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Reforma da Previdência no Brasil repercute na imprensa internacional

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A reforma da Previdência é tida, pelo governo e pela imprensa internacional, como o melhor caminho para o ajuste fiscal
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A reforma da Previdência é tida, pelo governo e pela imprensa internacional, como o melhor caminho para o ajuste fiscal

Tida como medida mais importante da agenda econômica do governo, a apresentação da proposta de reforma da Previdência no Brasil foi também foi notícia em diferentes veículos do exterior, especialmente na América do Sul e nos Estados Unidos. A economia estimada de R$ 1,16 trilhão em dez anos e a viabilidade da aprovação das novas regras para aposentadoria foram os principais destaques na imprensa internacional.

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No jornal argentino Clarín
, a reforma da Previdência
é citada como fundamental para o equilíbrio financeiro do Brasil e para “sustentar a credibilidade do governo ultraconservador” de Jair Bolsonaro (PSL) depois de um “início caótico”. A publicação também comenta as regras para idade mínima – de 62 anos para mulheres e 65 para os homens – e o aumento no tempo de contribuição para se aposentar com 100% do salário.

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O norte-americano
The New York Times

se refere à reforma como parte de um esforço do governo para salvar o “problemático” sistema previdenciário brasileiro. O jornal afirma que muitos brasileiros se aposentam na casa dos 50 anos e que isso, somado ao fato de que a expectativa de vida continua crescendo, tornou a Previdência Social insustentável. A publicação ainda lembrou que, em 27 anos como deputado, Bolsonaro
sempre votou contra propostas de mudança nesse sistema.


O The New York Times se refere à reforma como um esforço para salvar a
Reprodução/The New York Times

O The New York Times se refere à reforma como um esforço para salvar a “problemática” Previdência brasileira


O britânico Financial Times
, por sua vez, descreveu a “tão esperada” reforma como protagonista de um plano maior para colocar a economia do País de volta à trajetória de crescimento
. Segundo o jornal, a tramitação da proposta será assistida de perto por investidores brasileiros e estrangeiros, que estão interessados em ver se o governo cumprirá a promessa de abandonar políticas econômicas corporativistas e substituí-las por um amplo programa de medidas liberais.

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Ainda no Reino Unido, a
BBC News

 convidou o correspondente Daniel Gallas para comentar os principais pontos da proposta apresentada hoje. Para Gallas, aprovar as mudanças é o teste mais difícil para o “inexperiente” Bolsonaro até agora porque os parlamentares brasileiros costumam barganhar seu apoio em votações dependendo de seus interesses. O correspondente também lembrou que outras tentativas de reforma falharam no passado.


A BBC News convidou o correspondente Daniel Gallas para comentar os principais pontos da reforma da Previdência
Reprodução/BBC News

A BBC News convidou o correspondente Daniel Gallas para comentar os principais pontos da reforma da Previdência














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O jornal espanhol El País
também se refere à reforma da Previdência
como a primeira grande prova do novo governo, que testará sua popularidade entre deputados e senadores durante a tramitação do projeto. Para a publicação, Bolsonaro teve um início de mandato turbulento, marcado pela polêmica envolvendo supostos candidatos laranjas de seu partido, o PSL, que culminou na demissão de Gustavo Bebianno, e pela “crescente e incômoda” influência de seu filho Carlos em suas decisões como presidente.


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Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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