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Google é processado por coletar dados de crianças no YouTube

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YouTube é processado por coleta de dados de crianças


Na última quinta-feira (28), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça, instaurou um processo administrativo contra o Google. A justificativa para a investigação é de que há indícios de que o YouTube realiza a coleta de informações de geolocalização de crianças e adolescentes sem o consentimento de seus pais.

O uso dessas informações ainda é incerto, mas é possível prever que a prática esteja ligada ao direcionamento de publicidade. O processo cita uma multa de US$ 170 milhões aplicada pela FTC (Comissão Federal de Comércio americana) em um processo semelhante.

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A multa aplicada contra a empresa alertou as autoridades brasileiras para a prática. Por aqui, o valor pode alcançar R$ 9,9 milhões. A empresa recebeu a notificação em setembro deste ano e foi convidada a se manifestar.

Em sua defesa, o Google declara que não segmenta anúncios individualmente. Eles também informaram que, a partir de janeiro, vão limitar a coleta e a utilização desse tipo de dado apenas para permitir o funcionamento do produto. Além de garantir que “tratará os dados de todos que acessam conteúdo infantil como se fossem de uma criança, independentemente da idade do usuário”.

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Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Segurança para mulheres em um clique: conheça a tecnologia Malalai

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Unsplash/Clayton Fidelis

Malalai visa dar mais segurança a pessoas que andam sozinhas


No final de novembro, o prêmio GOL Novos Tempos teve como principal homenageada a arquiteta e urbanista Priscila Gama , por sua contribuição para a segurança na mobilidade urbana com o aplicativo Malalai ( Android e iOS ).

Essa não é a primeira vez que Priscila é premiada por seu app , e provavelmente não será a última. “A coisa tomou uma proporção que nem se eu quisesse eu conseguiria largar tudo hoje”, brinca a mineira, se lembrando de quando teve a primeira ideia sobre a Malalai, no final de 2015. 

Malalai , que significa “atingida pela dor” e homenageia Malalai de Maiwand e Malala Yousafzai, é um aplicativo de mobilidade urbana que permite que os usuários – sobretudo mulheres – compartilhem suas rotas e enviem sinais de emergência para contatos próximos, a fim de gerar mais segurança. “Minha ideia era só oferecer companhia virtual para as mulheres”, conta Priscila. 

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A ideia surgiu depois que Priscila presenciou uma mulher sendo seguida de madrugada em uma rua próxima à sua casa, em Belo Horizonte, MG.

Na mesmo época, o coletivo Think Olga lançou a hashtag #PrimeiroAssédio , na qual mulheres eram convidadas a compartilharem situações de assédio nas redes sociais. Lendo muito relatos relacionados à mobilidade, a arquiteta teve certeza de que era hora de criar algo que mudasse a situação. 

Com apenas uma ideia em mente, Priscila se inscreveu em um concurso de startups , sem sequer sonhar que chegaria onde está hoje. “Nesse evento, normalmente, a galera ou é de business, ou é de tecnologia, ou é de design, eu não era de nenhum dos três”, brinca. 

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Foi nesse concurso que ela conheceu seu atual sócio, Henrique Mendes, e a ideia foi, aos poucos, entre altos e baixos, saindo do papel.

“O Henrique levou um ano para aprender a fazer aplicativo para fazer o nosso”, lembra a arquiteta, rindo. “Então, tirar o negócio do papel incluiu aprender a desenvolver aplicativo”. 

Henrique e Priscila, sócios da Malalai arrow-options
Mario Ladeira/Divulgação

Henrique e Priscila, sócios da Malalai


Como funciona a Malalai

O objetivo da tecnologia Malalai é oferecer mais segurança para pessoas que querem ser livres para se deslocarem sozinhas . Através do aplicativo, os usuários podem adicionar até três pessoas de confiança, que são chamados de keepers .

Uma delas (que também precisa ter o app instalado) pode acompanhar as rotas que o usuário quiser compartilhar, enquanto as outras duas recebem apenas avisos de emergência. 

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Toda vez que for iniciar um trajeto, o usuário pode pedir para que o keeper principal o acompanhe, e ele receberá o mapa com a rota em tempo real em seu celular.

Também dá para configurar um tempo após o fim da rota para enviar uma mensagem de emergência ao keeper principal. Caso se passe o tempo esperado para a conclusão do caminho e você ainda não tiver concluído, quem está acompanhando sua rota receberá um aviso de emergência. 

Além disso, o aplicativo possui um botão vermelho (que pode ser adicionado como atalho na tela principal do smartphone). Com apenas um clique nele, é possível avisar os três keepers que você se encontra em uma situação de emergência. 

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Mapa da segurança

Outro aspecto bastante interessante do aplicativo é que ele funciona como um mapeamento coletivo . Todos os usuários do aplicativo podem visualizar e adicionar aos mapas das cidades avisos como “rua movimentada”, “assédio recorrente” e “má iluminação”. 

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Captura de tela

Telas do aplicativo Malalai da esquerda para a direita: mapa colaborativo, configurações de emergência e configurações dos keepers


Priscila conta que um dos maiores objetivos da empresa hoje é conseguir melhorar esse mapeamento, incluindo informações que não dependam dos usuários e adicionando a possibilidade de pessoas incluírem dados diretamente na web , sem precisarem baixar o aplicativo.

Para encontrar boas soluções a esse desafio, eles planejam um hackathon no início de 2020. “O grande desafio é conseguir mostrar onde há movimento nas ruas e onde não há em tempo real”, conta. 

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Mais do que um aplicativo

Outra novidade bastante interessante que Malalai traz é que a empresa não se trata apenas de um aplicativo .

Priscila, Henrique e sua equipe já desenvolvem jóias inteligentes , capazes de enviarem alertas discretos para celulares cadastrados. 

A principal delas é o anel, que está em produção e já tem cerca de 50 pessoas na fila de espera – é possível encomendá-lo pelo site da Malalai .

Conectado ao celular via Bluetooth , o anel consegue enviar mensagens de emergência para contatos cadastrados com apenas uma pressão sobre ele. 

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Divulgação/Malalai

Quando pressionado, o anel envia uma mensagem de emergência aos contatos cadastrados


A expectativa é que a peça esteja disponível para venda no meio do ano que vem. Priscila conta que a equipe já pensa em outras opções também, como colares e chaveiros, que devem ter custos menores.

Fonte: IG Tecnologia
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Brasileiro amoroso? Veja os emojis mais usados no país e no mundo em 2019

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Unsplash/Bernard Hermant

Veja os emojis mais utilizados em 2019


O uso de emojis se tornou extremamente popular nos últimos anos, seja em postagens no Twitter ou em conversas no WhatsApp e outros aplicativos . Pensando nisso, o Twitter revelou os dez emojis mais usados no Brasil e no mundo em 2019. Entre os brasileiros, a lista mostra que os símbolos relacionados ao amor foram os mais presentes. O emoji mais usado pelos usuários é o do rosto sorridente com olhos de coração,  seguido pelo coração vermelho.

O levantamento do Twitter mostrou que, globalmente, os emojis mais usados foram outros. O líder no ranking mundial foi o rosto chorando de tanto rir, e o segundo lugar ficou com o ícone do rosto “chorão”.

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Mundialmente, o emoji mais usado no Brasil ficou apenas na terceira colocação. Já o rostinho chorando de rir, ícone mais usado no mundo, aparece na terceira posição entre usuários brasileiros.

Emojis mais usados no Brasil em 2019


Emojis mais usados no mundo em 2019

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Divulgação/Twitter

Emojis mais usados no mundo em 2019


De forma geral, os emojis mais populares são aqueles que expressam emoções e sentimentos, como sorrir, chorar, estar apaixonado e entediado. Nas duas listas o ícone de fogo também está presente.

Fonte: IG Tecnologia
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