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Polícia Civil localiza carro roubado em condomínio residencial em Cuiabá

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Assessoria | PJC-MT

Um veículo Toyota Etios com restrição de roubo foi recuperado pela Polícia Judiciária Civil, nesta quarta-feira (06.03), em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA). O automóvel roubado na segunda-feira (03.03) foi localizado em um condomínio, no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá.

As diligências iniciaram após a equipe da DERRFVA receber denúncia anônima de que três veículos roubados estavam escondidos em um condomínio residencial, na Avenida das Torres. Diante da informação, os policiais foram até o endereço, onde a aproximadamente 50 metros da portaria avistaram o veículo Toyota Etios Sedan, estacionado na garagem de uma das casas.

Em checagem no sistema, foi verificado que o veículo era produto de roubo, ocorrido na segunda-feira (03), no bairro CPA-IV, em Cuiabá. Na ocasião, a vítima descarregava compras, quando foi abordada por dois homens armados que anunciaram o assalto. Durante a ação, a esposa e a filha da vítima foram arrancadas de dentro veículo para que os criminosos concretizassem o roubo.

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Em continuidade as diligências, os policiais buscaram por outros veículos porém nenhum outro automóvel de origem ilícita foi encontrado no condomínio. Os investigadores também conseguiram identificar a pessoa responsável pela vaga, que questionada não soube explicar a origem do veículo, uma vez que a sua casa está vazia. Ela foi conduzida a DERRFVA para prestar esclarecimentos.

A vítima, proprietária do veículo localizado, foi acionada e com as chaves reserva buscou o carro e levou até a delegacia para os procedimentos de praxe.

 

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Criança de 10 anos morre em acidente causado por policial de folga

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Uma criança de 10 anos morreu após uma colisão seguida de capotamento. Um Fiat Uno de cor branca se chocou com um Hyundai i30 de cor preta na madrugada desta terça-feira (16/8). O acidente ocorreu na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) no começo da madrugada próximo à passarela, sentido Riacho Fundo. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) confirmou ao Correio que o oficial da corporação, Carlos Roberto de Carvalho Neto, 26 anos, — de folga —, causou o acidente. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro.

À reportagem, a corporação informou que o condutor foi autuado por recusa e, na delegacia, como constatou ser um crime, foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), onde não se constatou a embriaguez.

Outro passageiro do veículo, um homem de 41 anos, saiu ileso, mas foi transportado para a mesma unidade de saúde com crise nervosa. A motorista, 40, também foi levada ao Hospital de Base, com dor no quadril e na perna esquerda, consciente e orientada.

O Hyudai I30 de cor preta era conduzido por Carlos Roberto de Carvalho Neto, que saiu ileso da colisão. O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) atendeu a ocorrência à 0h55 desta terça-feira com quatro viaturas e 15 militares. Em seguida, o local ficou aos cuidados da Polícia Militar do DF (PMDF).

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A Polícia Militar acrescenta que foi acionada à 1h31, desta terça-feira (16/8), para atender a ocorrência de acidente de trânsito com vítima na EPNB. O policial que causou o acidente foi autuado por recusa de fazer o teste do bafômetro. Em seguida, os policiais levaram o condutor do veículo à 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas). Após o acidente, os veículos foram liberados no local pela perícia.

Em nota, a PMDF alega que crimes de trânsito são crimes comuns, não militares, e descartou a possibilidade da Corregedoria-Geral da corporação investigar Carlos Roberto, que é soldado da Polícia Militar desde 2019. “Por isso, a investigação é feita pela Polícia Civil e (foi) encaminhada à Justiça”, comunica.

fonte – cb

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Policial flagrado agredindo casal em praça de MG é afastado das atividades, diz PM

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O policial militar flagrado agredindo um fazendeiro de 23 anos e a namorada dele de 18 anos, na noite da última sexta (12) em uma praça na cidade de Paineiras, foi temporariamente afastado das atividades. A informação foi confirmada ao g1 nesta segunda-feira (15) pela Polícia Militar (PM).

De acordo com a corporação, a medida faz parte do processo de investigação do caso e visa garantir a lisura da apuração dos fatos. Nas redes sociais, o governador Romeu Zema (Novo) comentou o caso.

O caso

Um vídeo feito por um colega da vítima e que circulou nas redes sociais, mostra o momento em que o rapaz é abordado e imobilizado por dois policiais. Ele é jogado no chão, enquanto um dos militares segurava as pernas dele o outro o agredia com uma série de socos. A namorada dele tentou intervir, mas também acabou recebendo um tapa na cara do policial, e ambos foram encaminhados para a delegacia.

O autor do vídeo, de 26 anos, também chegou a ser encaminhado para a delegacia. Tanto ele quanto o casal foram ouvidos e liberados.

‘Iam me matar’

Marcos mostra ferimentos causados após ser agredido por policiais militares em Paineiras  — Foto: Marcos Mendonça/Arquivo Pessoal

Marcos mostra ferimentos causados após ser agredido por policiais militares em Paineiras — Foto: Marcos Mendonça/Arquivo Pessoal

Em entrevista ao g1o fazendeiro Marcos Mendonça, de 23 anos, desabafou sobre o caso: “me bateram até eu ficar desacordado, iam me matar”. Ele contou que mora em Belo Horizonte, mas estava de passagem em Paineiras, onde tem uma fazenda de criação de gado.

“Não foi eu. E quando fui saber porque estavam me prendendo, eles já me jogaram por cima da minha namorada, me derrubaram e começaram a me dar muitos socos, inclusive, quando eu já estava imobilizado. Eles me machucaram demais, a ponto de me desmaiar. Estava desmaiado e apanhando, iam me matar. Minha namorada entrou pra tentar me ajudar e ainda deram um soco no rosto dela”, relatou.

Depois disso, Marcos lembra que se levantou, mesmo com dificuldades, quando ele e a namorada foram levados para a viatura.

“Dentro da viatura eles me deram mais uns tapas e fecharam a posta na minha perna. Depois, nós fomos para o hospital fazer corpo de delito e, em seguida, me levaram para Bom Despacho, na delegacia da Polícia Civil. Eu fiquei algemado o tempo todo. Estava atrás da viatura, sangrado. Eu poderia ter tido uma fratura e ter morrido lá atrás e nem iam perceber. Bateram muito na minha cabeça”contou.

Na delegacia, Marcos afirmou que ficou algemado na cela até a chegada do advogado, momento em que foi liberado pelos policiais.

“Deveriam estar protegendo a população. Agora estou com dor em todo corpo e meu rosto está destruído. Como se não bastasse, minha namorada também está com hematomas”, finalizou.

Zema comenta fato

Nas redes sociais, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), comentou o ocorrido, dizendo que tomou conhecimento de uma denúncia de uma pessoa soltando bombas na praça de Paineiras.

“Confio na seriedade e prontidão da nossa PMMG, que está apurando os fatos e tomará as medidas necessárias para coibir atos de violência, seja quem for o agressor”.

Vídeo

Tudo começou quando militares foram até a praça apurar a denúncia de que havia uma pessoa soltando bombas no local, próximo a crianças. A PM disse que ao abordar o jovem ele resistiu e por isso foi necessário a intervenção. Entretanto, a ocorrência não deixa claro se o rapaz era o alvo da denúncia.

Nas imagens que circulam na internet, é possível ver uma discussão entre os dois policiais e Marcos. Depois, o rapaz é derrubado e agredido.

Um dos militares imobiliza Marcos pelas pernas, enquanto o outro golpeia o rosto dele com vários socos. Ele ainda tenta se proteger com as mãos, mas a agressão continua.

Em determinado momento do vídeo, a namorada de Marcos tenta ajudá-lo, mas também é agredida por um dos policiais com dois socos no rosto. Em seguida, ela cai no chão.

Outras pessoas se aproximam da confusão e os policiais algemam o homem, que aparentemente ficou desacordado.

O que diz a PM

Em nota, a PM informou que na noite de sexta-feira (12) foi acionada diversas vezes por moradores com a denúncia de que havia um homem soltando bombas em uma praça, próximo a crianças.

Conforme Boletim de Ocorrência registrado, ao ser abordado, o homem resistiu e, por isso, houve necessidade da intervenção policial. A nota não menciona a agressão à mulher que também aparece na imagem sendo agredida.

A PM esclareceu ainda que após conhecimento das imagens enviadas à instituição, foi instaurado, de imediato, um procedimento para apuração criteriosa dos fatos e adoção das medidas cabíveis.

fonte – g1

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