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Política Nacional

Bolsonaro anuncia Milton Ribeiro como novo ministro da Educação

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O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta sexta-feira (10), a indicação do professor Milton Ribeiro para ministro da Educação. Ribeiro é doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e graduado em direito e teologia. Desde maio do ano passado, integra a Comissão de Ética da Presidência da República. A nomeação já aparece em edição extra do Diário Oficial da União (DOU)

O cargo estava vago desde a semana passada, quando a nomeação de Carlos Alberto Decotelli foi revogada, sem que ele tivesse tomado posse, depois de uma série de inconsistências curriculares terem vindo à tona. 

Ribeiro é o quarto ministro da Educação do governo Bolsonaro. Em declarações recentes, o presidente disse que estava buscando um nome de perfil “conciliador” para a função

Milton Ribeiro tem uma trajetória ligada à Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde foi reitor em exercício, vice-reitor e superintendente da pós-graduação lato sensu. Ele também fez parte do conselho deliberativo do Instituto Presbiteriano Mackenzie e da Comissão de Ética e Compliance da mesma instituição. 

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O currículo de Ribeiro informa que ele já atuou como representante da Universidade Mackenzie na Conferência New Frontiers in the Figth Against Corruption in Brazil at Columbia Law School, no Estados Unidos, e como diretor administrativo da Luz Para o Caminho, agência de produção de mídias da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Edição: Fernando Fraga

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Política Nacional

Bolsonaro inaugura escola cívico-militar no Rio

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O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (14) da inauguração da Escola Municipal Cívico-Militar General Abreu, em Rocha, bairro da zona norte da capital carioca. É a primeira escola desse modelo no município, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Ministério da Defesa, que coloca uma equipe de militares da reserva para participar da gestão educacional, em apoio ao corpo docente.

Bolsonaro lembrou as dificuldades do Brasil na educação e que o país ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para o presidente, “o que libera um homem e uma mulher é o conhecimento, e devemos investir nisso”.

“Isso não se muda de uma hora para outra, mas onde é quem tem que começar a mudar? Na escola, já que temos bons professores, precisamos dar-lhes meios e autoridade para exercer seu trabalho. É quase como quartel, se não tiver hierarquia e disciplina, ele [estudante] não cumpre a sua missão”, disse o presidente.

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Bolsonaro citou ainda exemplos de escolas cívico-militares públicas que já foram implantadas em outros estados, como Goiás e Amazonas, e como, segundo ele, isso melhorou o desempenho dos estudantes, principalmente das camadas mais pobres. “É uma maneira de nós mostrarmos que queremos realmente resgatar o pobre, que não é apenas através de projeto social, que em grande parte não resgata, é dando-lhes o devido conhecimento”, ressaltou.

O nome da escola inaugurada nesta sexta-feira homenageia general José Abreu, da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, que morreu em junho deste ano. Cerca de 560 alunos do sexto ao nono ano serão atendidos na unidade construída pela prefeitura, que também contará com atividades de robótica, iniciação científica, artes e projetos esportivos.

Durante o evento, a prefeitura do Rio de Janeiro e a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no estado também firmaram convênio para a criação de uma escola da rede pública sob gestão compartilhada da PRF. A unidade de ensino integral ocupará um prédio da União em Irajá.

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O programa das escolas cívico-militares é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa, que apresenta um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa, com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares.

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares foi lançado no ano passado com o objetivo de promover a melhoria na qualidade do ensino na educação básica. A meta é implementar o modelo em 216 escolas em todos as unidades da federação até 2023. A adesão dos estados e municípios ao programa é voluntária.

O projeto piloto será implementado em 54 escolas de 22 estados e do Distrito Federal, com investimentos federais de R$ 1 milhão por instituição de ensino. Cerca de mil militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares vão participar da gestão educacional das instituições.

Edição: Graça Adjuto

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Política Nacional

Ministério da Economia anuncia novos secretários

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O Ministério da Economia anunciou os substitutos dos secretários que pediram demissão nesta semana. A pasta optou por remanejar para os cargos nomes que já estavam na equipe. Assume a secretaria de Desestatização, no lugar de Salim Mattar, o atual secretário de Desenvolvimento de Infraestrutura do Ministério da Economia, Diego Mac Cord.

O novo nome que vai ocupar a secretaria responsável pelas privatizações da atual gestão é formado em Engenharia Mecânica, com mestrado em Administração Pública pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e doutorado em engenharia pela USP, em São Paulo. Antes de entrar para o governo, Diego Mac Cord era professor do MBA do setor elétrico da Fundação Getúlio Vargas e sócio-líder da empresa KPMG no Brasil, companhia especializada em auditoria e contabilidade.

Já para secretaria de Desburocratização, no lugar de Paulo Uebel, entra Caio Andrade, o atual diretor presidente do Serpro, o Serviço de Processamento de Dados do governo federal. Formado em Comunicação Social pela Universidade Paulista, Caio Andrade tem pós-graduação em Administração e Gestão pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e mestrado em Administração de Empresas pela Duke University, também dos Estados Unidos.

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Segundo o ministério da Economia, Caio Andrade liderou mais de 20 processos de fusões e aquisições de companhias. Já a presidência do Serpro será ocupada por Gileno Barreto, atual diretor Jurídico e de Governança e Gestão da empresa.

Em nota, o ministro Paulo Guedes agradeceu o trabalho dos ex-secretários Salim Mattar e Paulo Uebel. Segundo o ministro, os ex-secretários deixaram as pastas insatisfeitos com o andamento das privatizações e da reforma administrativa.

áudio

Edição: Adrielen Alves

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