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Saúde

Covid-19: em alta, média móvel de mortes chega a 123 neste sábado

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Enterro de vítima da Covid-19
Amazônia Real

Enterro de vítima da Covid-19

O Brasil registrou 72 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) neste sábado (28). Por conta de problemas técnicos, oito entes federados não computaram informações a respeito da doença neste sábado: Acre, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins.

Mesmo com os dados faltantes, a média móvel de mortes pela doença acompanhou a tendência de alta dos últimos dias, chegando a 123.

Desde o início da pandemia de Covid-19, 666.391 vidas foram perdidas para a doença no Brasil. No total, foram 30.945.384 casos positivos de infecção pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Nas últimas 24 horas, 24.239 novos casos foram registrados. A média móvel de casos, também em alta, chegou a 23.825.

O estado que mais teve vítimas de Covid-19 desde o início da pandemia foi São Paulo, com 169.213 óbitos. Em seguida, vem o Rio de Janeiro, com 73.797, e Minas Gerais, com 61.544.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Hepatite misteriosa: OMS registra mais de 920 casos e 18 mortes

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Brasil registrou sete mortes pela doença
Pixabay

Brasil registrou sete mortes pela doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já registrou 920 casos prováveis de hepatite aguda de origem misteriosa em criança s. Destas, 45 (5%) necessitaram de transplantes e 18 (2%) morreram.

O número representa um aumento de 240,7% em relação ao boletim anterior, publicado no dia 27 de maio, que contabilizava 270 casos suspeitos da doença. O surto afeta 33 países. No Brasil, o Ministério da Saúde investiga 88 casos e sete mortes.

A doença, que atinge crianças e adolescentes, tem preocupado autoridades sanitárias do mundo, uma vez que ainda não foi identificado seu agente causador. Metade dos ​​casos notificados está na Europa.

O Reino Unido é o país mais afetado, com 267 registros. Em segundo lugar, estão as Américas, com 383 casos, incluindo 305 nos Estados Unidos da América, seguido do Pacífico Ocidental, Sudeste Asiático e Mediterrâneo Oriental.

Leia mais:  As vacinas são capazes de proteger contra a Covid longa?

Acredita-se que o número real de casos seja maior do que isso, devido à baixa vigilância para detecção da doença. O surto foi inicialmente detectado em 5 de abril, quando o Reino Unido notificou dez casos de hepatite aguda grave de causa desconhecida em crianças menores de 10 anos, à OMS. Todas eram previamente saudáveis.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Em carta, Klara Castanho diz que foi violentada não só pelo homem que a estuprou, mas também pelo julgamento das pessoas

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Neste sábado (25), a atriz Klara Castanho, de 21 anos, divulgou uma carta em que revelou que foi vítima de estupro, engravidou e decidiu entregar a criança para adoção seguindo todos os trâmites legais. A atriz não queria expor esse episódio de sua vida, mas sites e redes de fofocas trouxeram não só a história a público, mas também especulações e ataques à atriz.

“Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo.”, declarou Klara na carta.

Tudo começou com um post do jornalista Matheus Baldi no dia 24 de maio, dizendo que Klara teria dado à luz a uma criança. A pedido da própria atriz esse post foi apagado, mas a notícia se espalhou. Na última quinta-feira (23), a apresentadora Antônia Fontenelle incitou ainda mais os comentários contra Klara na internet.

“Fui estuprada. Relembrar esse episódio traz uma sensação de morte porque algo morreu em mim”, declara a Klara.

Klara conta que seguia menstruando normalmente e que não havia ganhado peso. E que ao contar para o médico que havia sido estuprada, se sentiu violada e culpada novamente.

“Esse profissional me obrigou a ouvir coração da criança, disse que 50% do DNA eram meus e que eu seria obrigada a amá-la…”, conta Klara na carta.

A advogada Fayda Belo explica que mesmo que Klara não tivesse sido estuprada, ela poderia legalmente entregar a criança para adoção.

“Toda mulher, ainda que não seja vítima de um estupro, que queira não ficar com um bebê, ela tem esse direito. A lei confere a ela esse direito. Inclusive o direito ao parto de maneira sigilosa.”, explica a advogada.

Klara conta ainda na carta que no dia em que o bebê nasceu, foi abordada e ameaçada por uma enfermeira na sala de cirurgia com as seguintes palavras: “Imagine se tal colunista descobre essa história”. E quando Klara voltou para o quarto, já havia mensagens do colunista com todas as informações.

Neste domingo (26) , Léo Dias publicou um pedido de desculpas à atriz. Ele diz que não deveria ter escrito nenhuma linha sobre esta história ou ter feito qualquer comentário sobre algo do qual não tem o direito de opinar. Em postagem, Lilian Tahan, diretora de redação do Metrópoles, diz que “O site expôs de forma inaceitável os dados de uma mulher vítima de violência brutal e que a matéria foi retirada do ar”. Nas redes, a revelação dessa história causou indignação contra Léo Dias e contra Antônia Fontenelle.

O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo e o Conselho Federal de Enfermagem estão apurando a denúncia. O Hospital Brasil se solidarizou.

Fantástico procurou Klara Castanho, mas ela preferiu não dar entrevista. Em mensagem, Klara disse que está tudo muito recente e muito difícil. Tudo o que poderia dizer está na carta.

fonte – g1

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