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Jovem que entrava em pânico ao ver comida vence anorexia e quer inspirar pessoas

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Alice Elizabeth, de 20 anos, de Londres, na Inglaterra, começou a lutar contra a anorexia aos 11 anos. Na época, ela era perseguida por outros estudantes da escola, que faziam bullying
por conta da sua “estrutura magricela”. Isso a levou a ficar com  baixa autoestima
e dificuldades de interação social.


A jovem Alice Elizabeth começou a sofrer com anorexia aos 11 anos e, por estar muito magra, era vítima de bullying
Arquivo pessoal/Reprodução/Media Drum World

A jovem Alice Elizabeth começou a sofrer com anorexia aos 11 anos e, por estar muito magra, era vítima de bullying

Por conta da anorexia
, Alice perdeu toda a sua energia e concentração, o que significava que ela precisava se esforçar para assistir às aulas. Além dos problemas escolares, a jovem também sofria sempre que precisava se preparar para comer suas refeições. Isso porque seu coração ficava acelerado e seu estômago apertado. Tinha pânico ao pensar e ver comida.

No período, a menina estava em um internato e, na tentativa de “ficar mais saudável”, acabou desenvolvendo o distúrbio alimentar
. Ela escondia comida, contava calorias e fazia exercícios rigorosos. Alguns anos depois, ela também passou a se automutilar e foi diagnosticada com depressão. A história é contada pelo portal  Media Drum World
.

Em seguida, Alice mudou de escola. Entretanto, ela passava boa parte do tempo entre o hospital e a sala de aula. “Eu tento não pensar no menor peso que cheguei, pois isso não é uma conquista. A vida significa muito mais do que números. Fico orgulhosa de ver outras pessoas que tentam mudar antes de chegar ao fundo do poço e causar danos reais aos seus corpos”, conta.

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Britânica venceu a anorexia e quer inspirar outras pessoas


Alice conseguiu vencer a anorexia e, com sua conta do Instagram, quer ajudar pessoas que sofrem com o distúrbio alimentar
Reprodução/Instagram/recovery_daughter

Alice conseguiu vencer a anorexia e, com sua conta do Instagram, quer ajudar pessoas que sofrem com o distúrbio alimentar

Na esperança de ir à universidade, a jovem se estimulou a se recuperar. Ela sabia que precisava ganhar peso para poder estudar. Quando isso aconteceu, passou a ter mais força tanto fisicamente quanto mentalmente. “Para mim, a recuperação nunca foi fazer com que a velha Alice voltasse. Queria uma versão mais nova, mais forte e mais corajosa”, diz.

O processo de recuperação, no entanto, não foi fácil. “Ver o peso subir foi cansativo. Eu pensava que, toda vez que subisse na balança, estaria mais pesada. No começo, foi um verdadeiro desafio. É confuso ficar presa em um corpo saudável
, mas com uma mentalidade anoréxica”, declara.

Diante disso, ela diz que, antes, pensava em uma recaída quando estava realmente angustiada, mas que sabe que isso não fará bem. “A diferença, agora, é que eu tenho um gosto pela vida. E a vida e a anorexia simplesmente não são compatíveis. É uma coisa ou outra. Eu já fiz minha escolha”, afirma.

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Atualmente, Alice conta que seus amigos ficam orgulhosos de vê-la comer. Antes, eles precisam implorar para ela colocar comida
no prato. Seus familiares também comemoram. “Só quero dar um abraço na minha mãe toda vez que ela me agradece por estar em casa em vez de internada. Minha irmã também está orgulhosa de mim”, expõe.

A jovem ainda criou uma conta no Instagram, que conta com mais de 24 mil seguidores, para inspirar outras pessoas que estão passando por situações parecidas. Ela compartilha fotos de seu corpo e também de diversos alimentos. “A mensagem que quero passar é que, ao contrário dos nossos medos, é possível viver feliz sem o distúrbio alimentar”, conta.

Por fim, Alice dá um recado – que vai além da anorexia
. “Não tenha medo de admitir que há um problema, seja com comida, exercício, autoflagelação, pensamentos obsessivos, compulsões, ou seja, qualquer coisa que esteja causando aflição.  Encontre alguém para conversar
sobre isso, porque há pessoas que se importam. Você não precisa lidar com isso sozinho”, afirma.

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Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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