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Curso traz reflexões para o aprimoramento do atendimento das mulheres vitimas de violência doméstica

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Assessoria | PJC-MT

Aplicação da Lei Maria da Penha (11.340/2006) na apuração eficaz e célere dos crimes de violência doméstica foi tema de uma capacitação realizada nesta sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher. O evento foi promovido pela Academia da Polícia Judiciária Civil em conjunto com a equipe psicossocial da Coordenadoria de Gestão de Pessoas, para policiais civis lotadas em delegacias da região metropolitana e os novos delegados do curso de formação na Acadepol. 

Na abertura, o delegado geral da Polícia Civil, Mário Dermeval Aravéchia de Resende, disse que o aperfeiçoamento na aplicação da lei é uma necessidade constante, para que todos os servidores da Polícia Civil, que rotineiramente se deparam com vítimas de violência doméstica tenham sensibilidade no trato e acolhimento dessas mulheres. 

“Políticas públicas vêm sendo desenvolvidas pelo Executivo no fortalecimento de uma rede de apoio em Mato Grosso, para que as mulheres sejam cada vez mais amparadas e não se calem diante da violência. Nossa grande luta agora é a efetiva implantação das medidas protetivas eletrônicas (já ativa em Cuiabá), junto às demais  unidades de atendimento à mulher. Essa implantação conseguiu diminuir absurdamente o tempo entre a efetiva coleta da medida e a cientificarão do agressor”, observou.

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O diretor da Academia, delegado Welber Batista Franco, parabenizou todas as mulheres pelo Dia Internacional da Mulher e destacou que a academia sensibilizada com as condições de várias vítimas existentes no Estado resolveu promover o curso para aprimorar o conhecimento interno dos servidores.

“O evento é de grande valia porque traz do próprio corpo da instituição palestrantes de conhecimento aprofundado do tema. Não podemos mais tolerar e sobreviver com esse  absurdo com mulheres vitimadas. Teremos uma série de cursos de aperfeiçoamentos que serão desenvolvidos  no seio da academia de Polícia Judiciária Civil, de forma recorrente para que sejamos melhores companheiros dessa mulheres  maravilhosas”, disse.

Presente também na abertura do curso, a delegada e presidente do Sindicato dos Delegados, Maria Alice Barros Martins Amorim, falou das desigualdades históricas que as mulheres enfrentam no mundo inteiro pelo simples motivo de terem nascido do sexo feminino, muitas delas oprimidas dentro de casa, violentadas de diversas formas e mortas pelos companheiros, entre muitas outras disparidades vivenciadas pelas mulheres, especialmente, no mercado de trabalho. 

Maria Alice também fez referência a mulheres importantes dentro da Polícia Civil, como a delegada falecida Carla Patrícia e outras delegadas já fora de atividade e ainda aquelas que continuam à frente de importantes projetos na PJC, como as delegadas Daniela Maidel e Jozirlethe Magalhães, e também investigadoras e escrivães. Ela fez referência especial a investigadora Edleusa Mesquita, que é a primeira mulher à frente do sindicato dos investigadores, classe esmagadora de homens, assim como a própria delegada eleita por sua categoria.

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“Quero sim, usar essa função para buscar melhorias para toda a categoria, mas também lutar por melhores condições de trabalho a todas as mulheres  da Polícia Civil”, afirmou.

Na capacitação foram abordados os temas: Tutela de Direitos Fundamentais no Estado de Direito; Violência de Gênero: Casos de Feminicídio; Políticas Públicas; Qualidade de Vida; Legislação e Jurisprudência e Práticas Exitosas na Defesa dos Diretos Humanos da Mulher.

Também houve exposição de produtos voltados para mulheres e sessões de maquiagem e estética, proporcionando momento de maior aproximação e de interação entre os servidores, além do sorteio de brindes.

Colaboradores

Sinpol, Sindepojuc, Sindepo, Sala da Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Mary Kay, Empório Óptico, Uma Nos Livraria, Instituto Brasileiro de Plenitude Humana, América Floricultura, Salão de Beleza Dita Bonita, Polishop e Caiman Turismo.

 

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‘Na noite de SP, é muito policial armado’, diz segurança de show em que Leandro Lo foi morto; 6 pessoas entraram com armas

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O chefe da segurança do evento em que o lutador Leandro Lo foi morto com um tiro na cabeça, Moisés Amorim, informou que seis pessoas, das cerca de 1.500 que estavam no show, se apresentaram como policiais ou agentes de segurança pública, fizeram um cadastro e entraram portando armas de fogo no local.

Segundo Amorim, todos os visitantes foram revistados na entrada do evento, mas o número de policiais de folga que levam armas em eventos noturnos tem sido cada vez maior nos últimos anos.

“Na noite de São Paulo, é muito policial armado”, disse ele.

De acordo com o chefe de segurança, 40 vigilantes estavam trabalhando no show do Pixote no Clube Sírio, na Zona Sul de São Paulo, na noite de sábado (6), quando ocorreu o crime. Não foram registradas outras confusões até o momento do disparo, segundo o segurança.

O tenente da Polícia Militar Henrique Veloso, autor do disparo, teria sido identificado rapidamente justamente por conta do cadastro.

Lutador Leandro Lo e o PM Henrique Velozo — Foto: Reprodução

Lutador Leandro Lo e o PM Henrique Velozo — Foto: Reprodução

No entanto, a lei federal nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, libera o porte de armas para policiais, mesmo de folga.

Apesar disso, o chefe de segurança do evento, Moisés Amorim disse que não concorda com essa determinação legal. Ele afirmou que, ao longo de 15 anos, já presenciou várias agressões por parte de policiais de folga.

“Eu mesmo já levei coronhada de policial em um evento. Fui intervir em uma confusão, o cara sacou a arma e levei uma coronhada na cara, mas poderia ter sido um tiro”, declarou.

“A gente já sabe que eles nunca guardam [a arma], estou há muitos anos na área, já teve muito problema com isso. Já teve caso de policial chamar viatura para a gente, conheço seguranças que foram chamados à delegacia para se explicar”, completou Amorim.

Entenda o caso

Justiça mantém prisão temporária do PM que matou campeão mundial jiu-jítsu Leandro Lo

Justiça mantém prisão temporária do PM que matou campeão mundial jiu-jítsu Leandro Lo

Imagens do circuito interno do clube gravaram a saída dos frequentadores do show que ocorria no local após o campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo Pereira do Nascimento, de 33 anos, ser baleado durante o evento.

Após os tiros, Leandro Lo foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Arthur Saboya, no Jabaquara, também na Zona Sul, mas não sobreviveu. Testemunhas filmaram o resgate ao lutador, que foi levado em uma maca pelos corredores do clube.

Em nota, o Esporte Clube Sírio disse que “aluga seus espaços de eventos para terceiros” e que, “ao alugar, a segurança é de responsabilidade do contratante”.

Leandro Lo foi campeão mundial de jiu-jítsu por oito vezes. A última conquista, na categoria meio-pesado, foi em 2022; a primeira, em 2012, na categoria peso-leve. Lo iria disputar nos Estados Unidos mais um campeonato nos próximos dias, com outros quatro lutadores, segundo um amigo.

fonte –  g1

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Perseguição policial após tentativa de assalto termina com prisão e acidente em Montes Claros

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Um homem foi conduzido à delegacia após uma tentativa de assalto nas proximidades do bairro Ibituruna, em Montes Claros, nesta terça-feira (9). Segundo a Polícia Militar, criminosos tentaram levar o carro de uma mulher, mas foram surpreendidos pelo marido dela, que vinha logo atrás em outro veículo.

Durante a fuga, os autores, que seguiam em outro automóvel, ainda atropelaram uma mulher e bateram na mureta de proteção de uma avenida. Além do homem que foi conduzido, outros dois suspeitos estavam sendo procurados pela PM até a publicação desta reportagem. A polícia não detalhou a participação de cada um dos envolvidos para não atrapalhar as diligências.

“A esposa chegou, estacionou o carro, travou e entrou para ir para a academia. Quando o marido chegou logo atrás para estacionar, deparou com outro cidadão dentro do carro dela. Ele abordou o cidadão, que meteu a mão na cintura, simulando estar armado, e evadiu logo após, não cometendo o roubo naquele momento”, explica o sargento João Carvalho de Miranda.

“Na fuga, enquanto as viaturas estavam em rastreamento, o cidadão perdeu o controle direcional e atropelou uma senhora”, completa o policial.

A mulher teve fratura e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros.

Em seguida, conforme o sargento, o motorista do carro em fuga ainda bateu em uma mureta de proteção no cruzamento das avenidas Vicente Guimarães e Raul Corrêa.

João Carvalho de Miranda chama atenção para um dispositivo que foi encontrado no automóvel utilizado pelos autores e que provavelmente foi usado na tentativa de assalto.

“Eles usam um bloqueador que funciona da seguinte forma: o cidadão chega para estacionar o seu carro e o autor pega, aperta e aciona a luzinha, o dono clica para travar o carro e não confere a porta, que continua aberta. O infrator espera a ausência do proprietário e assim que ele sai das vistas do seu bem, eles entram e conseguem furtar.”

fonte – g1

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Parque Berneck – Várzea Grande

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