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Férias de julho no Sul: atrações para aproveitar o clima frio com as crianças

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Quando a ideia é viajar com crianças, a prioridade é encontrar destinos que consigam aliar atividades para os pequenos com ambientes aconchegantes para os pais – e o recesso escolar é a época perfeita para isso.

O Brasil conta com uma imensa diversidade cultural e natural que transforma as viagens pelo país em verdadeiras aulas para todas as idades.

Na região Sul, um dos destinos mais procurados da temporada de inverno, os roteiros reúnem uma combinação fascinante de parques temáticos consagrados, clima acolhedor das serras, complexos de águas termais quentinhas e paisagens naturais de tirar o fôlego.

Confira alguns destinos dos estados da região:

Santa Catarina

Famosa por combinar o litoral deslumbrante com o charme das colônias europeias, Santa Catarina é um verdadeiro paraíso de entretenimento para todas as idades.

Atrativos:

– Beto Carrero World: localizado em Penha, o maior parque temático da América Latina reúne montanhas-russas, shows e áreas temáticas que garantem diversão para crianças e adultos.
– Balneário Camboriú: combina passeios de bondinho no Parque Unipraias com vista para o mar e a Aventura Jurássica, um dos maiores parques de dinossauros com réplicas em tamanho real e trilhas interativas.
– Pomerode: a cidade mais alemã do Brasil é um polo infantil com os parques Vila Encantada, Alles Park e o Spitz Pomer, repleto de aventuras ao ar livre.
– Florianópolis: além das belas praias, a capital catarinense oferece visitas educativas imersivas no Projeto Tamar e no Projeto Lontra – para as crianças conhecerem de perto o trabalho de conservação de animais aquáticos.
– Parque Malwee: localizado em Jaraguá do Sul, conta com uma gigante área verde com lagos, pistas de caminhada e espaços para piqueniques, perfeita para um dia de lazer ao ar livre em família.

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Como chegar

Por via aérea, o estado conta com os aeroportos de Florianópolis (FLN), Navegantes (NVG) e Joinville (JOI). De carro, o acesso principal é feito pela BR-101 e pela BR-470 rumo ao Vale do Itajaí. Diversas linhas de ônibus conectam as principais capitais do país aos terminais rodoviários catarinenses.

Paraná

O Paraná surpreende pela diversidade de roteiros, unindo uma das maiores maravilhas naturais do planeta, passeios de trem pela Mata Atlântica e parques de águas termais.

Atrativos:
– Foz do Iguaçu: além de contemplar as exuberantes Cataratas do Iguaçu e o Parque das Aves, as famílias aproveitam atrativos como o AquaFoz, a Usina de Itaipu, o parque aquático de águas termais Blue Park e o Wonder Park Foz.
– Curitiba: na capital, os destaques para os pequenos são o Bosque Alemão e o Jardim Botânico; o passeio ganha um charme ao embarcar no Trem da Serra Verde Express cruzando a Mata Atlântica até a histórica cidade de Morretes.
– Campos Gerais: reúne o Parque Histórico de Carambeí e o Moinho de Castrolanda, além das impressionantes formações rochosas do Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa.
– Resorts de águas termais: localizados em municípios como Iretama, Verê e Mallet, oferecem piscinas naturalmente aquecidas, tratamentos relaxantes e estrutura completa de recreação para o inverno.

Como chegar

O transporte aéreo é atendido pelos aeroportos de Curitiba (CWB), Foz do Iguaçu (IGU) e Maringá (MGF). De carro ou ônibus, as principais conexões ocorrem pela BR-277, que corta o estado de leste a oeste, e pela BR-376.

Rio Grande do Sul

O estado gaúcho convida as famílias a vivenciarem a hospitalidade da serra e os atrativos temáticos pensados para acolher os visitantes no clima de inverno.

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Atrativos:
– Gramado e Canela: principal polo turístico da Serra Gaúcha, conta com atrações famosas como o parque com neve Snowland, o encantador parque de miniaturas Mini Mundo, a Vila da Mônica e os bondinhos aéreos do Parques da Serra.
– Bento Gonçalves: oferece o inesquecível passeio no trem Maria Fumaça, com apresentações culturais e degustações em meio às belas paisagens do Vale dos Vinhedos.
– Porto Alegre: a capital se destaca pelo passeio pela Orla do Guaíba, parquinhos ao ar livre e passeios de barco pelo lago ao entardecer.
– Cambará do Sul: ideal para famílias com crianças maiores e adolescentes apaixonados por ecoturismo, com trilhas estruturadas e mirantes espetaculares nos cânions do Itaimbezinho e da Fortaleza.

Como chegar

Para viajar de avião, os pontos de desembarque principais são o Aeroporto Internacional Salgado Filho (POA), em Porto Alegre, e o Aeroporto de Caxias do Sul (CXJ), próximo à serra. De carro ou ônibus, as principais vias de acesso são a BR-116 e a BR-290. Na Serra Gaúcha, o passeio de trem Maria Fumaça (entre Bento Gonçalves e Carlos Barbosa) complementa a experiência de mobilidade das famílias.

Seja se divertindo nos grandiosos parques temáticos de Santa Catarina, embarcando nos passeios de trem e nas águas termais do Paraná ou vivenciando o charme e o frio acolhedor da Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul, o Sul do país se consolida como uma escolha encantadora para as férias escolares.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Transcarioca: saiba mais sobre a 1ª trilha de longo curso do Brasil, que une a Mata Atlântica aos cartões-postais do RJ

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Quem se aventura pela Mata Atlântica na cidade do Rio de Janeiro logo se depara com charmosas setas amarelas pintadas pelo caminho. Dentro do contorno de uma pegada de bota, um detalhe simpático chama a atenção: o Cristo Redentor, de braços abertos, carrega uma mochila nas costas. Essa sinalização icônica guia os passos de quem desbrava o Parque Nacional da Tijuca, por onde passa a Trilha Transcarioca – a primeira trilha de longo curso estabelecida no Brasil.

Ela cruza a capital fluminense em um percurso de aproximadamente 180 quilômetros, interligando a Barra de Guaratiba, na Zona Oeste, ao Morro da Urca, na Zona Sul — bem aos pés do Pão de Açúcar.

Para quem busca aliar ecoturismo, história e paisagens urbanas, a rota surge como um dos itinerários mais completos do país, revelando mirantes pouco conhecidos, ruínas históricas e a rica biodiversidade nativa.

Inspiração

Idealizada originalmente em 2000, a iniciativa foi inspirada em modelos internacionais como a Appalachian Trail, nos Estados Unidos, e a Te Araroa Trail, na Nova Zelândia. Mais do que um atrativo turístico, ela funciona como um verdadeiro corredor ecológico que ‘costura’ a Cidade Maravilhosa.

Essa imensa linha verde conecta nove unidades de conservação de proteção. O visitante atravessa o Parque Natural Municipal de Grumari, o Parque Estadual da Pedra Branca, o Parque Nacional da Tijuca e os parques naturais municipais da Cidade, da Catacumba, Fonte da Saudade, José Guilherme Merquior e da Paisagem Carioca, chegando ao Monumento Natural dos Morros do Pão de Açúcar e da Urca.

Além disso, o trajeto também se conecta a outras áreas protegidas e culturais, como o Sítio Burle Marx, o Parque Estadual da Chacrinha, o Museu do Açude e o Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

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Versatilidade

Uma das grandes vantagens da Trilha Transcarioca é a sua versatilidade. Ela não precisa ser feita de uma só vez, podendo ser percorrida tanto na sua integralidade quanto em seções independentes, de acordo com o interesse, o preparo físico e a disponibilidade de tempo de cada usuário.

O trajeto total é dividido em 25 trechos, que variam em distância, tempo de caminhada e nível de dificuldade.

Trechos

Quem começa a jornada em Barra de Guaratiba encontra trechos de nível moderado a difícil, passando por praias desertas como as do Meio e do Inferno, além da famosa Pedra do Telégrafo.

Avançando pelo Maciço da Pedra Branca, o aventureiro é recompensado com cachoeiras, calçamentos coloniais e o acesso ao Pico da Pedra Branca, o ponto mais alto da cidade.

Ao entrar no Parque Nacional da Tijuca, a trilha ganha contornos históricos e florestais densos. Os trechos levam a atrativos clássicos como a Cascatinha Taunay, o Bico do Papagaio e a Mesa do Imperador. É nessa região que o trilheiro encontra o percurso mais rápido de toda a rota, ligando a Mesa do Imperador à Vista Chinesa em cerca de 40 minutos.

Logo em seguida, os caminhos passam pelas Paineiras e oferecem o esperado acesso ao Corcovado, permitindo ver de perto o Cristo Redentor com sua vista panorâmica da Zona Sul.

A reta final da Transcarioca abraça o cenário urbano, com trechos de curta duração. A rota desce pelo Parque Lage, contorna a Lagoa Rodrigo de Freitas através do Parque da Catacumba e segue em direção a Copacabana e Botafogo. O encerramento do circuito acontece na famosa Praia Vermelha, onde o último trecho sobe até o Morro da Urca, proporcionando um visual inesquecível da Baía de Guanabara.

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Sustentabilidade e educação ambiental

Além de se consolidar como um produto turístico de destaque para o Brasil, a Trilha Transcarioca desempenha um papel fundamental no desenvolvimento socioeconômico sustentável, estimulando a geração de emprego e renda no entorno das unidades de conservação. O fluxo de viajantes fomenta o comércio local, o guiamento de turismo e o ecoturismo consciente em áreas que antes eram pouco visitadas.

O manejo constante e a existência da trilha funcionam também como uma ferramenta viva de educação ambiental. Ao caminhar pelos trajetos, os visitantes aprendem na prática sobre a importância de proteger ecossistemas da Mata Atlântica, que incluem áreas de restinga, manguezal, praias, costões rochosos e florestas de altitude.

Essa experiência transforma o turismo em um ato de preservação, garantindo que o patrimônio natural do Rio de Janeiro continue protegido para as próximas gerações.

Trilhas de Longo Curso

Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 Unidades de Conservação (UCs). Juntas, as trilhas possuem mais de 25.000 km planejadas. Cada rota é identificada por uma logomarca em formato de pegada nas cores preta e amarela e pode personalizar sua logomarca inserindo, dentro do formato de pegada, um desenho próprio que a represente.

As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas. Porém, não se resume apenas a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como por exemplo, cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outros atrativos.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Pesquisa sobre turismo pet friendly termina em 31 de julho

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Termina no dia 31 de julho o prazo para interessados em participar da pesquisa que está mapeando o turismo pet friendly em todo o Brasil. O levantamento online tem como objetivo entender os desafios e as necessidades do setor para a formulação do primeiro manual de boas práticas do segmento, que ajudará a padronizar o atendimento a viajantes com animais de estimação.

Também será elaborado um guia para orientar turistas e empreendimentos do segmento.

A pesquisa busca captar a realidade de dois públicos distintos, mas fundamentais para o funcionamento do mercado:

– Os viajantes/tutores: para entender as principais dificuldades e expectativas na hora de pegar a estrada com os pets.
– Empresários do setor: para mapear os desafios operacionais de hotéis, pousadas, bares, restaurantes e atrativos que já recebem – ou pretendem receber – clientes com pets.

O preenchimento do formulário leva apenas alguns minutos e os dados ajudarão a tornar os destinos nacionais mais seguros e confortáveis para toda a família.

Serviço

– O que é: Pesquisa Nacional de Mapeamento do Turismo Pet Friendly
– Prazo final: 31 de julho
– Quem pode participar: tutores de animais de estimação e representantes do setor turístico, como hotéis, pousadas, bares, restaurantes e atrativos.
– Como acessar: Clique aqui para participar.

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Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Parque Berneck – Várzea Grande

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