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“O silicone vai rasgar a pele e cair”, diz mulher após erro em cirurgia plástica

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A norte-americana Shaina, de 30 anos de idade, está participando do programa”Botched”, do canal E!, para corrigir uma cirurgia plástica malsucedida. Há cerca de três anos, ela decidiu colocar silicone, mas desde então está sofrendo com os  implantes “extra grandes”
.


Shaina sonhava em colocar silicone, mas viu seu desejo se tornar um pesadelo depois de uma cirurgia plástica malsucedida
Reprodução/Youtube/E!

Shaina sonhava em colocar silicone, mas viu seu desejo se tornar um pesadelo depois de uma cirurgia plástica malsucedida


Em vídeo no Youtube, ela conta que a vontade de fazer cirurgia plástica
para aumentar os seios começou depois que ela teve transtornos alimentares na adolescência. Aos 17 anos, Shaina pesava 99 quilos e, depois de tentar emagrecer de forma brusca, ela procurou uma alternativa saudável com exercícios físicos e boa alimentação. “A única coisa que estava faltando eram os meus seios, que eram pequenos e ‘murchos’”, lembra. 

Quando fez 27 anos, ela decidiu procurar um profissional para realizar o sonho de colocar silicone
. “Eu só disse que queria ter seios com uma aparência natural e que fossem adequados para o tamanho do meu corpo. Mas quando eu acordei da minha primeira cirurgia parecia que eu estava com aquelas ombreias que os jogadores de futebol americano usam e meus seios praticamente batiam na minha garganta. Estavam enormes”, diz.

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O médico revelou para Shaina que ele havia colocado implantes
de 800cc — os maiores que existem no mercado e o limite permitido, quando se fala de tamanho de silicone. 

Três anos depois, ela ainda não se recuperou completamente do procedimento. “Eu literalmente não consigo dormir sem sutiã porque dói. Devo ter 25 ou 30 sutiãs e tenho uma coleção de tops que ficam no meu chuveiro porque não consigo tomar banho sem eles. Quando deixo os seios ‘soltos’ parece que o silicone vai rasgar a pele e cair”, diz. 

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O que fazer depois de uma cirurgia plástica malsucedida?


Segundo profissional é importante fazer uma pesquisa antes de cirurgia plástica para evitar procedimentos de reparo
Reprodução/Youtube/E!

Segundo profissional é importante fazer uma pesquisa antes de cirurgia plástica para evitar procedimentos de reparo


Em  entrevista prévia
ao Delas ,
 o cirurgião plástico Fernando Bianco afirma que o essencial antes de qualquer procedimento estético fazer uma pesquisa sobre o profissional que vai realizá-lo.  Conversar com outros pacientes, ver resultados pré e pós operatórios e verificar se não existe nenhuma reclamação contra o médico na internet também podem ajudar. 

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Outra questão é que, no caso de Shaina, ela não especificou o tamanho do silicone, apenas a aparência que gostaria de ter. É muito importante ter todos esses detalhes resolvidos antes da cirurgia, para que não haja nenhuma decepção depois. 

Porém, se a cirurgia plástica não teve o resultado esperado, o próximo passo é o reparo. “Além da paciente precisar ter noção do ocorrido, é importante que o profissional seja transparente e explique o que exatamente aconteceu e como isso pode ser reparado”, afirma. 

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Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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