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LATAM Peru retomará operações em São Paulo e mais 8 cidades

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Calebe Murilo

LATAM Peru retomará operações em São Paulo e mais 8 cidades

Como consequência da pandemia, diversas companhias aéreas suspenderam suas operações e algumas, até o presente momento, não alçaram os céus para todos os seus destinos operados anteriormente.

A subsidiaria peruana do Grupo LATAM, voltou a operar no início deste mês de outubro para alguns destinos internacionais, como Bogotá (BOG), na Colômbia, Santa Cruz (VVI), na Bolívia, Santiago (SCL), no Chile e Quito (UIO), no Equador.

Com isso, no mês de novembro, novos destinos voltarão a ser atendidos pela LATAM Peru, unindo Lima (LIM) a um total de 13 cidades no exterior. Dentre essas, Guarulhos (GRU), a partir do dia 1º, conforme noticiado pelo portal Aviacionline.

Além de Guarulhos, Guayaquil (GYE), no Equador, La Paz (LPB), na Bolívia, Cidade do México (MEX), no México, Miami (MIA), Nova York (JFK) e Los Angeles (LAX), nos Estados Unidos, Montevidéu (MVD), no Uruguai e Assunção (ASU), no Paraguai voltarão a receber operações da companhia a partir do próximo mês.

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Ademais, em comunicado, a empresa afirmou que as operações serão realizadas com os mais altos padrões de segurança para garantir o bem-estar dos passageiros e colaboradores durante a viagem.

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Volks Caminhões e Ônibus vai investir R$ 2 bi no país nos próximos cinco anos

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Volkswagen Caminhões e Ônibus
Divulgação/Volkswagen

Volkswagen Caminhões e Ônibus

Confiante na retomada da economia, a Volkswagen  Caminhões e Ônibus vai investir R$ 2 bilhões no Brasil no período de 2021 a 2025. Os investimentos serão feitos, principalmente, na fábrica da empresa em Resende , no Sul Fluminense, para a qual serão contratados mais 550 funcionários. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira pelo presidente da companhia, Roberto Cortes.

Esse é o maior volume de investimentos já feito pela Volks Caminhões e Ônibus no Brasil em cinco anos. Nos ciclos anteriores, a companhia investia R$ 1,5 bilhão no período. Os novos aportes estão focados no desenvolvimento de novas tecnologias para melhoria da mobilidade, como veículos elétricos, e redução dos níveis de CO².

De acordo com o executivo, a empresa também investirá em digitalização , conectividade , em busca de transportes mais modernos e eficientes. Serão feitos investimentos ainda na internacionalização da marca.

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A Volks iniciou recentemente a produção, em caráter experimental, do e-Delivery , o primeiro caminhão elétrico no país, já com encomendas que chegam a 1.600 unidades.

“Isso será sem dúvida, a grande vedete do próximo ano. Somos a primeira montadora brasileira a montar um produto no Brasil junto com os parceiros”, disse Cortes.

A maior parte dos 550 novos empregados para a fábrica de Resende — cerca de 290 — vai trabalhar na nova linha de produção do Meteor , modelo de caminhão lançado recentemente. A linha terá, inclusive, um segundo turno. Os demais contratados vão atuar nas demais linhas de produção da fábrica.

A companhia tem enfrentado faltas eventuais de insumos para a produção de seus veículos, mas isso vem sendo administrado, de acordo com o executivo, e não tem afetado sua produção. Segundo ele, as vendas do grupo tiveram uma queda menor do que o setor nos últimos meses.

As vendas de caminhões no Brasil caíram 13,9% neste ano, e a produção recuou de 25%. Na Volks Caminhões e Ônibus, a queda nas vendas foi de 7%. No caso dos ônibus, houve retração da ordem de 33% das vendas neste ano no país, enquanto a empresa vendeu 23%menos.

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“Não digo que estamos bem, mas estamos melhor do que esperávamos. E esperamos que a recuperação continue em 2021. Estamos confiantes na recuperação da economia e estamos nos preparando para isso”, ressaltou Cortes.

O executivo acredita que esses níveis de venda serão logo recuperados. De acordo com ele, há um aumento na procura de caminhões por conta do aumento da movimentação de mercadorias no país.

“A confirmar o controle da pandemia, o crescimento acima do esperado do agrobusiness, a retomada da economia e, quem sabe, do apoio oficial do programa de renovação de frotas, vamos continuar investindo, crescendo e acreditando no nosso país”.

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Estados terão dez anos para ajustarem contas, propõe relator

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Mauro Benevides
Divulgação/Câmara dos Deputados

Relator pretende estender auxílio para estados de seis para dez anos

O relator do projeto de lei que muda as regras do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) , deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE) , propôs que o programa de auxílio federal a estados passe a ter validade de até dez anos. Hoje, o período máximo é de seis anos.

A previsão consta do parecer publicado nesta quinta-feira pelo parlamentar. A expectativa é que o texto, que está em regime de urgência, seja votado na Câmara dos Deputados na próxima segunda-feira.

A proposta é observada de perto pelo estado do Rio, hoje o único a ter ingressado no RRF. O regime, criado em 2017, permite que o ente beneficiado fique sem pagar as parcelas da dívida com a União. Como contrapartida, precisa implantar uma série de medidas de ajuste fiscal, como cortes em benefícios fiscais e redução de despesas.

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Inicialmente, Benevides defendia ampliar menos o prazo de duração do programa para algo entre oito anos e meio e nove anos. Mas a ideia sofria resistência de estados como o Rio , Minas Gerais e Rio Grande do Sul , que pleiteiam a entrada no regime. Goiás, também interessado, afirma ser capaz de equilibrar as contas públicas e em menos tempo.

No modelo proposto pelo deputado, o programa terá oficialmente nove anos, mas os estados terão prazo de até um ano para finalizar um plano de ajuste. Nesse período de preparação, já serão beneficiadas pelo alívio no pagamento da dívida.

O Rio ingressou no RRF em setembro de 2017. Pelas regras atuais, o estado teve direito a três anos de suspensão no pagamento da dívida, prorrogáveis por mais três anos. O prazo inicial, portanto, se encerrou em setembro deste ano.

Para garantir a permanência no regime atual por mais três anos, o governo fluminense deve apresentar novo plano de ajuste. Esse trâmite deveria ter sido feito até setembro, mas o estado garantiu uma extensão dos benefícios graças a uma decisão liminar do Tribunal de Contas da União (TCU) .

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Caso o projeto de lei com as novas regras seja aprovado, o Rio apresentará um plano de ajuste considerando o prazo de dez anos para promover as medidas de ajuste.

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