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Governo pode fechar 21 delegacias em Mato Grosso

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Foto: Karen Malagoli

O deputado Elizeu Nascimento (DC) usou a tribuna na Assembleia Legislativa de Mato Grosso na quarta-feira (27) para expor o retrocesso que o estado pode ter na segurança pública. O governo estadual está estudando a possibilidade de fechar aproximadamente 21 delegacias de Polícia Civil no interior do estado. A proposta vem sendo discutida no âmbito da Secretaria de Segurança Pública. 

O parlamentar, em seu discurso, relembrou sua trajetória na Polícia Militar. “É um absurdo o que estão querendo fazer com a segurança pública. Fechar delegacias é regredir. Ser policial é se doar diariamente, foram 18 anos de Polícia Militar. Cada dia era ultrapassar os limites físicos e mental para defender a sociedade. Sei bem o que cada policial passa. Estamos passando por uma fase na política que busca atrasar o sistema de crescimento (do estado). Estamos à beira de um caos", afirmou Nascimento.

"Acabar com essas delegacias é a mesma coisa de darmos o credenciamento ao crime organizado para operar nas cidades do interior, a exemplo do 'Novo Cangaço'. É inadimissível vermos as cidades do interior diante desta situação", completou.

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Comissão de Segurança – O deputado Elizeu Nascimento assumiu a presidência da Comissão da Segurança Pública nesta quarta-feira (27) e, como presidente, já marcou uma audiência pública para discutir a situação dessas delegacias. “Vamos lutar para que essas delegacias sejam mantidas de portas abertas para atender a sociedade”, garantiu.

Conforme o parlamentar, entre as cidades e um distrito que podem ter as delegacias fechadas estão o distrito de Nossa Senhora da Guia e as cidades de Acorizal, Carlinda, Glória D’Oeste, Araguainha, Nova Santa Helena, Novo Mundo, Castanheira, Nova Marilândia, Alto Boa Vista, Santo Afonso, Nova Lacerda, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Ponte Branca, União do Sul, Luciara, Canabrava do Norte, Santa Cruz do Xingu, Novo Santo Antônio, Jangada, Araguaiana e Nossa Senhora do Livramento.

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CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

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Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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Deputados aprovam suplementação de 30% no orçamento de 2022

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Em sessão ordinária nesta quarta-feira (10), os deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram, em segunda votação, o PL 663/2022,  mensagem governamental 116/2022, que altera a Lei nº 11.666, de 10 de janeiro de 2022, que estima a receita e fixa a despesa do Estado de Mato Grosso para o exercício financeiro de 2022. O PL foi aprovado com os votos contrários dos deputados Lúdio Cabral (PT) e Faissal Kalil (Cidadania).

O PL aprovado muda o artigo 4º da lei 11.666, de 10 de janeiro de 2022, que passa a vigorar com a seguinte redação: “fica o Poder Executivo autorizado a abrir créditos suplementares até o limite de 30% da despesa total fixada no artigo 3º, observado o disposto no artigo quadragésimo terceiro da Lei Federal 4.320 de 17 de março de 1964”.

Conforme o governo, a LOA/2022, em seu artigo 4º, traz essa autorização no limite de 20% do total da despesa. O governo cita que a suplementação se justifica pelo fato da margem orçamentária estar próxima de atingir 20% da despesa devido o superávit elevar notoriamente o volume de créditos adicionais.

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Em justificativa, cita ainda que o superávit apurado no balanço patrimonial de 2021 está sendo utilizado, neste exercício, para assistir às demandas de investimento do programa Mais MT, que prevê investimento em 12 eixos estruturantes, como segurança, saúde, educação, social e habitação, desenvolvimento econômico, emprego e renda, infraestrutura, turismo, cultura, esporte e lazer, Simplifica MT, eficiência pública, meio ambiente, agricultura familiar e regularização fundiária.

A fim de dar agilidade aos processos de realocações orçamentárias, é que se faz necessário a ampliação do percentual da autorização prevista no artigo 4º, para um terço do total da despesa fixada na lei orçamentária de 2022″.

Fonte: ALMT

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