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Governo quer que tempo de contribuição dos militares passe de 30 para 35 anos

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Rogério Marinho disse que tempo de contribuição dos militares deve aumentar cinco anos com reforma da Previdência
Reprodução/TV NBR

Rogério Marinho disse que tempo de contribuição dos militares deve aumentar cinco anos com reforma da Previdência


O governo quer propor que o tempo de contribuição dos militares para a aposentadoria seja de 35 anos, informou o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, nesta quarta-feira (20). Atualmente, eles precisam contribuir 30 anos antes de conseguir o benefícío.

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Além da mudança no tempo de contribuição, o secretário também informou que a reforma da Previdência 
dos militares deve registrar aumento na alíquota, passando de 7,5% para 10,5%. Segundo ele, o novo tributo também será cobrado no pagamento das pensões para dependentes de militares, benefício que é totalmente financiado pelo governo federal.

A proposta de reforma
também vai servir para policiais militares e bombeiros, que atualmente obedecem à regras especias de cada Estado.

Outro ponto relativo somente aos militares
está sendo colocado em discussão: a nova Previdência
pode prever que os militares temporários – que ficam até oito anos nas Forças Armadas e não prosseguem na carreira militar – contribuam para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com Marinho, os temporários correspondem atualmente a 60% do contingente militar.

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O secretário declarou, ainda, que espera receber apoio dos militares, uma vez que as mudanças no regime da categoria vêm sendo discutidas há anos. “Essa é uma negociação que segue desde 2015”, explicou.

Questionado sobre a aceitação do projeto pelos militares, o vice-presidente general Hamilton Mourão chegou a dizer, no início do mês, que que os militares das Forças Armadas 
já aceitaram o aumento de cinco anos no tempo de contrbuição. Ele disse que o  assunto já está “pacificado”
dentro das Forças Armadas e a contribuição desses militares deve mesmo ser aumentada em cinco anos na reforma da Previdência
.

Previdência dos militares deve sair em 30 dias


O secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, falou sobre a reforma da Previdência para os militares
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, falou sobre a reforma da Previdência para os militares


Mais cedo, Marinho, disse que a proposta da reforma dos militares
será apresentada em até 30 dias.  Ele disse que será preciso um pouco mais de tempo para terminar esse projeto, já que as regras sobre eles estão em leis ordinárias e não na Constituição e, por isso, não podem ser modificadas por meio de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição).

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 “Estamos trabalhando a equidade [na reforma da Previdência
]. Todos darão sua contribuição, inclusive os militares . De hoje a 30 dias o projeto será apresentado já que se trata da conformação de cinco outras leis. Não tivemos condição de apresentar em tempo hábil dada a complexidade da elaboração da própria PEC”, explicou.

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Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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