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O Renda Cidadã, uma espécie de Bolsa Família, será pago a partir de abril por meio de cartões fornecidos pelo governo
ANSA

O Renda Cidadã, uma espécie de Bolsa Família, será pago a partir de abril por meio de cartões fornecidos pelo governo

O governo da Itália abriu nesta quarta-feira (6) as inscrições para o programa Renda Cidadã, uma espécie de Bolsa Família que pagará até 1.050 euros (cerca de R$ 4,5 mil) por mês para famílias de baixa renda. Até as 14h, segundo a Poste Italiane, estatal que administra os serviços postais no país, já haviam sido apresentados mais de 29 mil pedidos.

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O Bolsa Família
 italiano deve começar a ser pago em 19 de abril, por meio de cartões fornecidos pelo governo, e dará um subsídio mensal para 1,375 milhão de famílias com renda inferior a 12,6 mil euros por ano (aproximadamente R$ 55 mil), ou 6 mil euros por ano (R$ 26,1 mil) no caso dos solteiros.

Os interessados em aderir ao programa também não poderão ter patrimônio imobiliário – além do primeiro imóvel – superior a 30 mil euros (R$ 130,7 mil), e nem mais do que 6 mil euros de saldo no banco. O valor deste último requisito sobe para 10 mil euros (R$ 43,6 mil) no caso de famílias muito numerosas.

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O benefício parte de 500 euros (R$ 2,2 mil) e chega a 1.050 euros. O valor mínimo é concedido aos solteiros
e o máximo, aos núcleos familiares formados por um casal, um filho maior de idade e dois menores. O Bolsa Família italiano também prevê uma contribuição extra de 280 euros (R$ 1,2 mil) por mês para quem vive de aluguel.

O período máximo de usufruto do benefício é de 18 meses, podendo ser renovado após uma pausa de um mês. Os beneficiários se inscreverão em uma plataforma de empregos, e a primeira oferta dentro de 12 meses poderá ser em um raio de 100 km a partir de sua residência; a segunda, em um raio de 250 km; e a terceira, em toda a Itália. Quem rejeitar três propostas seguidas perderá o benefício.

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Segundo a Conferência Episcopal Italiana (CEI), mesmo com as regras, existe o risco de a iniciativa aumentar as formas de “cidadania parasitária” no país, desestimulando a busca por trabalho. Já para o vice-premier e ministro do Trabalho, Luigi Di Maio, também líder do Movimento 5 Estrelas (M5S), o programa social
representa uma “revolução” na Itália. “Hoje cumprimos uma promessa. O Estado finalmente se ocupa dos invisíveis”, disse.

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Regras para estrangeiros


Imigrantes também terão acesso ao Renda Cidadã, mas desde que tenham vivido na Itália por pelo menos 10 anos
Reprodução/Times of India

Imigrantes também terão acesso ao Renda Cidadã, mas desde que tenham vivido na Itália por pelo menos 10 anos

Imigrantes de fora da União Europeia também terão acesso ao Renda Cidadã, mas desde que tenham vivido na Itália por pelo menos 10 anos, sendo os dois últimos de forma contínua. Além disso, já foi aprovada pelo Senado uma emenda que estabelece a exigência de uma certificação de renda e patrimônio emitida pelo país de origem, traduzida em italiano e comprovada pela autoridade consular em questão.

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A medida isentará apenas refugiados
e estrangeiros provenientes de países onde não seja possível obter o certificado. A restrição, porém, deve tornar mais caro e trabalhoso o processo para estrangeiros terem acesso ao benefício, já que imigrantes pobres dificilmente terão condições de voltar a seu país para retirar uma certificação ou para arcar com os custos de tradução.


*Com informações da ANSA

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Política VG

Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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