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Deputado Romoaldo Júnior é eleito presidente da CFAEO

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Foto: Ronaldo Mazza

O deputado Romoaldo Júnior (MDB) foi eleito, nesta quarta-feira (27), presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO). O parlamentar Ondanir Bortolini (PSD) – Nininho foi eleito vice-presidente da comissão.

Romoaldo destacou  o trabalho feito pelas 13 comissões permanentes da Casa de leis e lembrou que são elas (as comissões) onde se apresentam e estudam os dados, antecedentes, circunstâncias e conveniência dos projetos. Durante as reuniões de comissão, se possibilita que todos os aspectos de uma matéria sofram ampla discussão. É assegurada a liberdade para expressão das opiniões e formação do consenso entre os participantes. 

“A Comissão de Fiscalização é de extrema importância. É nela que se aprovam as contas do governo, que se votam os balancetes de alguns poderes, que se reúne toda a matéria orçamentária financeira do estado. Mato Grosso está precisando urgentemente de investimentos, especialmente para os municípios. Há muita reclamação das burocracias e atos do governo, que acabam emperrando a máquina empresarial. O empresário, de um modo geral é que ‘carrega’ o estado, paga os seus impostos e possibilita o mesmo a fazer os seus investimentos e a pagar a sua folha de pagamento. Nosso objetivo a frente da comissão é ajudar o governo, destravar o governo para que os empresários continuem investindo e acreditando em Mato Grosso”, contextualizou o deputado ao destacar que cada comissão deve exercer o seu papel de forma plena e para que isso ocorra é importante que os deputados estejam presentes em todas as reuniões.

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Após apresentar dois projetos, o deputado Dilmar Dal Bosco parabenizou o deputado Romoaldo e desejou excelência a frente dos trabalhos. Em seu 1º mandato de deputado, Valmir Moretto (PRB) elogiou a trajetória política de Romoaldo e disse que houve falar em seu nome desde criança. “O deputado Romoaldo é ícone na política, somos iniciantes aqui no Poder Legislativo, temos muito a aprender com ele. Com certeza a comissão está muito bem representada”, completou Moretto.

Ainda compõem a CFAEO:

Membros titulares – Deputados: Janaina Riva (MDB), Xuxu Dal Molin (PSC), Valmir Moretto ((PRB).                                                                                

Membros suplentes – Deputados: Valdir Barranco (PT), Dilmar Dal Bosco (DEM), Sílvio Fávero (PSL), Faissal (PV).

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CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

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Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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Deputados aprovam suplementação de 30% no orçamento de 2022

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Em sessão ordinária nesta quarta-feira (10), os deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram, em segunda votação, o PL 663/2022,  mensagem governamental 116/2022, que altera a Lei nº 11.666, de 10 de janeiro de 2022, que estima a receita e fixa a despesa do Estado de Mato Grosso para o exercício financeiro de 2022. O PL foi aprovado com os votos contrários dos deputados Lúdio Cabral (PT) e Faissal Kalil (Cidadania).

O PL aprovado muda o artigo 4º da lei 11.666, de 10 de janeiro de 2022, que passa a vigorar com a seguinte redação: “fica o Poder Executivo autorizado a abrir créditos suplementares até o limite de 30% da despesa total fixada no artigo 3º, observado o disposto no artigo quadragésimo terceiro da Lei Federal 4.320 de 17 de março de 1964”.

Conforme o governo, a LOA/2022, em seu artigo 4º, traz essa autorização no limite de 20% do total da despesa. O governo cita que a suplementação se justifica pelo fato da margem orçamentária estar próxima de atingir 20% da despesa devido o superávit elevar notoriamente o volume de créditos adicionais.

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Em justificativa, cita ainda que o superávit apurado no balanço patrimonial de 2021 está sendo utilizado, neste exercício, para assistir às demandas de investimento do programa Mais MT, que prevê investimento em 12 eixos estruturantes, como segurança, saúde, educação, social e habitação, desenvolvimento econômico, emprego e renda, infraestrutura, turismo, cultura, esporte e lazer, Simplifica MT, eficiência pública, meio ambiente, agricultura familiar e regularização fundiária.

A fim de dar agilidade aos processos de realocações orçamentárias, é que se faz necessário a ampliação do percentual da autorização prevista no artigo 4º, para um terço do total da despesa fixada na lei orçamentária de 2022″.

Fonte: ALMT

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