Connect with us

A ideia é que, sem a restrição de sindicatos, os trabalhadores possam escolher para qual entidade preferem contribuir
Antonio Cruz/Agência Brasil

A ideia é que, sem a restrição de sindicatos, os trabalhadores possam escolher para qual entidade preferem contribuir

A equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro (PSL) estuda enviar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) ao Congresso Nacional para acabar com a limitação para a criação de sindicatos. Ao permitir que mais de uma entidade possa representar uma categoria, o objetivo do governo é aumentar a concorrência entre elas. As informações foram publicadas pela Folha de S. Paulo
.

Leia também: Centrais sindicais anunciam protestos e pressão a deputados contra reforma

A intenção de propor a mudança foi anunciada pelo secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. A ideia é que, sem a restrição para a criação de sindicatos
, os trabalhadores possam escolher qual entidade preferem financiar. Hoje, vigora a chamada unicidade sindical, que proíbe a existência de mais de uma organização por categoria profissional na área. 

Para mudar essa regra, o governo precisa encaminhar o projeto ao Congresso, onde deve passar por duas votações na Câmara dos Deputados e mais duas no Senado. Nas duas primeiras, são necessários pelo menos 308 votos favoráveis; nas duas últimas, no mínimo 49. O texto, porém, só deve ser apresentado depois que os parlamentares analisarem a proposta de refoma da Previdência, que sequer começou a tramitar.

Leia mais:  Etiqueta inteligente de baixo custo conecta roupas

Mudanças na contribuição sindical


Agora, as contribuições dos trabalhadores para os sindicatos não podem mais ser descontadas em folha de pagamento
Roberto Parizotti/CUT

Agora, as contribuições dos trabalhadores para os sindicatos não podem mais ser descontadas em folha de pagamento

Desde a última sexta-feira (1º)
, as contribuições dos trabalhadores para os sindicatos não podem mais ser descontadas diretamente do salário. Segundo medida provisória (MP) assinada por Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, a contribuição sindical agora deve ser paga exclusivamente por boleto bancários. Para virar lei, o texto ainda precisa ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias.

Com a reforma trabalhista, em vigor desde 2017, o chamado imposto sindical deixou de ser obrigatório, e os trabalhadores que querem continuar contribuindo para o sindicato de sua categoria precisam manifestar vontade de fazê-lo. As empresas, no entanto, podiam continuar a descontar a contribuição diretamente da folha de pagamento dos empregados. A partir da MP, a prática agora é vedada.

O boleto bancário ou o equivalente eletrônico deve ser encaminhado obrigatoriamente à residência do trabalhador ou, na impossibilidade de recebimento, à sede da empresa. Caso o funcionário não tenha autorizado o desconto, o envio do boleto – impresso ou eletrônico – fica terminantemente proibido.

Leia mais:  Relator admite rever mudanças no texto da Previdência no Senado por prazo curto

Leia também: Entenda a MP de Bolsonaro que muda as regras para o imposto sindical

Pelo Twitter, Marinho explicou que a mudança tem o objetivo de esclarecer a natureza facultativa da contribuição sindical. Segundo o secretário, que foi relator do projeto de reforma trabalhista
na Câmara em 2017, os juízes continuavam a determinar o desconto automático em folha. “[A] necessidade de uma MP se deve ao ativismo judiciário que tem contraditado o Legislativo e permitido a cobrança”, escreveu Marinho.


Comentários Facebook
Advertisement

Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

Published

on

Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

Comentários Facebook
Leia mais:  Relator admite rever mudanças no texto da Previdência no Senado por prazo curto
Continue Reading

Sem categoria

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Published

on


source
Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

Leia mais:  Etiqueta inteligente de baixo custo conecta roupas

Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

Leia Também

A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.

Comentários Facebook
Continue Reading

Mais Lidas da Semana