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O executivo financeiro focado na estratégia; saiba a importância

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O Executivo de Finanças deve posicionar-se como aliado na busca dos objetivos do negócio,
com foco nas áreas chave. Deve criar valor para os clientes internos e externos e para os
acionistas, alinhado a estratégia, Deve colaborar com os gestores no entendimento dos
negócios e otimizar a alocação de recursos e deve ainda naturalmente dominar os processos
financeiros chave, a gestão e a entrega da informação. O executivo financeiro deve estimular
sua equipe a deixar de ser uma máquina de análises para se transformar em um verdadeiro
parceiro de negócios.

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Qual o papel de executivo de finanças?
Reprodução

Qual o papel de executivo de finanças?

A função de finanças enfrenta um ambiente desafiador, recebendo pressões internas e
externas. Internamente deve atender as demandas da empresa e seus negócios dando
suporte analítico aos resultados, deve propiciar a visão futura do negócio e explicitar as lógicas da geração de valor (passado e futuro). Deve ainda formular e executar a estratégia
corporativa, assegurar a qualidade e integridade das informações, reduzir custos e manter
sues talentos. Externamente, deve atender aos requerimentos regulatórios, Compliance,
Transparência (vide minha coluna sobre Governança Corporativa como Sistema de Gestão),
aumentar a precisão nas projeções, explicitar as lógicas da geração de valor e executar a
estratégia e gerar valor ao acionista. Os programas de melhoria precisam balancear estas
prioridades concorrentes entre si e alinha as estratégias à realidade do ambiente operativo.

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Como o Executivo Financeiro pode então aumentar sua Efetividade e Impacto na

Companhia?

Ele deve saber eliminar as barreiras que limitam o desenvolvimento das competências do seu
pessoal, deve dar suporte total a alta administração auxiliando na tomada de decisões,
adquirir tecnologias apropriadas a condução de suas atribuições, deve saber trabalhar em
equipe mantendo-a sempre motivada e focada nos objetivos claros e divulgados a serem
alcançados. Ele ainda pode e deve contribuir na execução da estratégia, articulando-a
claramente a estratégia de finanças (origem de capital para investimentos) à estratégia
corporativa. Deve gerir os processos de planejamento e os ativos de informação da
organização através de padrões de processos e Governança. Enfim, deve tornar a função do
Executivo Financeiro mais responsiva à estratégia.

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Sabendo-se que, normalmente as decisões gerenciais relacionadas com o ativo circulante,
afetam o volume de vendas, a rentabilidade e o risco da empresa, o Executivo de Finanças de
estabelecer modelo claro sobre como pretender financiar as operações da empresa (captação
de recursos) da tal forma a dar sustentação a curva de crescimento definida em seus objetivos.

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Estabelecer um bom sistema de gestão de desempenho integrado e alinhado à Estratégia

Corporativa

Para o Executivo Financeiro ser de fato parceiro de negócios, ele precisa de competências
chave como: Conhecimento natural de finanças, Monitoramento e análise desempenho
através de ferramentas próprias que divulguem indicadores de performance por áreas,
Informação financeira e não financeira que avalia o desempenho do negócio e Controle que
possibilite gerenciar a alocação de recursos para assegurar o alinhamento das iniciativas à
operação do dia-a-dia

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Um bom sistema de gestão exige alinhamento e integração dos objetivos gerais da empresa
com a equipe de colaboradores e o Executivo de Finanças exerce papel fundamental no
monitoramento independente dos recursos da empresa alinhados aos planos financeiros e
operacionais. Deve ainda ser responsável pela revisão dos objetivos a serem alcançados caso
algumas destas metas apresentem limitações em suas realizações.

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Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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