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Alcolumbre alerta Guedes sobre insatisfação de senadores com proposta para o BPC

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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“O sentimento no Senado é de que a gente precisa rever [o BPC]”, disse Davi Alcolumbre (DEM) em entrevista a jornalistas

Depois de saber que senadores estão descontentes com as mudanças no BPC (Benefício de Prestação Continuada) propostas pela reforma da Previdência, Davi Alcolumbre (DEM), presidente do Senado Federal, decidiu apresentar essa insatisfação dos parlamentares a Paulo Guedes, ministro da Economia. As informações foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo
.

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“O sentimento dos senadores que conversaram com a gente é focado em relação a esse BPC
. Eles entendem que os recursos que o governo podem arrecadar em relação a isso são poucos em relação ao prejuízo que pode trazer para as pessoas que recebem, portadores de necessidades especiais e idosos”, disse Alcolumbre.

O presidente do Senado almoçou com Guedes e Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (27). O encontro foi sugerido por Maia e tinha como objetivo conversar sobre a reforma proposta pelo governo. “O sentimento no Senado é de que a gente precisa rever [o BPC]. O Senado já quer se manifestar em relação a isso e debater junto com a Câmara as alterações necessárias desse projeto”, completou Alcolumbre.

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Na última segunda-feira (25)
, o presidente da Câmara já havia criticado as mudanças propostas pelo governo para o BPC. Na visão de Rodrigo Maia, mexer nesse ponto tornaria mais difícil a negociação do apoio à PEC da Previdência com governadores de partidos mais à esquerda, como PT e PSB.

A proposta de reforma da Previdência
para o BPC prevê o pagamento de R$ 400 para os idosos a partir de 60 anos cuja renda mensal, dividida pelos integrantes de sua família, seja menor que um quarto do salário mínimo (atualmente em R$ 998). Quando esses idosos completassem 70 anos, o benefício enfim chegaria a um salário mínimo. Hoje, o BPC já é equivalente a um salário mínimo e é pago aos idosos pobres a partir de 65 anos.

“Reforma do Brasil”


Pela manhã, antes do encontro com Guedes e Maia, Alcolumbre disse que a nova Previdência é
Divulgação/Palácio do Planalto

Pela manhã, antes do encontro com Guedes e Maia, Alcolumbre disse que a nova Previdência é “uma reforma do Brasil”

Nesta manhã, antes do encontro com Guedes e Maia, Alcolumbre disse à imprensa que a nova Previdência é “uma reforma do Brasil, não de um governo”, e que toda a população deve dar sua parcela de contribuição, inclusive parlamentares e militares. Segundo o senador, o governo está comprometido em mudar o sistema de aposentadorias de todos os setores.

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“Há um conflito desnecessário em relação a isso. O governo já se comprometeu em mandar [ a proposta para os militares]. Todos nós sabemos que todas as categorias têm que dar a sua parcela de contribuição. O ministro [Paulo Guedes] disse que [manda a proposta] em até 30 dias. Vamos receber a matéria e discutir conjuntamente com a reforma”, garantiu.

Acompanhamento da proposta


Alcolumbre também revelou que uma comissão especial de acompanhamento da reforma será criada depois do Carnaval
Geraldo Magela/Agência Senado

Alcolumbre também revelou que uma comissão especial de acompanhamento da reforma será criada depois do Carnaval

O presidente do Senado também revelou que a comissão especial de acompanhamento da reforma será criada somente depois do Carnaval. “Não convém montarmos essa comissão especial sem a matéria estar recepcionada na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça] da Câmara. Decidimos aguardar para depois do Carnaval. A partir do momento que a CCJ estiver composta, vamos constituir nossa comissão de acompanhamento”, disse Alcolumbre.

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O objetivo da comissão especial, segundo o senador, é acompanhar as discussões feitas pelos deputados na Câmara sobre a reforma da Previdência. A ideia é permitir que os senadores indicados pelos blocos partidários possam conversar com os deputados e sugerir algumas alterações no texto, adiantando a tramitação das mudanças.

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Vereador/VG se “despede” de entidade; sai a Federal e mira votação histórica de Curvo

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Pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB, o Vereador por Várzea Grande, Bruno Lins Rios se licenciou da UCMMAT (União das Câmaras de Mato Grosso), para alçar vôo  mais alto. Empossado na entidade em 2021, Rios terá pela frente dois adversários de peso no partido, sendo a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais e o Deputado Estadual, Alan Kardec. O vereador poderá se engajar exclusivamente como representante de Várzea Grande, já que outro pretendente ao mesmo cargo, o Vereador Rogerinho Dakar (PSDB), vê sua sigla “derretendo”. A idéia de Bruno é “bombar” na cidade industrial, para isso vêm se cacifando financeiramente e logicamente formar dobradinhas, dentre as metas, uma delas é aproximar da histórica votação em 2006 do ex-vereador Chico Curvo, batendo 37 mil votos.

 

 

fonte Oempallador

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

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Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.03.2022

Datafolha: 55% dizem que não votam em Bolsonaro de jeito nenhum

Dentre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto,  o presidente Jair Bolsonaro é o que apresenta o maior índice de rejeição, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira: 55% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. O desempenho é melhor que o apresentado na última pesquisa do instituto, quando essa porcentagem chegou a 60%. As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é quem ocupa a segunda colocação no ranking, com rejeição de 37%. Na sequência, vêm o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 30%; o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), com 26%; e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 23% no índice.

Em um segundo bloco, com números menores, estão o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), com 14%; Vera Lúcia (PSTU), que registrou 13% de rejeição; Simone Tebet (MDB) e Leonardo Péricles (UP), ambos com 12%; e Felipe D’Ávila (Novo), que marcou 11%.

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Leite, que perdeu nas prévias do PSDB para o governador João Doria, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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A baixa rejeição a nomes do segundo bloco, no entanto, passa também pelo grau de conhecimento desses pré-candidatos entre os eleitores. Lula é o mais conhecido pelos entrevistados: 99% disseram saber quem ele é. O presidente Jair Bolsonaro tem índice de 98%, enquanto 90% afirmaram conhecer Sergio Moro. Ciro Gomes tem 89% de conhecimento e Doria, 80%.

Dos entrevistados, 42% dizem conhecer o governador Eduardo Leite, 31% conhecem Vera Lúcia e 30%, Felipe D’Ávila. A senadora Simone Tebet registra índice de 28%, enquanto Leonardo Péricles tem 20% de conhecimento.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 municípios de todo o país entre terça e quarta-feira desta semana. A pesquisada foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08967/2022. O nível de confiança do levantamento – isto é, a probabilidade de que ele reproduza o cenário atual, considerando a margem de erro – é de 95%.

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