Sem categoria

Reforma prevê 40 anos de contribuição para se aposentar com 100% do salário

Publicado em


Reforma da Previdência prevê 40 anos de contribuição para poder se aposentador com salário integral
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Reforma da Previdência prevê 40 anos de contribuição para poder se aposentador com salário integral

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6/2019, que altera as regras da Previdência Social e foi enviada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao Congresso nesta quarta-feira (20), prevê que o trabalhador precisará fazer contribuição por 40 anos para poder se aposentar com 100% do salário. A nova fórmula de cálculo substituirá o Fator Previdenciário, usado atualmente no cálculo das aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Leia também: Secretários dão detalhes sobre a proposta de reforma da Previdência; acompanhe

A proposta de reforma da Previdência aumenta o tempo mínimo de contribuição
de 15 para 20 anos, e estipula aumento progressivo de benefício dependendo do tempo em que o trabalhador contribuir. De acordo com o texto, após 20 anos de contribuição, os trabalhadores teriam direito a 60% do valor do benefício integral. A partir dessa idade mínima, no valor do benefício aumenta 2% a cada ano trabalhado.

Por exemplo:

  • 21 anos de contribuição garantem 62% do benefício integral;
  • 22 anos de contribuição garantem 64% do benefício integral;
  • 25 anos de contribuição garantem 70% do benefício integral;
  • 30 anos de contribuição garantem 80% do benefício integral; e
  • 40 anos de contribuição garantem 100% do benefício integral.
Leia mais:  Botelho se reúne com moradores e garante empenho para conclusão de asfalto no Parque Ohara

“Calcula-se a média das contribuições ao longo da vida, corrigida pela inflação, e vai ter garantido 60% dessa média, acrescido de 2% para cada ano que exceder 20 anos de contribuição. Se tiver 21 anos de contribuição, 62%. Chega a 100% com 40 anos de contribuição. Se tiver mais de 40 anos de contribuição, passa de 100%”, explicou o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim.

Leia também: Faltam “de 60 a 70 votos” para aprovar reforma da Previdência, afirma Mourão

Para os servidores, em caso de aprovação, a nova regra valerá somente para quem ingressou no setor público após o ano de 2003, ou seja, que não têm direito à “integralidade”, que é o benefício baseado no último salário recebido e à paridade, que são os aumentos de acordo com os servidores na ativa.

Durante o período de transição, de 12 anos, o limite de 100% do benefício
integral continuará valendo, tanto para o servidores públicos quanto para trabalhadores do setor privado. De acordo com o secretário de Previdência da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Leonardo Rolim, o novo cálculo é mais simples que o atual Fator Previdenciário.

Leia mais:  Maquiador de Meghan Markle revela como ter o visual da duquesa em 10 passos

O atual modelo


Modelo atual de contribuição, que leva em conta o Fator Previdenciário, será substituiído
Divulgação

Modelo atual de contribuição, que leva em conta o Fator Previdenciário, será substituiído

Pelas regras atuais, os benefícios integrais do INSS são pagos da seguinte forma:

  • benefício integral do INSS (trabalhadores do setor privado) é a média de 80% das maiores contribuições;
  • setor público, para os servidores que ingressaram entre 2003 e 2013: o benefício é calculado com base na média de 100% das contribuições;
  • servidores públicos que ingressaram depois de 2013 têm o benefício limitado pelo teto do INSS, que atualmente é de R$ 5.839,45. Em relação a parcela que exceder o teto, pode-se contribuir para o fundo de pensão do governo.

A aplicação do Fator Previdenciário resulta em aposentadorias mais elevadas para quem trabalha mais tarde e em benefícios menores caso a  expectativa de sobrevida
da população aumente. Com as mudanças propostas, o benefício passaria a crescer progressivamente de acordo com o tempo de contribuição
.

Comentários Facebook
Advertisement

Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

Published

on

Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

Comentários Facebook
Leia mais:  Seminua, Juliana Paes faz pose de “dor de cabeça” e web aplaude
Continue Reading

Sem categoria

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Published

on


source
Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

Leia mais:  Seminua, Juliana Paes faz pose de “dor de cabeça” e web aplaude

Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

Leia Também

A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.

Comentários Facebook
Continue Reading

Parque Berneck – Várzea Grande

Política MT

Mato Grosso

Policial

Política Nacional

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana