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Hepatite misteriosa: OMS registra mais de 920 casos e 18 mortes

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Brasil registrou sete mortes pela doença
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Brasil registrou sete mortes pela doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já registrou 920 casos prováveis de hepatite aguda de origem misteriosa em criança s. Destas, 45 (5%) necessitaram de transplantes e 18 (2%) morreram.

O número representa um aumento de 240,7% em relação ao boletim anterior, publicado no dia 27 de maio, que contabilizava 270 casos suspeitos da doença. O surto afeta 33 países. No Brasil, o Ministério da Saúde investiga 88 casos e sete mortes.

A doença, que atinge crianças e adolescentes, tem preocupado autoridades sanitárias do mundo, uma vez que ainda não foi identificado seu agente causador. Metade dos ​​casos notificados está na Europa.

O Reino Unido é o país mais afetado, com 267 registros. Em segundo lugar, estão as Américas, com 383 casos, incluindo 305 nos Estados Unidos da América, seguido do Pacífico Ocidental, Sudeste Asiático e Mediterrâneo Oriental.

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Acredita-se que o número real de casos seja maior do que isso, devido à baixa vigilância para detecção da doença. O surto foi inicialmente detectado em 5 de abril, quando o Reino Unido notificou dez casos de hepatite aguda grave de causa desconhecida em crianças menores de 10 anos, à OMS. Todas eram previamente saudáveis.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil faz 8.850 testes de varíola dos macacos

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Até o momento, foram realizados cerca de 8.850 exames nos laboratórios de referência, em todo o Brasil, para comprovação de casos de varíola dos macacos, informou hoje (16) à Agência Brasil o Ministério da Saúde. O número de exames realizados diariamente varia de acordo com as notificações e a chegada das amostras aos laboratórios. O país acumula 2,8 mil casos da doença, espalhados por 22 estados.

Atualmente, oito unidades de referência realizam o diagnóstico, sendo quatro laboratórios centrais de Saúde Pública (Lacen), localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, e mais quatro unidades de referência nacional, sendo duas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Rio de Janeiro e no Amazonas; uma da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e uma no Instituto Evandro Chagas, no estado do Pará. Dessa forma, o ministério assegurou que “é possível garantir a cobertura do diagnóstico de todo o país”.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou em entrevista ao programa A Voz do Brasil, na última sexta-feira (12), que todos os laboratórios centrais de saúde pública estarão aptos a fazer o teste do tipo RT-PCR para varíola dos macacos até o final de agosto.

Expansão

O coordenador do Laboratório de Virologia Molecular da (UFRJ), Amilcar Tanure, defendeu hoje, em entrevista à Agência Brasil, que sejam realizados mais testes e que o número de laboratórios aptos a realizar a testagem seja ampliado. “Eu acho que tem que aumentar isso, para que os pacientes tenham mais acesso. Além disso, como o vírus está dando lesões não tão exuberantes, a recomendação é que pessoas que desconfiem que seja varíola dos macacos procurem atendimento médico, uma unidade de pronto atendimento, e vão se testar”.

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Tanure disse que é intenção da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro criar dois locais para centralizar esses pacientes para coleta de amostras. Um dos centros de testagem funcionaria no Maracanã, na capital, e outro em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. “É muito importante expandir os locais de teste e de coleta e treinar os profissionais de saúde para fazerem uma coleta correta para o teste funcionar bem. Quanto mais a gente testar, mais vai conseguir isolar pessoas infectadas e bloquear a transmissão do vírus”.

A secretaria confirmou que vai abrir nas próximas semanas um posto para coleta de material para testagem de casos suspeitos de varíola dos macacos. O serviço será realizado apenas para pacientes encaminhados por unidades de saúde, após exame clínico. As amostras serão enviadas para análise no Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz e nos Laboratórios de Biologia Molecular de Vírus e de Virologia Molecular da UFRJ, que são referenciados pelo Ministério da Saúde no estado do Rio de Janeiro. Não foi informado, entretanto, onde será o local de coleta de material.

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Fundão

Amilcar Tanure acrescentou que a universidade também está tentando ampliar a testagem. “A gente está tentando abrir um sítio desses no Fundão, no mesmo local onde já atende pacientes com covid-19”, mencionou. Possivelmente, será localizado no mesmo prédio onde funciona o Núcleo de Enfrentamento e Estudos em Doenças Infecciosas Emergentes e Reemergentes da UFRJ, ligado à Faculdade de Medicina. O núcleo dá assistência aos pacientes e acompanhamento clínico para ver quando ocorre a melhora e diminuição das lesões.

O Laboratório de Virologia Molecular da UFRJ realizou até agora 1,3 mil testes de varíola dos macacos, a partir de amostras recebidas dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. A taxa de positividade de 40% foi considerada elevada pelo pesquisador. O laboratório faz o teste molecular para identificar o vírus que está na pele das pessoas. Até hoje, 368 casos foram confirmados no estado, de acordo com a Secretaria de Saúde

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro

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6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro
Redação EdiCase

6 hábitos que prejudicam o desempenho do cérebro

Alguns alimentos e hábitos do dia a dia podem auxiliar nas funções cognitivas cerebrais. Outros, porém, podem se transformar em grandes vilões e até potencializar a destruição dos neurônios. “A pessoa que não tem o hábito de realizar a primeira refeição matinal, no caso o café da manhã , estimula constantemente processos pontuais de hipoglicemia, que gera uma quantidade insuficiente de nutrientes ao cérebro, causando sua degeneração paulatinamente”, explica a nutricionista clínica esportiva Fernanda Alves.

Principais vilões para o cérebro

Ainda que vários hábitos e alimentos possam prejudicar o cérebro, alguns, em específico, são considerados os mais perigosos. “Os maiores vilões são o estresse , o álcool, as drogas, a má alimentação, a poluição e o cigarro. A alimentação rica em produtos industrializados, especialmente adicionados de corantes, aromatizantes e conservantes, também se mostra bastante nociva para o cérebro, inclusive para as crianças”, sintetiza a nutricionista Pérola Ribaldo. 

Cafeína também é prejudicial

A nutricionista Gabriela Taveiros explica que a ingestão excessiva de cafeína, presente no café, refrigerantes à base de cola, chocolate e alguns chás, como o mate, também é prejudicial, pois ela é um estimulante do sistema nervoso. 

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Outros h ábitos que também são perigosos 

A seguir, a nutricionista clínica esportiva Fernanda Alves lista alguns hábitos negativos para o cérebro! 

Consumo de alta quantidade de alimentos

O consumo exagerado de alimentos , principalmente dos industrializados, causa o endurecimento das artérias do cérebro, o que influencia na diminuição da capacidade mental. 

Nicotina

Os fumantes contam com os malefícios proporcionados pela nicotina, substância tóxica que tem como um dos sintomas a diminuição encefálica, com a aceleração da morte de alguns neurônios, o que facilita o aparecimento dos sintomas iniciais da doença de Alzheimer. 

Consumo excessivo de açúcar

O alto consumo de açúcar interrompe a absorção de proteínas e outros nutrientes, causando má nutrição e podendo interferir no desenvolvimento do cérebro. 

Noites de sono mal dormidas

Dormir pouco também é ruim. Isso porque o ato de dormir permite ao cérebro descansar. A falta de sono por períodos prolongados acelera a perda de células cerebrais. 

Poluição

O cérebro é o maior consumidor de oxigênio do corpo, por isso, inalar ar contaminado ou poluído diminui sua oxigenação, provocando uma diminuição da eficiência cerebral. 

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Fonte: IG SAÚDE

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