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iFood, Rappi e Uber Eats: conheça as diferenças entre os aplicativos de delivery

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Os aplicativos para pedir comida chegaram ao Brasil, vem ganhando força e ampliando suas áreas de atuação, e podem facilitar em muito a sua vida na hora da fome. iFood, Uber Eats e Rappi são os três mais conhecidos do País e possuem grandes arrecadações. Mas você já conhece as diferenças entre os apps? 

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Ao passo que iFood e Uber Eats são exclusivamente aplicativos para pedir comida
, o Rappi, além de fazer o delivery de alimentos, entrega o que for preciso. É o ‘entrega tudo’. Mas saber qual é mais vantajoso para o consumidor, levando em conta os preços de entrega, levanta algumas questões e pode variar de caso a caso. Confira:

iFood


iFood é um dos principais aplicativos para pedir comida, e se diferencia por possuir mais formas de pagamento e restaurantes
Divulgação/iFood

iFood é um dos principais aplicativos para pedir comida, e se diferencia por possuir mais formas de pagamento e restaurantes

Um dos mais famosos do País, o iFood
já abrange mais de dez estados brasileiros e garante entregas na maior parte das cidades grandes do País, sobretudo na região Sudeste. Possui variada gama de restaurantes por já estar no mercado há mais tempo que os concorrentes aqui citados. Garante variedade nas formas de pagamento, incluindo cartão de crédito, PayPal, cartão de débito, Vale Refeição Alelo, dinheiro e até cheque – a oferta varia de acordo com o restaurante. Um diferencial é poder optar por pagar somente quando o pedido chegar. Caso ocorra algum imprevisto durante a entrega, não será necessário pedir seu dinheiro de volta.

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A taxa de entrega varia de acordo com o restaurante, e a empresa oferece cupons que podem até isentar o valor do delivery. O app oferece, inclusive, um filtro para selecionar o valor máximo da taxa, que vai de grátis a R$ 32.

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Rappi


Conheça as diferenças entre iFood, Rappi e Uber Eats, aplicativos para pedir comida com grande público no Brasil
Divulgação/Rappi

Conheça as diferenças entre iFood, Rappi e Uber Eats, aplicativos para pedir comida com grande público no Brasil

Mais abrangente dos três citados, o Rappi
foge da exclusividade da entrega de alimentos e garante entrega do que for preciso. A plataforma disponibiliza, além de cardápios de restaurantes, itens de supermercados, de diversos tipos de lojas, farmácias, entre outros, a categoria ‘Qualquer Coisa’, em que a sua criatividade pode ser usada para entregar o que precisar. “Contanto que caiba na mala do nosso entregador, né?”, informa a companhia. Dentro do próprio aplicativo, é possível comprar e receber produtos ou até mesmo solicitar que entreguem no trabalho algum pertence esquecido em casa, por exemplo. Se quiser, você pode até mesmo fazer o delivery de dinheiro em espécie, com a função cash, dentro do próprio app.

O serviço de entregas, apesar de mais diverso, ainda é mais restrito do que o iFood no que diz respeito à área de atuação, e está disponível em algumas capitais brasileiras, além dos municípios de Campinas e Ribeirão Preto, em São Paulo. A taxa do frete pode variar, e sempre vale a pena acompanhar as redes sociais da marca para aproveitar cupons, que podem garantir boas refeições sem custo de delivery. As formas de pagamento são mais limitadas do que as do iFood: cartão de crédito, PayPal e dinheiro.

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Uber Eats


Uber Eats é um dos aplicativos para pedir mais comida que concorre com iFood e Rappi no Brasil
Divulgação/Uber

Uber Eats é um dos aplicativos para pedir mais comida que concorre com iFood e Rappi no Brasil

Como o próprio nome deixa claro, é um serviço da Uber, conhecida pelo aplicativo de transporte. O Uber Eats
, do ramo alimentício, tem como diferencial a possibilidade de conseguir comer de graça, pagando somente a taxa de entrega (que custa a partir de R$ 4,90). O recurso é garantido pelo serviço de compartilhamento de códigos de desconto para novos usuários, assim como ocorre no app de transporte. Outra funcionalidade garantida pela integração com o Uber ‘tradicional’ é poder usar os ‘Uber Créditos’ para obter desconto em seu pedido no Eats.

Mais um diferencial do app é permitir o agendamento do horário de uma entrega. Em contrapartida, a gama de restaurantes ainda não é tão abrangente quanto a do iFood. As formas de pagamento também são mais restritas: cartão de crédito  e dinheiro. Os locais atendidos, assim como no Rappi, também são bem menos variados do que os garantidos pelo iFood.

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As três opções têm peculiaridades, vantagens e desvantagens, então procure avaliar a sua necessidade para uni-la aos melhores preços e comodidades garantidos pelos aplicativos para pedir comida
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Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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Parque Berneck – Várzea Grande

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