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Oito razões que levaram “BBB 19” a abrir mão da soberania do público no paredão

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Quase na reta final de sua exibição e não é novidade que o “BBB19” está cada vez pior de audiência. A atual edição não animou em nada o público, que se viu cada vez mais perdido diante dos acontecimentos não tão interessantes do reality.

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Reprodução/Globo

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Em crise, o ” BBB19″
tem que se virar nos trinta para conseguir manter a audiência interessada no programa e a nova medida, anunciada por Tiago Leifert no programa desta quinta-feira (7), foi transferir a responsabilidade de eliminar um participante do público para a casa.

O próximo paredão será formado pela indicação do líder, pelo Big Fone, cuja pessoa que atender colocará pulseiras em dois brothers, e pela casa no confessionário. Vale lembrar que além da líder Rízia, Paula e Gabriela estão imunes. O público então resgatará dois brothers da berlinda e a casa decidirá quem, entre os dois restantes, será eliminado.

Abaixo, listamos razões que levaram à decisão de alterar drasticamente a dinâmica do jogo:

  •  Romance fail 

O que todo mundo achou que emplacaria… não emplacou. E não foi por falta de vontade! Maycon até tentou, mas Isabella não quis levar o romance pra frente. O rapaz insistiu, o público até estremeceu com uma possível torcida pelo casal, mas não deu certo. Mesmo com a negativa da estudante de medicina, o vendedor de queijo não desistiu. No fim das contas, o breve affair não teve continuidade.

Outro exemplo foi o casal Alan e Hana. Quando as coisas pareciam estar dando certo entre os dois, o público escolheu a morena como a terceira eliminada do programa.

  • Falta de um favorito
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Ainda que exista uma torcida aqui, outra ali, o programa ainda não tem um participante favorito. Alguns torcem pelo Baile da Gaiola, outros pelo quase extinto Villa Mix… mas ainda nada muito concreto.

Existem alguns jogadores que chamam a atenção pela origem humilde, como Danrley, por exemplo, e outras pela militância, como a Gabriela, mas nada que gere uma torcida definitiva no público aqui fora.

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  • Falta de competição entre os confinados

Parece que o prêmio de um milhão e meio de reais não tem empolgado tanto assim os participantes dessa edição. Mesmo com a grana alta em jogo, não se vê a competitividade como nas edições anteriores. O jogo ainda segue morno. Não chega a piorar, mas também não melhora. Nas redes sociais, o público sente falta da grande disputa pelo prêmio.

  • Chuva de críticas nas redes sociais

Nas redes sociais não se vê outra coisa. Infelizmente, as críticas são muito maiores do que os elogios do público, que aponta a falta de competição, de romances e de conflitos, por exemplo.

“Esse jogo está mais morno do que qualquer outra coisa”, escreveu uma internauta no Twitter. “O ‘BBB’ tinha a opção de colocar um anjo autoimune, por exemplo, mas parece que eles querem que o programa continue ruim”, apontou outra. Difícil, né?



Reprodução/Globo

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  • A edição ainda não tem conflitos significativos
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Não dá pra negar. O que o público mais quer ver no reality
é um barraco! Até agora, nenhuma briga tomou uma grande proporção, como as tretas entre Marcos Harter e Emilly Araújo, na edição de 2017, ou como a briga entre Patrícia e Gleici, no ano passado. Houveram pequenas discussões acaloradas, principalmente entre Tereza e Paula durante o Jogo da Discórdia, mas nada significativo. Estamos esperando!

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Em outro momento, o garçom afirmou ter medo de religiões de matrizes africanas, e chegou a insinuar que Gabriela havia feito “algum trabalho” para que Isabella adoecesse.

  • Público não sabe votar?

A maior prova de que o público não soube votar é que: aqui fora, Hana Khalil era considerada uma possibilidade de render treta na casa. Até mutirão de votação nas redes sociais aconteceu. No entanto, a carioca foi eliminada com 47,98% dos votos. 

Outros confinados que pareciam movimentar a casa eram Diego e Gustavo. Mesmo assim, os dois acabaram sendo eliminados, dizimando assim possíveis brigas dentro do Big Brother.

  •  Falta de dinamismo na edição

Mesmo com feitos inéditos no reality, como o próximo paredão, em que os próprios participantes escolherão o próximo eliminado, a produção se esforça para tornar o programa de TV mais atraente, uma vez que o público ainda não parece animado com o que vê.

  • Audiência ruim

A audiência do ” BBB19″
entrou em crise e é uma das menores em todas as edições do programa. E isso se dá ao conjunto de fatores citados acima. Nos primeiros trinta dias, o reality apontou 20,4 pontos. Muito diferente e totalmente distante dos 45,8 pontos, registrados no “BBB5”, por exemplo, segundo o Ibope.

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Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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