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Google e Think Olga se unem para facilitar denúncias de assédio no carnaval

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Google e Think Olga anunciaram parceria para facilitar denúncias e educar sobre assédio sexual
Reprodução/Think Olga

Google e Think Olga anunciaram parceria para facilitar denúncias e educar sobre assédio sexual

O Google e a ONG Think Olga anunciaram parceria para combater o assédio sexual no carnaval e educar sobre o tema a partir do comando de voz do celular.

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Para tanto, será utilizada a ferramenta de voz – Google Assistente – e bastará dizer “Ok, Google. Como reportar assédio sexual
” para ter acesso aos telefones da Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (180) e da Polícia Militar (190), além de indicar o site da Think Olga para mais informações sobre o tema.

Segundo o Google, “no site da ONG, as pessoas podem descobrir mais sobre os exemplos de conduta de assédio sexual, como acolher as vítimas dessa violência, como denunciar e suas implicações jurídicas”. A Think Olga
se intitula como uma ONG feminista que visa “empoderar mulheres por meio da informação”, oferecendo conteúdo “de mulheres, sobre mulheres, para mulheres”.

Em aparelhos de celular com sistema operacional Android, basta pressionar o botão home do dispositivo para ativar a ferramente de voz, enquanto usuários de iPhone podem utilizar o Google Assistente
fazendo download do aplicativo na App Store.

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Carnaval de 2019 tratará assédio sexual como crime pela primeira vez


Assédio sexual passou a ser enquadrado como crime em setembro do ano passado
Reprodução/Instagram @naoenao_

Assédio sexual passou a ser enquadrado como crime em setembro do ano passado

As mulheres já cansaram de repetir, mas sabem que, em todo carnaval
, vale a pena frisar: não é não. Em 2019, quem for vítima de algum tipo de assédio no carnaval brasileiro terá o respaldo da Constituição. Afinal, esse é o primeiro ano em que o assédio sexual contra foliãs e foliões será tratado como crime no País. Até então, existia um limbo entre a importunação ofensiva e o estupro, o que dava margem para isentar uma série de abusos.

O projeto de lei que tipifica o crime de importunação sexual foi sancionado em setembro de 2018 pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, então presidente da República em exercício. Com isso, os beijos roubados, os toques inconvenientes e todos os demais atos libidinosos recorrentes na folia poderão ser enquadrados como assédio no carnaval.

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A lei define como crime de importunação sexual “praticar ato libinoso contra alguém sem consentimento para satisfazer a própria lascívia ou a de terceiros”. A punição prevista para quem não obedecer a legislação e ultrapassar a barreira do não é de 1 a 5 anos de prisão – pena mais dura que a dada a quem comete homicídio culposo, sem intenção de matar, cuja punição no Brasil é de 1 a 3 anos de detenção.

Até o ano passado, os abusadores até poderiam ser denunciados, mas o crime, em parte dos casos, era enquadrado na lei de contravenções penais, que previa a importunação ofensiva ao pudor, cuja punição era a de apenas ter que assinar um termo circunstanciado e pagar uma multa.

Em casos mais graves, a lei tipificava até o ano passado os episódios como estupros, definidos constitucionalmente como o ato de constranger alguém a ter conjunção carnal ou a praticar ato libidinoso mediante violência ou grave ameaça. Entre a importunação ofensiva e o estupro, no entanto, existia uma série de crimes que não ganhavam definição exata entre as duas opções.

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Com a nova legislação, os beijos, toques inconvenientes e todos os demais atos libidinosos sem consentimento que não possam ser enquadrados como estupro serão entendidos como assédio sexual
.

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Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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