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Cinema onírico, “O Último Trago” não se sustenta por falta de norte dramático

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Cena de O Último Trago, que estreia nesta quinta-feira (7) nos cinemas brasileiros
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Cena de O Último Trago, que estreia nesta quinta-feira (7) nos cinemas brasileiros

O Brasil não tem grande tradição na produção ou apreciação de um cinema onírico e alegórico. Produtoras como Vitrine Filmes e Alumbramento tentam reverter este cenário. “O Último Trago”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (7) graças aos esforços da Alumbramento
e da Bananeira Filmes, produtora de Vânia Catani, é um expoente desse cinema que objetiva a introspecção.

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A sinopse dá conta de uma mulher, que resgatada à beira da estrada bastante ferida, incorpora o espírito de uma guerreira indígena desencadeando uma série de eventos que atravessam o tempo e o espaço. A abstração é soberana em “O Último Trago”
e deve ser percebida como um comentário político acerca da descaracterização do Nordeste, mas também do nordestino.

O primeiro diálogo surge com dez minutos de filme e aqui a montagem, premiada no Festival de Brasília de 2016, importa mais do que os diálogos. É ela que afere algum sentido à lisergia proposta pelos realizadores Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti.

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Cena de  O Último Trago
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Cena de O Último Trago

A questão indígena
aqui é subjacente, mas importa porque a realização tem a ambição de forjar um épico minimalista sobre a história do Brasil. Não dá certo, mas a ousadia, o olhar aberto sobre rituais e figuras marginais, bem como o exercício de imaginação proposto, merecem elogio.

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“O Último Trago”
se resolve mais como uma tese política à esquerda do que como cinema de esquerda. Nesse sentido, seu onirismo se esvai na técnica que não sustenta a falta de norte dramático.

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Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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