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Esportes

Brasileiras ficam em segundo na Copa do Mundo Universitária de Futebol

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O Brasil conquistou neste fim de semana o vice-campeonato da primeira edição da Copa do Mundo Universitária de Futebol, na China. A final feminina foi disputada por duas equipes invictas na competição: Unip-SP e Universidade de Ottawa.

As brasileiras tinham números melhores – marcaram 25 gols e não havia sofrido nenhum até então –, mas canadenses ganharam por 1 a 0, conquistando o primeiro título da competição.

Com menos de 2 minutos de partida, a equipe do Canadá abriu o placar com um gol de cabeça da atacante Morton. Com a vantagem tão cedo, a equipe se fechou e conseguiu segurar o jogo até o final, mesmo com a pressão das brasileiras.

“Talvez precisássemos jogar com um pouco mais de calma”, disse o chefe de equipe da Unip-SP, Flávio de Oliveira., que se disse orgulhoso de como as brasileiras jogaram. “Jogamos muito bem, mas, para terminar nossos ataques, precisávamos de um pouco mais de compostura e tranquilidade para esses momentos.”

O técnico do Canadá, Steve Johnson, disse que sabia que o jogo não seria fácil. “Eu sabia, pela qualidade das equipes aqui, que seríamos colocados em situações desconfortáveis. A Universidade Paulista desafiou a qualidade de nossas jogadoras ao máximo”, afirmou.

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Prêmios individuais

A brasileira Mylena Pedroso, número 9 da Unip-SP foi a artilheira da competição, com 9 gols marcados. “Quando chegamos aqui, eu não podia imaginar que acabaria sendo a artilheira. Agradeço a toda a equipe porque foram elas que me ajudaram a chegar lá”, afir,mou, emocionada.

A goleira Fernanda Delazere também ganhou um prêmio individual. Foi considerada a melhor na posição. E não foi para menos: até a final, ela não havia sofrido um único gol.

*Com informações da Confederação Brasileira do Desporto Universitário

Edição: Nádia Franco

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Esportes

Debate aborda desafios do futebol feminino nacional pós-pandemia

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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, confirmou no início dessa semana o retorno da Série A1 do Brasileiro Feminino para o dia 26 de agosto. Sem jogos desde o dia 15 de março, muitas das 16 equipes que fazem parte da competição tiveram mudanças significativas nos planteis, e várias ainda nem tem previsão do reinício dos treinamentos. Ou seja, a tendência é que a volta dos jogos seja marcada por muitas dificuldades na principal competição do futebol feminino do país. Esse cenário de incertezas será o tema do encontro “O futuro do Futebol Feminino Pós-Pandemia”, promovido pelo Museu do Futebol de São Paulo no próximo sábado (11). A iniciativa vai ser transmitida a partir das 20h pelos perfis das redes sociais do Museu.

Nomes de destaque da modalidade estarão presentes ao bate-papo. Uma delas é a Aline Pellegrino, diretora de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol. “Momento importante e relevante para as pessoas entenderem um pouco mais aquilo que vamos enfrentar nos próximos meses. Teremos cenários nos quais algumas equipes enfrentarão dificuldades maiores, e outros cenários com times passando por problemas um pouco menores. Mas, sem dúvida, vai ser uma realidade que exigirá muita atenção de todos”, disse à Agência Brasil a ex-jogadora da seleção brasileira.

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Também farão parte do debate Emily Lima (ex-técnica da seleção brasileira e atual comandante da seleção equatoriana), Duda Luizelli (coordenadora técnica de futebol feminino do Internacional), Solange Bastos (ex-jogadora da seleção brasileira e atual auxiliar técnica do Bahia) e Amanda Storck (gerente de futebol feminino do Fluminense). A mediação será da jornalista Elaine Trevisan.

Na sequência, às 21h30, dentro do programa Cinema na Rede, está prevista a exibição de dois curtas-metragens dirigidos por Cristiano Fukuyama, Luiz Nascimento e Edson de Lima.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Nova realidade financeira tira Valinhos da elite da Superliga feminina

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O Valinhos, equipe do interior de São Paulo, informou à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) que não terá condições de continuar na elite da Superliga feminina para a temporada 2020/2021. O time, mesmo tendo sido rebaixado dentro de quadra, com apenas quatro vitórias em 22 jogos, havia sido convidado pela CBV para seguir na Série A após o Itajaí, que tinha conseguido o acesso na quadra, confirmar que não vai participar da primeira divisão.

O prazo para essas confirmações encerrou-se no dia três de julho. A alegação do time paulista é de que ele não conseguiu apresentar as garantias financeiras necessárias para conseguir fazer um bom campeonato. “Por dificuldades herdadas de anos anteriores, quitação de algumas situações e pela dificuldade em conseguir novos patrocínios em tempo hábil por caso da pandemia do covid-19 e para não fugirmos da nossa missão de manter o vôlei vivo na cidade, preferimos colocar os pés no chão e trabalhar com o que já conseguimos para fazer um bom campeonato na Superliga B e voltar com mais força no próximo ano”, comentou à Agência Brasil o diretor adjunto de modalidades, Rafael Enderle.

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Edição: Fábio Lisboa

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Parque Berneck – Várzea Grande

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