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Após Brumadinho, conselho da Vale decide afastar presidente da empresa

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Além de Fabio Schvartsman, o conselho administrativo da Vale também vai afastar outros três diretores da companhia
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Além de Fabio Schvartsman, o conselho administrativo da Vale também vai afastar outros três diretores da companhia

A Vale afirmou, neste sábado (2), que seu conselho administrativo decidiu acatar o pedido de afastamento do presidente Fabio Schvartsman e outros três diretores encaminhado pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal após a tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais. As informações foram publicadas pela revista Veja

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O afastamento imediato foi recomendado pelas autoridades que trabalham na força-tarefa que investiga o rompimento da barragem da Vale
na cidade mineira. Os órgãos públicos deram dez dias para que a mineradora analisasse o pedido. A empresa, porém, confirmou o desligamento de Schvartsman já neste sábado.

Em nota à imprensa, a Vale disse que coopera com os encarregados da investigação, fornecendo tudo que lhe é solicitado e colocando seus funcionários à disposição para prestar depoimentos. O objetivo, segundo divulgado pela mineradora, é “auxiliar no esclarecimento das causas do lamentável rompimento da barragem [da Mina Córrego] do Feijão”.

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Segundo as últimas informações divulgadas, 186 pessoas morreram e 122 continuam desaparecidas após a tragédia em Brumadinho
. O rompimento da barragem também afetou gravemente o ecossistema da região: de acordo com um estudo da Fundação SOS Mata Atlântica divulgado na última quarta-feira (27), o rio Paraopeba está morto. A análise feita pela entidade não encontrou nenhum sinal de vida ao longo de mais de 30 quilômetros do rio.

Sobre Fabio Schvartsman


Fabio Schvartsman assumiu a presidência da Vale em 22 de maio de 2017 e ficaria à frente da mineradora até 2020
Divulgação/Vale

Fabio Schvartsman assumiu a presidência da Vale em 22 de maio de 2017 e ficaria à frente da mineradora até 2020

Graduado e pós-graduado em engenharia de produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Fabio Schvartsman foi diretor financeiro da Ultrapar, chefiou a Duratex e presidiu a Klabin antes de se tornar presidente da Vale. O executivo assumiu o cargo em 22 de maio de 2017 e ficaria à frente da mineradora até 2020.




*Em atualização

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Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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