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Saúde

Unidade de cuidados continuados passa a atender pacientes do SUS em Curitiba

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Uma Unidade de Cuidados Continuados (UCC) com 60 leitos destinados a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) iniciou o atendimento nesta sexta-feira (28), na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (ISCMC). O serviço recebe pacientes regulados pelo município que necessitam dar continuidade ao tratamento após a fase de maior complexidade da internação hospitalar.

A unidade é destinada a pessoas clinicamente estáveis que ainda precisam de acompanhamento, reabilitação e cuidados de enfermagem, mas que não necessitam permanecer em leitos hospitalares de maior complexidade.

Durante a abertura da unidade, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, destacou a importância da ampliação da capacidade assistencial e da organização dos fluxos de atendimento na rede.

“A ampliação da capacidade de cuidados continuados permite organizar melhor o fluxo de pacientes na rede, garantindo que cada pessoa tenha acesso ao cuidado adequado à sua necessidade. Ao mesmo tempo, contribui para que os leitos hospitalares de maior complexidade estejam disponíveis para quem realmente precisa desse tipo de atendimento”, destacou.

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Entre os pacientes que podem ser encaminhados ao serviço estão pessoas em recuperação após acidente vascular cerebral (AVC), que podem dar continuidade ao tratamento com fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e acompanhamento médico.

Financiamento

O funcionamento da unidade conta com recursos federais incorporados ao Teto Financeiro de Média e Alta Complexidade (Teto MAC) de Curitiba. O valor anual previsto para o serviço é de R$ 20 milhões, repassados à Santa Casa por meio da contratualização com a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba.

A unidade recebeu o nome de Monsenhor Mário Sérgio Bittencourt de Carvalho, que atuou em comunidades da Arquidiocese de Belo Horizonte e foi provedor da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba.

Serviços de saúde no Paraná

Durante visita técnica realizada à Santa Casa de Curitiba, também foi destinado à prefeitura um veículo para utilização nos serviços de saúde do município.

Dez ambulâncias Tipo A estão sendo entregues aos municípios de Campina Grande do Sul, Curitiba, Arapongas, Araucária, Cambé, Campina da Lagoa, Campo Largo, Cantagalo, Castro e Colombo.

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Também estão previstas dez Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) para os municípios de Tapira, Enéas Marques, Pinhalão, Ipiranga, Campo do Tenente, Porto Barreiro, Arapuã, Godoy Moreira, Jardim Alegre e Marquinho.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Nova fase da Operação Gota beneficia 20 comunidades indígenas na Amazônia

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A partir do próximo domingo (30), o Ministério da Saúde inicia uma nova fase da Operação Gota para beneficiar 20 aldeias indígenas na Amazônia Legal. A ação amplia o acesso à vacinação para comunidades remotas, onde as condições geográficas e de transporte demandam uma logística 100% via aérea para o deslocamento das equipes de saúde. 

A operação segue até o dia 6 de setembro e contempla as comunidades atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará. A população terá acesso à todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Operação Gota é uma ação integrada entre as Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e a Força Aérea Brasileira (FAB), do Ministério da Defesa.

A ação também será realizada em comunidades indígenas do Médio Rio Purus, com atividades previstas entre os dias 10 e 20 de setembro. No primeiro semestre deste ano, também foram atendidos os territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Nesses três territórios, foram visitadas 112 aldeias, aplicadas 13 mil doses e vacinados mais de 8 mil indígenas.

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Planejamento das ações

Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades. Além da vacinação, as equipes podem realizar outros atendimentos de saúde durante as missões, conforme as necessidades identificadas em cada território. Entre as atividades, estão assistência médica, avaliação e acompanhamento nutricional e outras ações de atenção à saúde.

Sobre a Operação Gota

A Operação Gota (OG) é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal.

Em 1996, a estratégia foi incorporada ao escopo técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), consolidando-se como importante instrumento para a promoção da equidade no acesso aos imunobiológicos e para o fortalecimento das ações de vacinação em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.

Leidiane Souza
Rayane Bueno

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Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

População de Petrolina (PE) é atendida por carreta de saúde da mulher do Ministério da Saúde; veja como funciona

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Pacientes do SUS que aguardam serviços especializados em saúde da mulher em Petrolina (PE) e região estão sendo atendidas por uma carreta do Ministério da Saúde. Estruturada com equipamentos, insumos e uma equipe multiprofissional, a unidade oferta serviços para diagnóstico precoce de câncer de mama e do colo do útero.

Os serviços fazem parte do programa Agora Tem Especialistas, criado pela Lei nº 15.233/2025, e oferecem consultas, procedimentos, exames e demais ações em atenção especializada à saúde. 

Na unidade móvel, são realizadas mamografias, ultrassonografias pélvicas e transvaginais, biópsias e consultas com especialistas, que interpretam os exames e direcionam a paciente para as próximas fases de cuidado. Em funcionamento de segunda a sexta-feira, pode realizar até 120 atendimentos por dia.

Além do município, pacientes de outras seis cidades também poderão ser encaminhadas para atendimento pelas secretarias municipais de saúde: Afrânio, Cabrobó, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó, Santa Maria e a população indígena de Truká (Orocó e Cabrobó).

O secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, acompanhou os atendimentos na carreta nesta sexta-feira (28) e falou sobre como a iniciativa tem diminuído o tempo de espera para esses serviços em todo o país.

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“O programa das carretas está em operação em diversas cidades brasileiras, com o objetivo principal de agilizar o acesso da população aos serviços de saúde, sendo esta uma iniciativa de extrema relevância. Atualmente, em Pernambuco, contamos com cinco unidades móveis — três de saúde da mulher, uma unidade de imagem equipada com tomografia e uma unidade oftalmológica. O fluxo de atendimento abrange todo o ciclo do diagnóstico: da mamografia à ultrassonografia e, caso necessário, será feita a biópsia. Assim, um  ciclo de cuidado completo”, disse o secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales.

Mais acesso à saúde

Quinze municípios já foram atendidos no estado pelas carretas do Ministério da Saúde, ofertando serviços especializados em saúde da mulher, exames de imagem e oftalmologia. Ao todo, 13,9 mil pessoas foram atendidas e 34 mil procedimentos foram realizados.

Para ser atendido

As carretas atendem exclusivamente pacientes que foram pré-agendados e encaminhados para a unidade pela secretaria municipal de saúde. Pessoas que já aguardam os exames pelo SUS podem solicitar encaminhamento indo até uma Unidade Básica de Saúde da cidade.

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Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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