Mato Grosso

Servidora da Secitec cria startup que ajuda pais a encontrar babá para filhos

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Ser mãe nos dias de hoje não é nada fácil. Ainda mais que as mulheres se dividem em diversas funções simultâneas, entre trabalho doméstico, vida profissional e a criação dos filhos. Imagine então o malabarismo necessário que elas precisam fazer, para ter uma vida social.

A servidora da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec), Lecticia Figueiredo, disse que em agosto do ano passado participou de um evento de empreendedorismo: ‘Startup Weekend Sinop’. Esse evento dava a oportunidade de os participantes apresentar suas ideias e formar equipes para desenvolver o modelo de negócio e no final apresentá-las aos mentores que ajudavam a construir os projetos.

Lecticia explica que no meio do evento, Maria Clara, 10 anos, subiu no palco e disse “A minha mãe sempre quer sair e não tem com quem me deixar, alguém me ajuda resolver esse problema”? Foi aí que surgiu a ideia de criar a startup – Quem indica sua Babá (Q.I Babá).

A servidora conta que logo se viu na mesma situação que a mãe de Maria Clara. Ela tem uma filha de cinco anos e sempre precisa de babá. “Quando nossos filhos nascem, esquecemos de nós. Porque a partir dali tudo gira em torno deles. Ficamos assim, por um longo período, só que precisamos também de um tempo para nós. Foi aí que vi a oportunidade de transformar o problema em solução”.

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Com isso, ela e mais sete pessoas formaram uma equipe e naquele final de semana colocaram a ideia em prática. “Conseguimos fazer a validação fechando dois negócios durante o evento, o que resultou em 1º lugar no Startup Weekend Sinop”.

Após o evento, o grupo começou a fazer os planejamentos para inserir a startup no mercado, eles tiveram monitorias jurídicas e de marketing para saber como deveriam proceder. “Temos que fazer muitas videoconferências, porque os membros são de Cuiabá, Sinop e Tangará da Serra, por isso utilizamos essa ferramenta para nos comunicar”, destaca Lecticia. 

Mais do que fechar um negócio, a proposta é atender o cliente e resolver aquele problema da melhor forma possível, e realmente é maravilhoso, segundo ela, consiguir disponibilizar uma babá de boas referências para uma mãe ou pai. “Em dois meses de funcionamento, já temos como resultado mais de 30 babás cadastradas e já atendemos 16 chamados. Então pais, precisam sair hoje? Chame a Q.I Babá”.

Da necessidade à solução

A partir dessa necessidade, foi observadao que muitos pais estavam na mesma situação, pois queriam ter uma vida social, mas não encontravam a solução certa para isso. O negócio está ganhando força e popularidade.

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Quem somos

É uma startup que nasceu para acalmar os corações dos pais, vinculando as melhores babás e disponibilizamos os serviços por horas ou diárias.

Para segurança dos clientes, há no banco de dados referências de cada profissional, informações pessoais, histórico de pesquisa de satisfação analisada pelo nosso compliance e entrevista de validação.

Encontre os serviços

A sócia-fundadora da Q.I Babá, Juliana Gonzalez explica que os serviços estão disponíveis nas redes sociais @qibababrasil, é só acessar o chat e escolher as opções. Também pode ligar para: (65) 99955-4577; ou solicitar os serviços por e-mail: [email protected].

Juliana relata que as profissionais passam por um processo seletivo rigoroso para fazer parte da rede. “Após o atendimento as babás são avaliadas e está avaliação fica disponível para outros pais também. Mais do que isso, o projeto permite chamar babás para crianças de seis meses até 16 anos”.

É necessário que os pais preencham o cadastro uma única vez e o pagamento é feito online. Os atendimentos estão sendo feitos em Cuiabá, Várzea Grande e Sinop.  

Equipe conseguiu fechar dois negócios durante evento e alcançou 1º lugar no Startup Weekend Sinop

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Mato Grosso

Apiacás anuncia classificação de seletivo para credenciamento de fisioterapeuta

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A Comarca de Apiacás (963 Km da Capital) divulgou o resultado do processo seletivo para credenciamento de pessoa física na área de Fisioterapia. De acordo com a comissão de apoio ao seletivo, Antônio Carlos do Nascimento Lima é o profissional classificado. 
 
Conforme o juiz-diretor substituto do Fórum, Lawrence Pereira Midon, serão admitidos recursos no prazo de dois dias, contados da publicação do resultado final do processo. O profissional classificado atuará na unidade judicial.
 

Álvaro Marinho

Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Violência doméstica: guia prático é lançado em colóquio da Rede de Enfrentamento

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Qual a porta de entrada para o atendimento de mulheres que sofreram uma violência doméstica? Após o primeiro contato para onde a vítima deve ser encaminhada? Há necessidade de solicitar medida protetiva? As respostas destas perguntas integram o fluxograma elaborado pela Rede de Acolhimento às Vítimas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, publicado em um Guia Prático, lançado nesta quarta-feira (10).
 
O lançamento ocorreu durante o “Colóquio sobre Políticas Públicas e a Rede de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”, realizado no Auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e organizado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT) e demais integrantes da Rede de Enfrentamento.
 
“Este é o primeiro evento oficial da Rede Municipal de Cuiabá, uma oportunidade para discutirmos políticas públicas para avançar no enfrentamento da violência doméstica familiar e diminuir o número de casos”, afirma a coordenadora da Rede de Enfrentamento, a juíza da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá, Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa. “A lei Maria da Penha completou 16 anos no dia 07 de agosto e apesar de ser considera a uma das três melhores leis do mundo, o Brasil ainda é o quinto país que mais mata mulheres.”
 
A magistrada explicou que há políticas públicas primárias, voltadas para a prevenção da agressão, as secundárias, que são direcionadas para população de risco e as políticas públicas terciárias, pensadas para pessoa que já sofreu a violência ou já praticou a violência. “Em 2021 a Lei Maria da Penha sofreu uma alteração. Agora há a obrigatoriedade de discutir nos bancos escolares a questão a violência doméstica. Dessa forma, tratamos do assunto com crianças para que no futuro não venha a reproduzir uma violência e ser processado ou para que não se torne uma vítima de violência doméstica familiar”, descreveu. A juíza cita os grupos reflexivos para homens agressores como um dos exemplos de políticas públicas terciárias.
 
Também participaram do evento a coordenadora do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp); major PM Monalisa Furlán, a promotora de Justiça Elisamara Portela e a defensora pública Rosana Leite.
 
A Rede de Enfrentamento foi criada pelo Cemulher-MT, coordenado pela vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro. É composta por representantes de instituições envolvidas na causa de combate à violência contra a mulher (Judiciário, Defensoria Pública, Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, OAB, Secretaria da Mulher da mulher de Cuiabá e universidades).
 
O guia prático será digitalizado e ficará disponível no Portal do Cemulher. Conheça o site neste link. 
 
Agosto Lilás – O colóquio integra as ações programadas pela Rede de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher para marcar o Agosto Lilás. Campanha criada para divulgar a sanção da Lei Maria da Penha (Nº 11.340/2006), que compeltou 16 anos de promulgação. O objetivo é sensibilizar instituições, gestores(as) e mulheres da sociedade sobre o tema. Visa também compartilhar dados e informações sobre a violência contra a Mulher no Estado, a implementação de políticas públicas, serviços e projetos sociais que se destacam na Rede de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto1: Horizontal e colorida da abertura do colóquio. Sentadas em cadeiras estão a defensora, a juíza Ana Graziela com o microfone em uma das mãos, a promotora e a delegada Jannira Laranjeira. Foto 2: Vertical colorida. A juíza Ana Graziela concede entrevista. Foto 3: Vertical colorida. A promotora Elisamara fala com a imprensa. Foto 4: Horizontal colorida da defensora pública. Foto 5: Vertical colorida da coordenadora do GGI. Foto 6: Horizontal e colorida do guia prático em uma das cadeiras.
 
Leia outras matérias sobre o tema nos links abaixo:
 
 
Alcione dos Anjos/ Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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