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Cinco pontos para entender a vitória de “Green Book: O Guia” no Oscar

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A vitória de “Green Book: O Guia” no Oscar já desponta como uma das mais contestadas dos últimos anos. Embora compreensível, já que se trata de um filme sobre racismo a partir da perspectiva de um homem branco e feito por um cineasta branco em um ano com boas produções realizadas por negros sobre a questão, a polêmica é injusta para com o filme.

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Equipe e elenco de
Divulgação/ABC

Equipe e elenco de “Green Book” recebendo o Oscar de Melhor Filme

Green Book
: O Guia” mostra a relação cheia de atritos entre o pianista negro Dom Shirley (Mahershala Ali, premiado pelo papel) e seu motorista preconceituoso, papel de Viggo Mortensen, nos EUA dos anos 60. Os dois se lançam em uma turnê pelo Sul do país – região marcada por uma intensa segregação no período – e mudam o olhar de um sobre o outro neste processo.

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Apesar de muitos apontarem a vitória do longa de Peter Farrelly como surpreendente, ela faz todo o sentido dentro do que é a  Academia
 de Artes e Ciências Cinematográficas no contexto histórico. É, ainda, sintomática do momento de transformação que vive a organização. A percepção de muitos de que “Roma” era o favorito é mais um atestado da bem-sucedida campanha da Netflix do que uma real depreensão de como foi a corrida pelo prêmio.

A seguir, o iG Gente
lista cinco pontos que ajudam a entender o triunfo do filme de Farrelly:



Divulgação

“Green Book: O Guia”


  • Era a opção mais segura entre todos os indicados na categoria que de alguma maneira carregavam algum elemento divisivo em suas candidaturas. Na disputa de  Melhor Filme
     há o chamado Preferential Ballot, que é um sistema que prevê que se um longa-metragem não obtiver maioria absoluta, aquele que aparece mais bem colocado em uma revisão é o vencedor
  •  É uma produção elegante, muito bem adornada tecnicamente e que conta com um par de inspiradas atuações, o que certamente elevou suas chances no prêmio principal. Trocando em miúdos, é um filme correto, do tipo que o Oscar costuma prestigiar
  •  A maioria da Academia ainda é composta por figuras conservadoras e tradicionalistas que preferem o ar blasé de uma produção como “Green Book” à agudeza de um “Infiltrado na Klan”
  •  É um feel good movie que congrega em si tanto à dinâmica de um road movie, subgênero apreciado pela Academia, como uma importante mensagem de tolerância
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  •  A despeito da polêmica e da chiadeira das redes sociais, o filme tem apoio popular. Excetuando-se os três blockbusters na categoria, “ Green Book
    ” é aquele que ostenta a maior bilheteria entre os indicados e ganhou o prêmio do público no último Festival de Toronto, um importante parâmetro para as escolhas do Oscar

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Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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