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Não é dieta nem exercício, mas ajuda a emagrecer: conheça o mindful eating

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Mindful eating – alimentação consciente, em português – é um padrão alimentar que pode ser grande aliado na jornada para emagrecer a tempo de aproveitar o verão. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, essa estratégia não se firma com dieta, e, sim, como um modo de alcançar seus objetivos por meio da mente.

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O mindful eating significa “alimentação consciente” e é mais uma estratégia alimentar eficaz para perder peso

Gabriela Cilla, nutricionista clínica, funcional e esportiva da Clínica NutriCilla, diz que mindful eating é um termo em evidência na alimentação por não haver necessidade de se fazer restrições no cardápio, ao contrário de muitas dietas.

“Quando a gente vive em privação, a gente tem uma restrição muito grande, então as pessoas perceberam que elas podem ter um estilo de vida muito saudável e mesmo assim conseguir comer as coisas que elas gostam”, diz Gabriela ao Delas .

Como funciona o mindful eating?

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Para que o mindful eating funcione do modo adequado, é importante ter os objetivos viáveis e bem definidos

Para a estratégia funcionar bem, é necessário ter as metas e objetivos bem definidos e “saber administrar os sentimentos”. É importante entender que as orientações e planejamentos mudam conforme o tempo que a pessoa tem para alcançar o resultado desejado, ou seja, se sua intenção é emagrecer para aproveitar os dias de mais calor, é preciso estabelecer prioridades.

Gabriela cita um exemplo: “Quer atingir um objetivo rápido e as pessoas do trabalho não colaboram, então [a pessoa] vai ter que saber lidar com isso. Ou sabe lidar com a questão de que, naquele momento, tem algumas pessoas comendo besteiras e, para ela, aquilo realmente vai atrasar, ou ela vai acabar cedendo”, explica.

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A nutricionista comenta que o organismo reage bem a restrições por um curto período de tempo e, portanto, não há problema em se privar de alguns alimentos para ficar em forma no verão . “Tudo o que é de curto período de tempo a nossa cabeça, nosso ânimo, funcionam muito bem. Tudo o que ultrapasse um mês, um mês e meio, vira uma coisa que é rotina, que é frequência, a gente não consegue lidar muito bem”, exemplifica ela.

“O agora e as escolhas do agora podem interferir nos resultados de amanhã. Para quem quer ter o emagrecimento rápido para o verão, ter isso muito bem resolvido na cabeça acho que é válido”, ressalta.

Além disso, a especialista destaca ser importante ter o acompanhamento profissional adequado, criar um cardápio que seja viável e a realização de atividades físicas, uma vez que isso ajuda a acelerar os resultados.

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Benefícios do mindful eating

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Gabriela Cilla conta que, entre os benefícios, se destaca o fato de o mindful deixar as pessoas mais leves

Gabriela comenta que o mindful propicia que, ao estabelecer prioridades, a pessoa fique bem com suas próprias escolhas. Por isso, o padrão alimentar trabalha muito a questão da ansiedade, reduz a compulsão e diminui o sentimento de culpa. “A pessoa fica bem mais resolvida, então acredito que esses sejam os maiores benefícios. Saber lidar com as escolhas de uma forma muito mais leve”, declara a nutricionista.

Além disso, por estar diretamente atrelada à mente, implantar essa estratégia no dia a dia ajuda a combater doenças.

“É um fator totalmente preventivo para a questão emocional. Diminui o índice de depressão, se a pessoa está muito bem resolvida, não precisa fazer coisas que são extremistas, então a gente previne uma compulsão, um distúrbio de imagem… A gente reeduca”, enfatiza ela.

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“[A pessoa] vai sempre buscar opções que são melhores, então, previne doenças crônicas, até mesmo melhora o índice de sedentarismo, porque dá para incluir uma atividade física no plano”, acrescenta.

Como aplicar no cotidiano?

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A melhor forma de aplicar o método no dia a dia é fazer uma autoanálise e definir metas atingíveis

A prática de colocar o mindful eating na rotina começa quando há uma autoanálise. De acordo com Gabriela, é fundamental que a pessoa aceite a condição que se encontra nesse momento e defina o que é preciso fazer para alcançar a meta que deseja.

“É interessante traçar todo um planejamento real com um médico ou um nutricionista que te acompanha [e definir] metas que são atingíveis. É o primeiro ponto. Porque se as metas não são atingidas a gente se frustra, e a frustração piora tudo”, pontua.

Como o mindful é uma estratégia mental, não é necessário atrelar o padrão a nenhuma dieta, porém, é importante anotar as atividades diárias a serem feitas para ter um “incentivo” no dia a dia. “Mindful é, literalmente, sua cabeça cuida de tudo. A cabeça controla tudo. Você tem que controlar sua cabeça, suas escolhas têm que ser muito bem pensadas e muito bem executadas”, salienta a especialista.

“Se eu como todo dia Mc Donald’s, e eu deixar de comer o Mc Donald’s, isso já vai me ajudar. Já melhorou 50% do que estava no meu dia”, exemplifica. “É ter noção da realidade e, frente a ela, traçar um objetivo que seja atingível”, diz ela.

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Quem pode fazer o mindful eating?

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De acordo com a nutricionista, o mindful eating está dentro de todos os seres humanos e deveria ser praticado

Segundo afirma Gabriela Cilla, uma das melhores coisas do mindful eating é que ele não tem nenhuma restrição. Qualquer pessoa pode fazer ou, confirme declara a nutricionista, todos deveriam fazer.

“É que as pessoas não sabem que existe isso, talvez todos devessem praticar. É tentar frente ao caos, achar uma luz”, conta. “O mindful está dentro de todo mundo, a gente só precisa saber explorar e aflorar isso, porque é do ser humano”, finaliza Gabriela.

Fonte: IG Delas
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Sem desperdícios! Comer a casca da banana tem vantagens e ajuda até a emagrecer

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A banana possui diversos benefícios, como ser um dos alimentos que melhora o sistema imunológico , além de ser rica em nutrientes, fibras e vitaminas. Porém, consumir a casca da banana, que costuma ser descartada, também é uma ótima maneira de aproveitar as vantagens da fruta.

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De acordo com a nutricionista Susie Burrell, comer a casca da banana ajuda a melhorar o sono e até a emagrecer

A nutricionista australiana Susie Burrell, em uma publicação em seu blog, destaca que, atualmente, muito se discute sobre evitar o desperdício de alimentos, e comer a casca da banana é uma excelente maneira de colaborar com o meio ambiente e ainda proporcionar benefícios à saúde, como melhorar o sono e a pele e até ajudar a emagrecer.

“Você aumentará seu nível de fibras em pelo menos 10%, já que muita fibra alimentar pode ser encontrada na casca da banana. Você receberá quase 20% a mais de vitamina B6 e quase 20% a mais de vitamina C, e aumentará sua ingestão de potássio e magnésio”, explica a nutricionista.

As  fibras são aliadas da perda de peso e devem fazer parte do cardápio de quem deseja emagrecer , uma vez que aumentam a saciedade, ajudando assim a diminuir a ingestão de calorias das refeições seguintes, e queimam gorduras.

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Susie afirma que a cor da casca também reflete os benefícios que se têm ao ingerí-la. “As bananas com cascas amarelas brilhantes têm uma proporção mais alta de antioxidantes associados aos efeitos anticâncer, enquanto as de cascas verdes (bananas menos maduras) são particularmente ricas no aminoácido triptofano, associado à boa qualidade do sono”, diz.

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Além disso, bananas verdes são ricas em amido resistente, que, segundo ela, é um tipo especial de fibra que colabora com o pleno funcionamento do intestino.

Como inserir a casca da banana no dia a dia

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Não é necessário mastigar a casca. Fazer smoothies, por exemplo, é uma forma de incluí-la no cardápio

A nutricionista pontua que não é necessário mastigar a casca, e apresenta modos de aproveitar essas vantagens de maneiras sutis.

“[Você pode] cozinhar a casca para amaciar, isso ajudará a quebrar algumas das paredes celulares dentro dela, colaborando com a absorção dos nutrientes. Em seguida, misture a casca em receitas ou smoothies. É a maneira mais prática de usá-las”, garante Susie.

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A australiana também explica que cozinhar uma carne em cima da casca da banana , por exemplo, é outro modo de ingerir os nutrientes.

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Mais benefícios da banana

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Além de colaborar com o intestino e a melhora do sono, os nutrientes da banana ajudam a melhorar a saúde cardíaca

Além disso, o portal New York Post comenta que consumir bananas frequentemente ajuda a prevenir ataques cardíacos e derrames. Segundo o site, cientistas também descobriram que o potássio presente na fruta combate o endurecimento e estreitamento das artérias e auxiliam o fluxo sanguíneo.

Fonte: IG Delas
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Orgasmo cerebral: saiba o que é e descubra se você já teve um

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Imagine esse cenário: Você teve um dia cansativo, chega em casa e deita no seu sofá e uma brisa fresca entra pela janela. Você relaxa seu corpo inteiro e coloca seu fone. Você escuta o som de uma mulher gentilmente falando dentro de seus ouvidos. Ela sussurra, intimamente exalando sua respiração enquanto alterna entre um lado e o outro, causando um arrepio que corre seu corpo. É isso, você acabou de ter um orgasmo cerebral!

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Orgasmo cerebral pode trazer várias sensações, entre elas felicidade e relaxamento

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Ou melhor: você é uma das felizardas portadoras da Resposta Sensória Meridiana Autônoma ( ASMR , na sigla em inglês para autonomous sensory meridian response ). O nome complicado se refere a uma sensação curiosa e formigante, conhecida em alguns cantos da internet como um orgasmo cerebral .

Como é ter um orgasmo cerebral

Pessoas afetadas pelo ASMR costumam ter sensações distintas, o que torna sua descrição algo complicado. Em alguns casos, estímulos diversos podem causar reações de prazer físico intenso. Enquanto para outros a resposta de seu organismo se resume a um quase hipnótico estado de relaxamento e felicidade .

Porém uma das reações mais comuns é uma sensação de formigamento no interior e no topo da cabeça, que pode se estender para baixo pelo pescoço e até mesmo chegar aos braços e pernas. Os fanáticos pelo assunto afirmam que há uma distinção óbvia entre o ASMR e um simples arrepio.

Embora sussurros com uma voz sedosa sejam um dos principais gatilhos, qualquer coisa entre o som que uma caneta faz quando alguém desenha em um pedaço de papel e um discurso monótono e ritmado pode causar um episódio, variando de pessoa para pessoa. E não são apenas estímulos sonoros que podem fazer você ter uma das sensações de um orgasmo cerebral.

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O que pode fazer você ter um episódio de ASMR

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O orgasmo cerebral pode acontecer em diversos lugares, até no salão de beleza

Para algumas pessoas, a sensação de que alguém está se concentrando exclusivamente em você – como quando um oftalmologista examina seus olhos ou uma cabeleireira corta suas madeixas – também funciona. Ter alguém gentilmente traçando linhas nas suas costas ou acariciando seu cabelo é outra possível causa para a sensação familiar.

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Mesmo com tantas possibilidades, existem também aqueles que simplesmente não sentem nada. Para saber se esse é o seu caso ou não, a única forma é testar por conta própria. Ainda que não exista um padrão que funcione para absolutamente todas as pessoas, há alguns temas que aparecem com certa recorrência nos relatos de quem já teve um episódio de ASMR:

  • Vozes suaves e calmantes;
  • Sussurros bem próximos a um microfone ou aos ouvidos;
  • Tons de voz equilibrados, controlados;
  • Ruídos feitos com a boca, como estalar os lábios;
  • Atenção pessoal exclusiva, como receber cortes de cabelo, maquiagem ou exames médicos;
  • Ver a realização de trabalhos manuais feitos com precisão;
  • Sons de batidas leves e repetitivas em materiais diversos;
  • Ruídos suaves de materiais raspando ou cliques sucessivos;
  • Manuseio cuidadoso de objetos preciosos;
  • “Barulhos brancos”, como zumbidos baixos ou som de chuva.

O embasamento científico

Embora o fenômeno tenha um nome complicado, existem poucos estudos científicos sobre o assunto. Segundo o professor Tom Stafford, especialista em psicologia e ciências cognitivas da Universidade de Sheffield, o fenômeno pode até ser algo real, mas é inerentemente difícil de estudar.

“A experiência interior é alvo de muitas investigações psicológicas, mas, quando você tem algo desse tipo que não se pode ver ou tocar, e que nem acontece com todo mundo, isso cai em um ponto cego. É como a sinestesia, que permaneceu como um mito por anos até que, na década de 1990, foi inventada uma forma de mensurá-la com confiança”, disse.

O termo ASMR foi criado por Jenn Allen, uma moradora de Nova York, no EUA, que trabalha no setor de cuidado com a saúde. Ela fundou o Instituto de Pesquisa ASMR, uma organização não oficial que depende de voluntários.

O psicólogo e pesquisador do Instituto D’Or Ronald Fischer afirma que há alguns estudos, porém poucas certezas. “O que sabemos é que, talvez, haja uma diferença nas conexões cerebrais que faça com que algumas pessoas tenham realmente uma maior sensação de relaxamento e bem-estar”, diz para o G1.

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Por que o orgasmo cerebral acontece

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Você também pode ter um orgasmo cerebral sozinha, no sofá da sua casa, ao relaxar depois do trabalho

Algumas pessoas acreditam que o ASMR é uma resposta residual oriunda da nossa primeira infância. Um eco da atenção cuidadosa dos nossos pais e do efeito relaxado da voz de uma mãe sobre seu bebê. Já outros pensam que isso está mais relacionado a uma questão evolutiva que data de nossas raízes como primatas, algo como uma recompensa sensorial por nos submetermos aos cuidados de outros membros dos nossos grupos.

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O YouTube

Cientificamente comprovado ou não, o fato é que tem muita gente que sente e acredita nos no orgasmo cerebral. Já existe uma sólida e crescente comunidade de “ASMRístas” no YouTube e em outras páginas, produzindo uma enorme quantidade de material voltado especificamente para os gatilhos distintos de seus espectadores.

De acordo com o Google Trends, as buscas no YouTube para ASMR mais que dobraram de janeiro de 2018 a janeiro de 2019. São 13 milhões de vídeos sobre o tema. Já o Instagram registrou mais de 5 milhões de vídeos do tipo, o que colocou o ASMR como uma das grandes tendências de 2018 na rede social.

Funciona, basicamente, assim: diante da câmera, os youtubers fazem movimentos lentos e repetitivos, como o de um lápis escrevendo sobre a folha, e sussurros e ruídos suaves, tipo o de amassar papéis. Do outro lado, o espectador vai relaxando. Em “Vídeo para dar soninho”, Mariane Carolina Rossi, dona do canal Sweet Carol, o maior do Brasil sobre o assunto (1,2 milhão de assinantes e vídeos que somam 220 milhões de visualizações), bate e arrasta as unhas sobre uma caixa de papelão e faz os sons “tuc tuc” e “sh sh” com a boca. Em outro, varre suavemente a lente com um pincel de maquiagem enquanto sussurra palavras gentis.

A jovem criou um canal para falar sobre bullying na escola, mas mudou o foco para ASMR depois que uma seguidora disse que sua voz era “calminha e ajudava a dormir”. Passou a ganhar dinheiro e trocou a carreira de enfermeira pela de ASMRtist, como é conhecido quem faz esse tipo de vídeo.

Fonte: IG Delas
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