Durante a visita técnica o presidente da Empaer, Renaldo Loffi, parabenizou as participantes pelo Dia Internacional da Mulher e destacou, em especial, as mulheres do campo, que garantem às suas famílias a geração de renda e contribuem para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar. “Hoje estou aqui para prestar a minha homenagem a você, mulher, que com força, trabalho, sabedoria e delicadeza deixa o nosso dia-a-dia mais suave e leve”, declarou Loffi.

Renaldo lembrou que no ano de 2018, os técnicos e extensionistas da Empaer atenderam mais de 15 mil mulheres em 135 municípios do Estado, divulgando as políticas públicas para a agricultura familiar. O secretário adjunto da agricultura familiar (Seaf), Carlos Alberto Simões de Arruda, falou que o governo do Estado trabalha para o fortalecimento da agricultura familiar e no alinhamento das cadeias produtivas com a finalidade de promover a geração de emprego e renda para as famílias no campo.

A produtora rural Ademira Maria Oliveira Souza, do município de Rosário Oeste (128 km ao Norte de Cuiabá), da Comunidade Ressaca, ficou empolgada com o cultivo das flores tropicais e enxerga uma nova fonte de renda. Ela pretende implantar um hectare de flores tropicais. A produtora possui uma área de 46 hectares e produz hortaliças e legumes que são comercializados em Nobres e Cuiabá.

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A presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Acorizal, Elzita Maria da Silva, participou da visita e esclareceu que a Empaer vai implantar um projeto piloto com flores tropicais em sua propriedade numa área de um hectare. Segundo ela, esse projeto vai atender 12 mulheres rurais que desejam aprender sobre o cultivo. A presidente possui uma propriedade de 50 hectares, na Comunidade Córrego Fundo, e cultiva mandioca numa área de seis hectares. “Acostumada a fabricar farinha de mandioca, com o projeto piloto vamos diversificar a nossa produção”, enfatiza.

Participaram do evento mulheres rurais de Cuiabá, Jangada, Rosário Oeste, Poconé e Acorizal, funcionários da Empaer, autoridades e outros.

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Mato Grosso

Violência doméstica: guia prático é lançado em colóquio da Rede de Enfrentamento

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Qual a porta de entrada para o atendimento de mulheres que sofreram uma violência doméstica? Após o primeiro contato para onde a vítima deve ser encaminhada? Há necessidade de solicitar medida protetiva? As respostas destas perguntas integram o fluxograma elaborado pela Rede de Acolhimento às Vítimas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, publicado em um Guia Prático, lançado nesta quarta-feira (10).
 
O lançamento ocorreu durante o “Colóquio sobre Políticas Públicas e a Rede de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”, realizado no Auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e organizado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT) e demais integrantes da Rede de Enfrentamento.
 
“Este é o primeiro evento oficial da Rede Municipal de Cuiabá, uma oportunidade para discutirmos políticas públicas para avançar no enfrentamento da violência doméstica familiar e diminuir o número de casos”, afirma a coordenadora da Rede de Enfrentamento, a juíza da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá, Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa. “A lei Maria da Penha completou 16 anos no dia 07 de agosto e apesar de ser considera a uma das três melhores leis do mundo, o Brasil ainda é o quinto país que mais mata mulheres.”
 
A magistrada explicou que há políticas públicas primárias, voltadas para a prevenção da agressão, as secundárias, que são direcionadas para população de risco e as políticas públicas terciárias, pensadas para pessoa que já sofreu a violência ou já praticou a violência. “Em 2021 a Lei Maria da Penha sofreu uma alteração. Agora há a obrigatoriedade de discutir nos bancos escolares a questão a violência doméstica. Dessa forma, tratamos do assunto com crianças para que no futuro não venha a reproduzir uma violência e ser processado ou para que não se torne uma vítima de violência doméstica familiar”, descreveu. A juíza cita os grupos reflexivos para homens agressores como um dos exemplos de políticas públicas terciárias.
 
Também participaram do evento a coordenadora do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp); major PM Monalisa Furlán, a promotora de Justiça Elisamara Portela e a defensora pública Rosana Leite.
 
A Rede de Enfrentamento foi criada pelo Cemulher-MT, coordenado pela vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro. É composta por representantes de instituições envolvidas na causa de combate à violência contra a mulher (Judiciário, Defensoria Pública, Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, OAB, Secretaria da Mulher da mulher de Cuiabá e universidades).
 
O guia prático será digitalizado e ficará disponível no Portal do Cemulher. Conheça o site neste link. 
 
Agosto Lilás – O colóquio integra as ações programadas pela Rede de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher para marcar o Agosto Lilás. Campanha criada para divulgar a sanção da Lei Maria da Penha (Nº 11.340/2006), que compeltou 16 anos de promulgação. O objetivo é sensibilizar instituições, gestores(as) e mulheres da sociedade sobre o tema. Visa também compartilhar dados e informações sobre a violência contra a Mulher no Estado, a implementação de políticas públicas, serviços e projetos sociais que se destacam na Rede de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto1: Horizontal e colorida da abertura do colóquio. Sentadas em cadeiras estão a defensora, a juíza Ana Graziela com o microfone em uma das mãos, a promotora e a delegada Jannira Laranjeira. Foto 2: Vertical colorida. A juíza Ana Graziela concede entrevista. Foto 3: Vertical colorida. A promotora Elisamara fala com a imprensa. Foto 4: Horizontal colorida da defensora pública. Foto 5: Vertical colorida da coordenadora do GGI. Foto 6: Horizontal e colorida do guia prático em uma das cadeiras.
 
Leia outras matérias sobre o tema nos links abaixo:
 
 
Alcione dos Anjos/ Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Mato Grosso

Centro Especializado do Fórum de Cuiabá encaminha vítimas de crimes à rede de apoio

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Um dos serviços ofertados pelo Centro Especializado de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais é o encaminhamento do público à rede de apoio e atenção, por meio de programas sociais, encaminhamentos para profissionais de saúde, orientações sobre garantia de direitos e cidadania.
 
Esse é um dos principais eixos de atuação do setor, que foi inaugurado no Fórum de Cuiabá no dia 27 de julho, conforme explica a juíza-coordenadora do Centro, Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa.
 
“Não é apenas uma sala de espera, um espaço diferenciado. É um local onde a vítima encontra profissionais já qualificados para encaminhamento, como por exemplo, para psicólogos. Nossa expectativa é que elas usem o espaço e os serviços e que sejam dados todos os encaminhamentos necessários para essa vítima”, destaca a magistrada.
 
Antes da criação do Centro, muitas vítimas ficavam nos corredores do fórum, ao lado de outras testemunhas, outros criminosos. Agora, há um espaço adequado, com profissionais capacitados e preparados para fazer todo o encaminhamento necessário para a rede.
 
Contato – Os interessados podem entrar em contato com o Centro de Atendimento Especializado às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais pelo telefone (65) 3648-6598 ou pelo e-mail [email protected]
 
Leia nos links abaixo matérias sobre o Centro Especializado de Atendimento:
 
 
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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