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Bolsonaro cobra rapidez pela Previdência: “Não pode levar um ano para aprovar”

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Bolsonaro cobrou agilidade para aprovação da reforma da Previdência
Reprodução/Palácio do Planalto

Bolsonaro cobrou agilidade para aprovação da reforma da Previdência

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), cobrou rapidez pela aprovação da reforma da Previdência, ao ser questionado sobre a capacidade do governo em aprovar o texto ainda no primeiro semestre deste ano. Nesta sexta-feira (8), no Palácio do Planalto, ele disse acreditar que o governo consiga cumprir o prazo, e complementou “não pode levar um ano para aprovar uma reforma.”

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, apresentada ao Congresso pelo presidente em 20 de feverereiro, precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, além de votações em dois turnos nas duas casas legislativas. A reforma
previdenciária é o grande pilar econômico do governo.

Bolsonaro
disse que o governo vai “fazer de tudo” para que a proposta não seja “desidratada” durante a sua tramitação, apesar de ter ter admitido que alguns pontos são amargos. “Sabemos em algum aspecto que é uma medida amarga, mas é uma resposta que temos que dar de uma política sem muita responsabilidade que foi feita nos últimos anos. Tem que dar um freio de arrumação agora. Até os militares vão entrar com a  sua cota de sacrifício
nessa reforma”, afirmou.

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O texto original da nova Previdência
recebeu críticas de parlamentares, que anunciaram a formação de um grupo para debater e apresentar ao governo sugestões de alterações no texto, mantendo a essência do conteúdo, que, segundo o governo, é o corte de privilégios. Um dos pontos mais questionados foi o que estabelece que idosos sem meios de sustento terão de aguardar até os 70 anos para passar a receber integralmente o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Pelas regras atuais, o benefício de um salário mínimo é pago mensalmente à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais que comprove não possuir meios de se sustentar, e nem de tem auxílio da família.

Bolsonaro já afirmou que pode negociar pontos da reforma


Presidente já afirmou que a reforma pode sofrer algumas alterações, mas disse que governo trabalha para conteúdo não ser
Flickr/Palácio do Planalto

Presidente já afirmou que a reforma pode sofrer algumas alterações, mas disse que governo trabalha para conteúdo não ser “desidratado”

O presidente disse que está apelando ao “espírito patriótico” dos parlamentares para conseguir os votos necessários para aprovar o texto com o menor número de alterações possível, mas, ao mesmo tempo, já avaliou que pode  alterar as regras do BPC e reduzir a idade mínima para aposentadoria das mulheres
de 62 para 60 anos.

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“Estamos fazendo política de maneira diferente. Da forma como vinha sendo feita, não poderia dar certo. Nós estamos buscando os parlamentares, apelando para o espírito patriótico deles, que o Brasil é um país que, se continuar sem reformas, a tendência nossa, realmente, é chegar à beira do caos e não queremos isso. Essa é a forma que estamos nos aproximando do parlamento brasileiro”, declarou Bolsonaro. Para ser aprovada, a reforma
requer, além de ser aprovada pelas CCJs da Câmara e do Senado, de três quintos dos votos entre os deputados e também entre senadores.

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Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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