Pesquisar
Close this search box.
Previous slide
Next slide

Mato Grosso

Dudu Carrapato reforça presença de Beto Dois a Um em Poconé

Publicado em

Poconé tem entre seus movimentos a aproximação entre o vereador e liderança política Dudu Carrapato e o deputado estadual Beto Dois a Um.

A parceria reúne atuação política, investimentos e iniciativas voltadas ao município. Durante sua atuação na Câmara Municipal, Dudu Carrapato apresentou indicação para que fossem destinados recursos à revitalização do Campo do Arapuca, no bairro João Godofredo.

A indicação resultou na destinação de recursos para a revitalização do espaço esportivo, que posteriormente passou por obras de melhorias e foi transformado no Miniestádio Hipólito Mendes de Souza.

O trabalho também se estende a outras áreas. Beto Dois a Um participou de articulações envolvendo investimentos para Poconé, incluindo recursos destinados à reforma e ampliação do Ginásio Poliesportivo Guido Silva.

Além do esporte, Poconé mantém uma forte tradição cultural, com eventos que fazem parte da história do município, como a Cavalhada, exposições agropecuárias e as festividades de aniversário da cidade.

Essas manifestações culturais ajudam a manter vivas as tradições de Poconé e fazem parte da identidade do município.

Leia mais:  Presidente do TRE-MT recebe Ordem do Mérito Eleitoral em Mato Grosso do Sul

O apoio político de Dudu Carrapato a Beto Dois a Um cria uma força e aproximação do deputado com uma liderança que possui trajetória política em Poconé e mantém atuação junto ao município

 

 

 

 

Advertisement

Mato Grosso

MPMT e CBMMT discutem projetos para enfrentar incêndios florestais

Published

on

A procuradora de Justiça titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística, Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, recebeu nesta terça-feira (22) o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, coronel Flávio Glêdson Vieira Bezerra, para uma apresentação do Sistema de Gestão de Projetos de Segurança Contra Incêndio Florestal. A reunião também contou com a participação do promotor de Justiça Marcelo Caetano Vacchiano, designado para atuação na Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa Ambiental e Ordem Urbanística.Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de destinação de recursos por meio do Banco de Projetos e Entidades (Bapre) para fortalecer iniciativas voltadas à prevenção e ao combate aos incêndios florestais no estado. O Comandante Geral apresentou as principais ações desenvolvidas pelo Corpo de Bombeiros Militar, incluindo investimentos em tecnologia, capacitação, pesquisa, monitoramento e integração entre instituições públicas e privadas.Segundo o coronel Flávio Glêdson Vieira Bezerra, Mato Grosso se consolidou como referência nacional no enfrentamento aos incêndios florestais graças à adoção de um modelo de gestão integrado e ao fortalecimento de políticas públicas voltadas ao setor. “Muito foi investido nos últimos anos para fortalecer essa governança. Houve avanços em capacitação, tecnologia, pesquisa e normatização, permitindo que Mato Grosso se tornasse uma referência nacional no enfrentamento dessa problemática”, destacou.O comandante também apresentou resultados obtidos pela estratégia adotada pelo Estado, baseada em monitoramento permanente, planejamento antecipado e atuação integrada entre diferentes órgãos. “Conseguimos reduzir em cerca de 70% os indicadores em comparação à média dos últimos anos. Esse resultado demonstra que o trabalho de prevenção, aliado ao uso de tecnologia e à cooperação entre instituições, produz efeitos concretos na proteção ambiental”, afirmou.A procuradora de Justiça Eliana Campos ressaltou a importância do alinhamento institucional para o desenvolvimento de projetos capazes de ampliar a capacidade de prevenção e resposta aos incêndios florestais. “A proteção ambiental exige planejamento, articulação e ações permanentes. O Ministério Público tem buscado apoiar iniciativas estruturantes que contribuam para a preservação dos biomas mato-grossenses e para a melhoria dos mecanismos de prevenção e combate aos incêndios”, observou.Durante a apresentação, também foram destacados projetos desenvolvidos com apoio do Ministério Público de Mato Grosso, entre eles sistemas de monitoramento por câmeras em unidades de conservação, pesquisas científicas sobre comportamento do fogo e a implantação de um laboratório de estudos sobre incêndios florestais em parceria com instituições de ensino superior.

Leia mais:  Profissionais falam da rotina e destacam importância da atuação para justiça e cidadania

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue Reading

Mato Grosso

Setembro Amarelo: quando a falta de lugar no mundo mata

Published

on

No mês de prevenção ao suicídio, dados revelam que o Brasil mata mais seus jovens, idosos, indígenas e LGBTQIAPN+. Especialistas alertam: não é doença individual, é solidão estrutural.O país que mais se mata em silêncioO Brasil registrou 16.751 suicídios em 2024. Entre 2010 e 2021, a taxa cresceu 42%, saltando de 5,2 para 7,5 por 100 mil habitantes. Só entre 2020 e 2021, já na pandemia, o aumento foi de 11,4%. Os números são da revisão de escopo publicada na revista Saúde em Debate em 2024, que analisou 30 anos de publicações no país.O perfil se repete: homem, entre 20 e 49 anos, solteiro, economicamente ativo. Sudeste e Nordeste concentram o volume absoluto. Mas quando a lente fecha nas taxas por habitante, outras regiões explodem.É o caso da Amazônia Legal. Um estudo publicado no The Lancet Regional Health Americas por pesquisadores da Fiocruz analisou 2012 a 2020 e encontrou um dado brutal: entre indígenas de 15 a 24 anos, a taxa é de 17,6 por 100 mil – 2,7 vezes maior que a de jovens não indígenas da mesma região. São meninos de menos de 20 anos, com baixa escolaridade, que morrem por enforcamentodentro de casa.“A gente fala de depressão, mas estamos falando de conflito fundiário, confinamento em reservas minúsculas e perda de identidade”, resume a pesquisa. É a morte por falta de território.A adolescência sem futuro e a velhice sem lugarSe o dado indígena choca, os dois extremos da vida preocupam. De 2013 a 2023, 4.526 adolescentes entre 10 e 19 anos tiraram a própria vida no Brasil. A curva só cai em 2019 e dispara de novo no pós-pandemia.Segundo a Organização Mundial da Saúde, o suicídio já é a quarta causa de morte entre 15 e 29 anos no mundo – 88% em países pobres e de renda média.O que leva um adolescente a desistir? Acesso a arma de fogo em casa, bullying, violência sexual, gravidez na adolescência, uso de álcool e cigarro eletrônico, automutilação e, sobretudo, isolamento.No outro extremo, os idosos são o ponto cego da campanha. No Brasil, quem tem mais de 60 anos morre por suicídio a 8,9 por 100 mil, contra 5,5 da média nacional. Acima de 70 anos, a taxa sobe para quase 15 por 100 mil, a maior de todas as faixas etárias. Homens idosos morrem a 14,8 por 100 mil, mulheres idosas a 2,6. São mortes por enforcamento e arma de fogo, com poucos avisosanteriores.O que mata não é só depressão: é doença crônica, perda de autonomia, dependência funcional, luto, viuvez e a pressão de continuar sendo provedor com aposentadoria baixa. É a mesma morte de si, mas por sentir que já não tem mais lugar no mundo.“Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes”É justamente essa solidão que aparece com mais força quando quem fala são pessoas LGBTQIAPN+. No artigo “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes”, publicado este ano na Saúde em Debate, 12 pessoas da Grande Vitória, no Espírito Santo, foram convidadas a falar sobre suicídio a partir da música AmarElo, de Emicida.O refrão que dá título ao estudo diz tudo: “Achar que essas mazelas me definem é o pior dos crimes. É dar o troféu pro nosso algoz e fazer nóis sumir”.Os depoimentos são diretos. Uma travesti relata: “Essas microagressões, a falta de afeto parental e de amizade. A solidão é um fator bastante precursor de pensamentos suicidas”.A pesquisa confirma: viver em família que não apoia aumenta em 20% o risco. E critica os serviços de saúde que ficam “enraizado em anamnese”, esquecendo de perguntar o nome social e oferecer escuta.É o que o psiquiatra e psicanalista Marcelo Veras, da UFBA, chama em seu livro “A morte de si” (2023) de primeira morte. Para ele, ninguém se mata do nada. Primeiro morre o “si”, a possibilidade de ser reconhecido, desejado, amado. O suicídio físico é só o segundo tempo.“Ser permanentemente segregado é um tipo de suicídio”, escreve Veras.A selva e a escutaEm 1986, muito antes do Instagram, o psicanalista Jurandir Freire Costa já alertava em “Violência e Psicanálise”: “Todo indivíduo deve defender sua saúde e bem-estar […] reforçar a velha representação do mundo como uma selva, onde cada um tem de lutar como pode para sobreviver”.Para Costa, o perigo é transformar sofrimento coletivo em culpa individual.Como sair da selva? O psiquiatra Neury Botega, da Unicamp, responde com um manifesto: “Mas eu não atarei as tuas mãos” (2023). A psiquiatria antiga continha, amarrava. A nova desata a fala. Botega propõe três gestos simples: suspeitar, escutar e conduzir. Suspeitar que aquela pessoa quieta pode estar pensando em morrer. Escutar sem pressa de dar sermão moral ou religioso. E conduzir ativamente até ajuda – CVV 188, CAPS, emergência.Neste Setembro Amarelo, a lição é a mesma: prevenir não é ensinar cada um a lutar melhor sozinho na selva. É garantir território, afeto, futuro, pertencimento e alguém que escute.Se você ou alguém que conhece precisa de ajuda, ligue 188 – CVV. Atendimento gratuito, 24 horas.José Antônio Borges Pereira é procurador de Justiça do Estado de Mato Grosso e titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico.Fonte: Dados, conceitos e referências bibliográficas sistematizados a partir da palestra “É possível prevenir o suicídio?”, ministrada pela psiquiatra Juliana Belo Diniz, realizada em 22/09/2026 no Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Referências apresentadas na palestra: AVELAR & COQUEIRO (2025) – Saúde em Debate; BOTEGA (2023) – Unicamp; COSTA, J.F. (1986) – Graal; COSTA et al. (2024) – Saúde em Debate; SOUZA & ORELLANA (2023) – The Lancet Regional Health; VERAS (2023) – Ed. Cult; BRASIL/MS/DATASUS/SIM e CFM 2024.

Leia mais:  Cira bloqueia R$ 379 mi de grupo do setor de etanol por fraude fisca

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue Reading

Parque Berneck – Várzea Grande

Política MT

Mato Grosso

Policial

Política Nacional

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana