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Russi questiona redução dos valores repassados a famílias beneficiadas pelo Pró-família

Foto: Marcos Lopes

A aplicação dos recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep) voltou a ser discutida pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB).  Um requerimento solicitando informações mais detalhadas, assim como números de arrecadação, foi apresentado pelo parlamentar na  sessão vespertina dessa quarta-feira (27).

Um dos principais questionamentos de Russi é quanto à redução dos valores repassados a famílias beneficiadas pelo Pró-Família. "São recursos que não podem ser gastos com folha de pagamento. Então tem que ser gasto realmente para diminuir a extrema pobreza no estado de Mato Grosso", argumentou.

No documento, Max questiona ainda detalhes de ações que estejam em curso, por meio do Fecoep . "Eu quero ter acesso, até para a gente não tenha uma má interpretação e quero que esse levantamento seja feito", cobrou.

Outra informação repassada ao deputado, foi a respeito de uma auditoria, que estaria sendo realizada no programa de combate a vulnerabilidade social, pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), o que teria resultado em medidas mais duras por parte do Executivo estadual, como o corte de 50% no valor repassado a beneficiados. "A CGE está fazendo uma auditoria que eu acho louvável", classificou.

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O parlamentar reforçou uma atuação efetiva, nas cobranças para a manutenção e melhoria do Pró-família. Max Russi foi gestor da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT) e responsável pela implantação desse programa, que já beneficiou mais de 23 mil famílias em situação de pobreza em todo o território mato-grossense.

"Eu vou trabalhar muito nessa Casa de Leis para que esse programa possa continuar, possa ser melhorado. Eu acho que pode melhorar muito, avançar muito. Temos mais de 100 mil famílias abaixo da linha da pobreza no estado e nós precisamos diminuir a desigualdade social ", assegurou.

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Política MT

CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

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Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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Política MT

Deputados aprovam suplementação de 30% no orçamento de 2022

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Em sessão ordinária nesta quarta-feira (10), os deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram, em segunda votação, o PL 663/2022,  mensagem governamental 116/2022, que altera a Lei nº 11.666, de 10 de janeiro de 2022, que estima a receita e fixa a despesa do Estado de Mato Grosso para o exercício financeiro de 2022. O PL foi aprovado com os votos contrários dos deputados Lúdio Cabral (PT) e Faissal Kalil (Cidadania).

O PL aprovado muda o artigo 4º da lei 11.666, de 10 de janeiro de 2022, que passa a vigorar com a seguinte redação: “fica o Poder Executivo autorizado a abrir créditos suplementares até o limite de 30% da despesa total fixada no artigo 3º, observado o disposto no artigo quadragésimo terceiro da Lei Federal 4.320 de 17 de março de 1964”.

Conforme o governo, a LOA/2022, em seu artigo 4º, traz essa autorização no limite de 20% do total da despesa. O governo cita que a suplementação se justifica pelo fato da margem orçamentária estar próxima de atingir 20% da despesa devido o superávit elevar notoriamente o volume de créditos adicionais.

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Em justificativa, cita ainda que o superávit apurado no balanço patrimonial de 2021 está sendo utilizado, neste exercício, para assistir às demandas de investimento do programa Mais MT, que prevê investimento em 12 eixos estruturantes, como segurança, saúde, educação, social e habitação, desenvolvimento econômico, emprego e renda, infraestrutura, turismo, cultura, esporte e lazer, Simplifica MT, eficiência pública, meio ambiente, agricultura familiar e regularização fundiária.

A fim de dar agilidade aos processos de realocações orçamentárias, é que se faz necessário a ampliação do percentual da autorização prevista no artigo 4º, para um terço do total da despesa fixada na lei orçamentária de 2022″.

Fonte: ALMT

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