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Projetos sociais levam ações de prevenção ao álcool, drogas e suicídio a estudantes de Cocalinho

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Assessoria | PJC-MT

Cerca de 695 alunos do ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos participaram de ações dos projetos sociais da Polícia Judiciária Civil, De Cara Limpa Contra as Drogas, De Bem Com a Vida e Rede Digital Pela Paz, realizadas no, município de Cocalinho (923 km a Leste). As atividades foram realizadas entre os dias 19 a 28 de fevereiro para alunos dos três períodos do Colégio Estadual Getúlio Vargas e para um grupo de jovens da Igreja Batista.

Os trabalhos, desenvolvidos pela investigadora de polícia Ana Paula Rocha, responsável pelos projetos na região, tiveram como foco, a prevenção do consumo de álcool e outras drogas relacionados a temática da violência. Outro assunto abordado durante as atividades foi o suicídio. Os temas visam a promoção da saúde às crianças e adolescentes, assim como a redução dos fatores de riscos e o fortalecimento de meios de proteção, buscando minimizar vulnerabilidades.

Nas palestras, foi demonstrado aos alunos que o suicídio é um problema de saúde pública que normalmente está associado a fatores como depressão, uso de drogas e ainda às questões interpessoais, violência sexual, abusos, violência doméstica e bullying.

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“Esses fatores interferem na saúde mental da pessoa e podem levar a depressão profunda. Dentre as mais comuns estão o afastamento ou isolamento social, dificuldades de relacionamento na família, desejo de não ir à escola ou trabalhar, aumento no consumo de álcool, drogas, e o autoflagelo que é ato de lesionar seu próprio corpo”, argumentou Investigadora.

Segundo Ana Paula, as ações continuarão ao logo do período letivo. “É muito importante que os jovens façam escolhas saudáveis em suas vidas, evitando o consumo abusivo do álcool que pode desencadear malefícios pra saúde de cada indivíduo ou submetê-lo a situações de risco como acidentes, atropelamentos, suicídios e demais crimes”, destacou a investigadora.

 

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‘Na noite de SP, é muito policial armado’, diz segurança de show em que Leandro Lo foi morto; 6 pessoas entraram com armas

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O chefe da segurança do evento em que o lutador Leandro Lo foi morto com um tiro na cabeça, Moisés Amorim, informou que seis pessoas, das cerca de 1.500 que estavam no show, se apresentaram como policiais ou agentes de segurança pública, fizeram um cadastro e entraram portando armas de fogo no local.

Segundo Amorim, todos os visitantes foram revistados na entrada do evento, mas o número de policiais de folga que levam armas em eventos noturnos tem sido cada vez maior nos últimos anos.

“Na noite de São Paulo, é muito policial armado”, disse ele.

De acordo com o chefe de segurança, 40 vigilantes estavam trabalhando no show do Pixote no Clube Sírio, na Zona Sul de São Paulo, na noite de sábado (6), quando ocorreu o crime. Não foram registradas outras confusões até o momento do disparo, segundo o segurança.

O tenente da Polícia Militar Henrique Veloso, autor do disparo, teria sido identificado rapidamente justamente por conta do cadastro.

Lutador Leandro Lo e o PM Henrique Velozo — Foto: Reprodução

Lutador Leandro Lo e o PM Henrique Velozo — Foto: Reprodução

No entanto, a lei federal nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, libera o porte de armas para policiais, mesmo de folga.

Apesar disso, o chefe de segurança do evento, Moisés Amorim disse que não concorda com essa determinação legal. Ele afirmou que, ao longo de 15 anos, já presenciou várias agressões por parte de policiais de folga.

“Eu mesmo já levei coronhada de policial em um evento. Fui intervir em uma confusão, o cara sacou a arma e levei uma coronhada na cara, mas poderia ter sido um tiro”, declarou.

“A gente já sabe que eles nunca guardam [a arma], estou há muitos anos na área, já teve muito problema com isso. Já teve caso de policial chamar viatura para a gente, conheço seguranças que foram chamados à delegacia para se explicar”, completou Amorim.

Entenda o caso

Justiça mantém prisão temporária do PM que matou campeão mundial jiu-jítsu Leandro Lo

Justiça mantém prisão temporária do PM que matou campeão mundial jiu-jítsu Leandro Lo

Imagens do circuito interno do clube gravaram a saída dos frequentadores do show que ocorria no local após o campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo Pereira do Nascimento, de 33 anos, ser baleado durante o evento.

Após os tiros, Leandro Lo foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Arthur Saboya, no Jabaquara, também na Zona Sul, mas não sobreviveu. Testemunhas filmaram o resgate ao lutador, que foi levado em uma maca pelos corredores do clube.

Em nota, o Esporte Clube Sírio disse que “aluga seus espaços de eventos para terceiros” e que, “ao alugar, a segurança é de responsabilidade do contratante”.

Leandro Lo foi campeão mundial de jiu-jítsu por oito vezes. A última conquista, na categoria meio-pesado, foi em 2022; a primeira, em 2012, na categoria peso-leve. Lo iria disputar nos Estados Unidos mais um campeonato nos próximos dias, com outros quatro lutadores, segundo um amigo.

fonte –  g1

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Perseguição policial após tentativa de assalto termina com prisão e acidente em Montes Claros

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Um homem foi conduzido à delegacia após uma tentativa de assalto nas proximidades do bairro Ibituruna, em Montes Claros, nesta terça-feira (9). Segundo a Polícia Militar, criminosos tentaram levar o carro de uma mulher, mas foram surpreendidos pelo marido dela, que vinha logo atrás em outro veículo.

Durante a fuga, os autores, que seguiam em outro automóvel, ainda atropelaram uma mulher e bateram na mureta de proteção de uma avenida. Além do homem que foi conduzido, outros dois suspeitos estavam sendo procurados pela PM até a publicação desta reportagem. A polícia não detalhou a participação de cada um dos envolvidos para não atrapalhar as diligências.

“A esposa chegou, estacionou o carro, travou e entrou para ir para a academia. Quando o marido chegou logo atrás para estacionar, deparou com outro cidadão dentro do carro dela. Ele abordou o cidadão, que meteu a mão na cintura, simulando estar armado, e evadiu logo após, não cometendo o roubo naquele momento”, explica o sargento João Carvalho de Miranda.

“Na fuga, enquanto as viaturas estavam em rastreamento, o cidadão perdeu o controle direcional e atropelou uma senhora”, completa o policial.

A mulher teve fratura e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros.

Em seguida, conforme o sargento, o motorista do carro em fuga ainda bateu em uma mureta de proteção no cruzamento das avenidas Vicente Guimarães e Raul Corrêa.

João Carvalho de Miranda chama atenção para um dispositivo que foi encontrado no automóvel utilizado pelos autores e que provavelmente foi usado na tentativa de assalto.

“Eles usam um bloqueador que funciona da seguinte forma: o cidadão chega para estacionar o seu carro e o autor pega, aperta e aciona a luzinha, o dono clica para travar o carro e não confere a porta, que continua aberta. O infrator espera a ausência do proprietário e assim que ele sai das vistas do seu bem, eles entram e conseguem furtar.”

fonte – g1

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