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A proposta de reforma da Previdência, apresentada ao Congresso na semana passada, será o tema de reunião dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), com o ministro da Economia, Paulo Guedes. No almoço, no começo da tarde de hoje, Maia e Alcolumbre vão levar a Guedes o sentimento das duas Casas em relação ao texto do governo e sugerir eventuais ajustes.

Até agora os parlamentares apontaram três pontos como os mais sensíveis da proposta: as alterações nas regras da aposentadoria rural, do tempo mínimo de contribuição e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Há um sentimento aqui no Senado de que a gente precisa rever [o BPC]. O Senado já quer se manifestar sobre isso e debater junto com a Câmara as alterações necessárias no projeto”, disse Alcolumbre, acrescentando que os senadores estão estudando a proposta.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa do lançamento do Painel de Viagens,  ferramenta que possibilita o acesso aos dados de viagens realizadas a serviço por empregados públicos, servidores, militares e colaboradores do Governo Federal.

Guedes debate reforma da Previdência. Por Marcelo Camargo/Agência Brasil

Acordo entre Maia e os líderes partidários na Câmara decidiu que as comissões permanentes da Casa serão instaladas na segunda semana de março, inclusive a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, primeira etapa de tramitação da proposta. Da CCJ, a reforma da Previdência segue para a comissão especial, antes de ser votada em dois turnos no plenário.

O presidente do Senado reafirmou o compromisso de instalar uma comissão especial de acompanhamento da reforma da Previdência na Casa. “Nós decidimos aguardar para depois do Carnaval, para que a CCJ possa montar a sua composição e, a partir do momento que a comissão da Câmara estiver composta, nós vamos constituir a nossa comissão de acompanhamento”, disse.

O esforço no Senado é para que o senador Tasso Jeireissati (PSDB-CE) seja relator na comissão de acompanhamento e também na CCJ da Casa quando matéria vier da Câmara.
 

Edição: Luiza Damé

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Política Nacional

Ciro propõe programa de renda de R$ 1 mil para famílias carentes

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 Ciro Gomes
Divulgação

Ciro Gomes

O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes , afirmou nesta quarta-feira que deve propor, caso seja eleito, um programa de renda mínima de R$ 1 mil reais para famílias de baixa renda. Segundo o pedetista, o benefício substituiria o Auxílio Brasil, cujo valor hoje é de R$ 600 reais. O presidenciável disse que os cálculos feitos por sua campanha indicam que será possível aumentar o valor do benefício social.

A proposta de um programa de transferência novo já havia sido anunciada pelo presidenciável durante o período da pré-campanha e consta no programa de governo do pedetista, divulgado na terça-feira. No entanto, Ciro ainda não tinha informado qual seria o valor do auxílio.

“Esse programa de renda mínima, nossos primeiros ensaios estão chegando à possibilidade de nós chegarmos a R$ 1 mil por domicílio para todas as famílias carentes do Brasil”, disse Ciro, durante um evento de entidades de auditores fiscais, em Brasília.

O pedetista, no entanto, não informou quantas pessoas seriam beneficiadas pelo programa.

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Para custear o programa, Ciro quer unificar o Auxílio Brasil, sucessor do Bolsa Família, com os demais benefícios sociais, como a aposentadoria rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Além disso, pretende conseguir o restante dos recursos com a taxação de grandes fortunas, que seria implementada após a reforma tributária defendida por Ciro. O pedetista defende uma alíquota de, no mínimo, 0,5% sobre bens acima de R$ 20 milhões.

Pelas contas do presidenciável, a medida, que atingiria cerca de 60 mil contribuintes, pode gerar aproximadamente R$ 60 bilhões em receita. Seria com esse montante que Ciro custearia seu programa de renda mínima.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Deputado David Miranda está internado em estado grave

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David Miranda está na UTI
Reprodução

David Miranda está na UTI

Nesta quarta-feira (10), o jornalista Glenn Greenwald contou que o seu marido, o deputado federal David Miranda (PDT), está internado em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital no Rio de Janeiro. O parlamentar foi hospitalizado no último sábado (6).

Em vídeo publicado nas redes sociais, Gleen relatou que o deputado foi a um evento e passou a sentir fortes dores na região do estômago. Por causa disso, ele precisou ser encaminhado a uma emergência, causando preocupação em toda a família.

“Nas 48 horas seguintes nada melhorou, tudo estava piorando, estado grave (…) Hoje foi o primeiro dia que as coisas pararam de piorar, os exames estão mostrando algumas melhoras”, contou o jornalista.

“David continua internado no hospital, na UTI, com uma série de complicações envolvendo uma infecção. O que quer que acredite, quaisquer pensamentos, orações, amor serão apreciados. David é a pessoa mais forte que conheço e está lutando como sempre, mas poderia usar todo o apoio”, explicou Green.

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Assista ao vídeo:

David já tinha relatado que estava internado em um hospital, publicando um vídeo na cama. Ele lamentou que não teve a oportunidade de participar da Parada LGBT de Niterói e que estava se cuidando.

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Fonte: IG Política

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