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Bolsonaro indica que pode baixar para 60 anos idade para mulheres se aposentarem

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Bolsonaro afirmou que pode negociar mudanças para aprovar nova Previdência, citando redução da idade mínima feminina
Alan Santos/PR – 19.2.19

Bolsonaro afirmou que pode negociar mudanças para aprovar nova Previdência, citando redução da idade mínima feminina

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) falou a jornalistas que pode negociar a idade mínima para aposentadoria das mulheres, de 62 para 60 anos, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e outros detalhes da PEC 6/2019, que trata da nova Previdência, para conseguir aprovar o projeto, que é o carro-chefe do governo no que diz respeito à economia.

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É a primeira vez em que Bolsonaro cita possíveis mudanças na  Previdência
após a apresentação do texto, na quarta-feira passada (20), ao Congresso. Na mesma data, secretários da equipe econômico explicaram, por cerca de cinco horas, os detalhes da proposta.

O presidente cita como “negociáveis” a idade mínima feminina
, que seria de 62 anos de acordo com o texto original e poderia passar a 60 anos, e o BPC, que é pago para idosos e deficientes de baixa renda, e na porcentagem da pensão por morte, que poderia passar de 60% para 70%, e diz que pode discutir alguns pontos, desde que a base do texto seja mantida.

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“Eu acho que dá para cortar um pouco de gordura e chegar a um bom termo, o que não pode é continuar como está”, afirmou Bolsonaro
sobre a Previdência. No entanto, ele endossa o que diz Guedes e afirma que a essência do projeto não pode ser modificada. Ele afirma que, sem ela, haverá muitas consequências negativas para o país, como alta do dólar, queda da Bolsa de Valores, suspensão de pagamento a servidores e enfraquecimento do governo.

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“Há interesse de todo mundo em aprovar. O Brasil pode entrar em uma situação muito complicada”, disse. “Muita coisa vai ser atenuada aí, mas não vai desfigurar a alma da proposta. E tem que haver [uma reforma na Previdência Social]. Não queremos passar pelo que a Grécia passou, ou Portugal”, disse.

O presidente desconversou sobre a base do governo para aprovar a reforma no Congresso, mas reiterou que o apoio está sendo construído. Bolsonaro afirmou que vem se reunindo com parlamentares e que, até agora, “só dois ou três” falaram em cargos, mas afirmou ter deixado claro que não haverá negociação de cargos ou “toma lá dá cá”.

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Sem dar nomes, afirmou ter recebido um pedido de ministério para votar a favor da reforma, mas que sua postura foi de cortar a conversa logo no início e dizer, em tom irônico, que ofereceria a pasta da Economia se o interlocutor (interessado em um ministério pelo voto) encontrasse alguém mais capacitado que o ministro Paulo Guedes.

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Segundo Bolsonaro, todos os ministros foram escolhidos com base em critérios puramente técnicos, e não políticos. Segundo a assessoria, o capitão reformado falou sobre a nova Previdência
com jornalistas a seu pedido, e disse ainda que o evento foi um gesto de aproximação com a imprensa, que, segundo ele, é importante para o processo democrático.

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Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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